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quinta-feira, junho 24, 2010

Convite para sessão/debate do filme O Dia da Saia (Fr)

CONVITE

Passagem do filme O Dia da Saia de Jean-Paul Lilienfeld

A iniciativa terá lugar no próximo dia 2 de Julho, pelas 15 horas, na biblioteca da Escola Básica Integrada João Gonçalves Zarco , situada na estrada de Algés para Linda-a-Velha (via Junça).


A projecção do filme de Jean-Paul Lilienfeld, O Dia da Saia, é de grande interesse, pelos problemas socioculturais e políticos que levanta.

Sonia Bergerac, professora de francês de uma turma largamente integrada por jovens magrebinos, encontra-se à beira do descontrole emocional gerado pela falta de respeito recorrente dos seus alunos, não só para com ela, mas também da parte dos rapazes para com as colegas, numa atmosfera de machismo e de indisciplina.

O filme mostra o desenvolvimento dos acontecimentos, dentro de uma turma de alunos onde se concentram e chocam até ao limite da tragédia os conflitos resultantes de uma realidade sociocultural dos nossos dias, à qual o processo escolar e educativo tem enormes dificuldades em responder.

Estará apenas a resposta na Escola?

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Caros colegas e amigos

O tempo é o da participação nas iniciativas que ajudem à mobilização unida para defender a Escola pública, alvo de uma ofensiva desagregadora e desestabilizadora cujos limites só poderão ser a resistência dos seus professores, restantes trabalhadores e das populações.

Mas este processo torna-se ainda mais agudo, quando ele tem lugar num tempo em que à Escola se colocam múltiplos desafios, fazendo com que cada vez mais nada possa funcionar como dantes.

É a pertinência desses desafios, que nos levam a propor um debate a partir da projecção do filme acima apresentado.

Aqui fica o convite.







quarta-feira, maio 27, 2009

«Há um debate urgente a fazer!»

Na linha do que tenho aqui defendido, penso que há um debate urgente a fazer que não verse apenas as questões do ECD, embora estas obrigatoriamente lá tenham de estar incluídas.
Lembrei-me destas questões em relação às quais me parece urgente interpelar os partidos para chamar a atenção da opinião pública para a situação da Escola.

- Cheque-educação;
- escola estatal ou municipal (ensino universalista ou comunitarista, que eduque para a cidadania universal ou para a integração no grupo de pertença);
- escola laica ou escola permeável às confessionalidades (venham elas donde vierem);
- manuais (propriedade dos alunos ou da escola, manuais adoptados ou de livre escolha no menu das editoras);
- que instrução e que educação;
- repensar os currículos / reformas curriculares;
- horários - manter o regime duplo que cria desigualdades marcantes na aprendizagem dos alunos? (comparar com os horários das escolas europeias);
- mais escolas, mais bem apetrechadas e com verbas suficientes para gastos e manutenção dos equipamentos;
- disciplina nas escolas/autoridade do professor;
- escola a tempo inteiro ou não, com que objectivos e em que moldes;
- cantinas - escola aberta às multinacionais ou gestão racional da cantina controlada por dietistas;


Querem apontar outras?

Isabel

quarta-feira, abril 22, 2009

DEBATE ESQUERDA-NET: 22/Abril, para ver online


Caro colega:

O Esquerda.net vai transmitir em directo, na próxima quarta-feira dia 22 de Abril pelas 21h30, um debate sobre políticas de igualdade para a educação, no âmbito da construção aberta do programa do Bloco de Esquerda através di site http://igualdade.bloco.org/. Tanto no site citado como em www.esquerda.net será possível companhar o debate.

As perguntas podem ser enviadas desde já para igualdade@bloco.org

Ana Drago (deputada do Bloco de Esquerda), Ana Benavente (Investigadora em Educação), Cecília Honório (Movimento Escola Pública), Manuel Grilo (dirigente do SPGL) e Paulo Guinote (autor do blogue “A Educação do Meu Umbigo”) são os oradores convidados.

Em anexo segue cartaz do debate para divulgação.
Um abraço
Miguel Reis

terça-feira, março 17, 2009

Debate RUE - Convite

http://rueportugal.wordpress.com/
rueportugal@gmail.com

RUE - Comissão Nacional Ruptura com a União Europeia

Debate: “Defesa da nação e direito de cidadania”

19 de Março (5ª feira) – 21 h 30 m

Rua de Santo António da Glória, nº 52 B, cave C, em Lisboa


CONVITE

Debate sobre “Defesa da nação e direito de cidadania”

Há muita gente que se diz “de esquerda” e considera a defesa das nações como um acto reaccionário, pois associa essa defesa à defesa do “nacionalismo” – apanágio da direita.

Pelo contrário, os membros da RUE consideram que defender a nação enquanto tal – com todo o conjunto de direitos e conquistas que as lutas dos trabalhadores e das populações impuseram na respectiva legislação – é um acto progressista.

E colocamos a questão: Por que é a União Europeia – que não tem nada de “progressista” – ataca e colabora nos ataques às nações e às suas conquistas, opondo-lhes a defesa de uma legislação “supra-nacional” e a divisão de cada nação em “regiões”?

Um dos objectivos deste debate é contribuir para o esclarecimento destas questões.

Como um primeira contribuição para o debate enviamos um texto recebido da camarada Ana Paula Amaral, que estabelece a ligação entre a questão da degradação económica e social – e, em particular, dos despedimentos, que afectam todos os países do mundo – e a necessidade de defender a nação.

Tirando como conclusão que só a classe trabalhadora está em medida de fazer essa defesa.


quinta-feira, março 12, 2009

«Um debate linkado ao país»

Políticas de Igualdade para a Escola Pública (Bloco de Esquerda)

AQUI

terça-feira, fevereiro 03, 2009

Movimento Escola Pública - Conclusões do Debate de 31/Jan (Lisboa)

Resumo e conclusões do debate deste Sábado


Depois do que já postámos aqui, publicamos agora uma resanha mais completa do debate de dia 31:

Cerca de 70 pessoas estiveram no anfiteatro da Escola Secundária Camões para debater “a escola que temos, a escola que queremos”.

A riqueza e pluralidade das intervenções não cabem em resenhas, mas aqui ficam algumas notas para @s que queriam ter ido e não puderam e para @s que ainda acreditam que uma outra escola é possível…

Luiza Cortesão trouxe-nos, como é seu hábito, uma abordagem frontal sobre as questões da reprodução social e da discriminação através da escola, centrando-se na actualidade da pergunta: houve uma real democratização do ensino?

Com ela nos ajudou a interrogar os contextos das escolas “top mais” e “top menos” nos rankings e a questionar quem é o público dos CEF’s e dos cursos profissionais. Obrigou-nos a confrontar a escola dualizada e os saberes dualizados (para “ricos” e “pobres”), e a repensar os desafios colocados aos profissionais da educação. Nem funcionários robotizados e obedientes, nem “agentes messiânicos”, professores e professoras são agentes sociais que, mais cúmplices ou menos cúmplices, são sempre responsáveis.

E sobre as escolhas e as respostas políticas ao insucesso e ao abandono, Manuel Sarmento recordou que entre as duas opções de entender a mudança da escola, como sobredeterminada pela mudança social ou pelo interior da própria escola, o governo PS escolheu a segunda, o que lhe permite descartar-se de políticas públicas de largo espectro e descarregar na escola a culpalização e a penalização.

Desenvolvendo, entre outras linhas de reflexão, aquela que tem sido central no seu trabalho, Manuel Sarmento confrontou-nos com as questões colocadas pela reinstitucionalização da infância. Reflectir sobre a criança “global”, e a indústria global, e a criança cidadã, sobre cujos direitos existe uma inflação discursiva e uma realidade anémica, é exigência inadiável, nomeadamente perante o galope da ideologia de mercado como solução para os problemas das escolas.

A competição que favorece a desigualdade, a privatização de segmentos da educação, a asfixia de formas de democracia, são indicadores do modelo empresarial das escolas que exige alternativas. E elas passarão: por processos de aprendizagem organizacional, pela autoavaliação institucional, pela construção da escola como espaço social participado, não de uma mas de muitas lideranças, onde a pedagogia está primeiro.

Rosário Matos trouxe-nos a sua experiência como Presidente de um Conselho Executivo que tenta resistir ao frenesim da escola empresa e confrontou-nos com os desafios: a procura do sucesso real quando a realidade muda e a escola tem de dar novas respostas, nomeadamente às crianças e aos jovens filhos de imigrantes.

Joaquim Raminhos desafiou-nos sobre os novos caminhos, dos muitos que já são feitos quando as escolas se vêem a braços com crianças e jovens de contextos desfavorecidos, os mesmos que levam comer na marmita para casa, os mesmos que levam professores e funcionários a quotizarem-se para ajudar no essencial. E se o assistencialismo não é a resposta mas paliativo, estas experiências não deixam de dar contas dos “milagres” reais que as escolas fazem todos os dias, quando o governo continua mouco a políticas públicas prioritárias.

Isabel Salavessa, representante das Associações de Pais (e mães…) deu ainda o seu testemunho em defesa da escola pública, da qualidade que lhe deve ser exigida, nomeadamente ao nível das competências de língua, quando a multidisciplinarização é uma evidência.

As questões colocadas pel@s presentes foram muitas, pelo que fica apenas o sinal sobre prioridades para o debate futuro: o público dos CEF’s e a solidão da escola e dos professores perante a ausência de redes sociais e equipas multidisciplinares; o fim dos “chumbos” e a procura de estratégias que permitam falar sobre igualdade de oportunidades real; o destrunfar de áreas de saber como a História, na escolaridade obrigatória, quando o repto lançado pela Mesa fora o da valorização do conhecimento, da aprendizagem pela reflexão e pela compreensão do mundo em que se vive; da avaliação dos professores e do modelo de gestão centrado no director como peças do modelo empresarial.

O debate teve depois uma segunda parte que contou com os contributos de membros de diversos movimentos e sindicatos presentes sobre o momento da luta de professores e as perspectivas de futuro. Expressas as angústias, por diversos intervenientes, da situação de escolas onde a larga maioria de professores cedeu ao medo e entregou objectivos individuais, a análise feita salvaguardou:

- que as formas de luta mais eficazes têm sido colectivas (greves, manifestações, posições de escola) e não as que colocam cada professor, individualmente, perante a ameaça real da desvalorização da carreira e da sua precarização;

- que é errada qualquer ostracização d@s colegas que procederam à entrega dos O.I porque ela não corresponde ao seu consentimento às políticas do governo;

- que tem ganho espaço a consciência dos riscos que a escola pública corre com este governo;

- que o apelo da resistência escola a escola foi correcto e que as respostas têm sido muito diversificadas (e também dependentes da resistência ou da capacidade de intimidação dos poderes locais, nomeadamente dos PCES), estando para breve a contabilização do número de professores e escolas que resistiram a esta fase da avaliação;

- que a luta está aí e para continuar, devendo ser estratégica e aceitar formas de radicalização consensualizadas (incluindo a marcha pela educação ou um número de dias de greve mais eficaz).

Vê aqui mais fotos e ideias

terça-feira, janeiro 27, 2009

MEP - «Escola: o que temos, o que queremos» - 31/Jan, Esc. Sec. Camões

(carregue na imagem para aumentar)

Escola: o que temos, o que queremos

Há mais escola para lá da avaliação de professores e do Estatuto da Carreira Docente. Que escola procuramos e defendemos?
A escola inclusiva é uma miragem?
O sucesso para todos é facilitismo?
A escola é prazer, esforço ou disciplina?
Professores: profissionais livres e responsáveis ou funcionários obedientes?
Alunos: aprender como e o quê?

É urgente.....Agir sobre o que conta!


31 de Janeiro, Auditório da Escola Secundária Camões, Lisboa (Metro Picoas)


15h: Debate - Escola: o que temos, o que queremos

Com:

Luíza Cortesão (docente na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Univ. do Porto, Presidente do Insitituto Paulo Freire – Portugal)
Manuel Sarmento (docente na Universidade do Minho)

Painel de comentadores:


Isabel Salavessa (Associações de Pais e Encarregados de Educação das Escolas Inês de Castro e Avelar Brotero, de Coimbra)
Joaquim Raminhos (Director do Centro de Formação de Professores de Escolas do Barreiro e Moita)
Rosário Matos (Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas Francisco Arruda, de Lisboa)

17h30: Sessão com representantes de movimentos e sindicatos de professores para debater futuras acções de luta



Iniciativa promovida pelo Movimento Escola Pública Igualdade e Democracia

quarta-feira, janeiro 21, 2009

MEP - Debate sobre a Escola Pública: 31/01/2009, Escola Secundária Camões

Debate sobre a Escola Pública a 31 de Janeiro

Escola: o que temos, o que queremos

Há mais escola para lá da avaliação de professores e do Estatuto da Carreira Docente. Que escola procuramos e defendemos?
A escola inclusiva é uma miragem?
O sucesso para todos é facilitismo?
A escola é prazer, esforço ou disciplina?
Professores: profissionais livres e responsáveis ou funcionários obedientes?
Alunos: aprender como e o quê?
É urgente.....Agir sobre o que conta!


31 de Janeiro, Auditório da Escola Secundária Camões, Lisboa (Metro Picoas)

15h: Debate - Escola: o que temos, o que queremos

Com:
Luíza Cortesão (docente na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Univ. do Porto, Presidente do Insitituto Paulo Freire – Portugal)
Manuel Sarmento (docente na Universidade do Minho)

Painel de comentadores:
Isabel Salavessa (Associações de Pais e Encarregados de Educação das Escolas Inês de Castro e Avelar Brotero, de Coimbra)
Joaquim Raminhos (Director do Centro de Formação de Professores de Escolas do Barreiro e Moita)
Rosário Matos (Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas Francisco Arruda, de Lisboa)

17h30: Sessão com representantes de movimentos e sindicatos de professores para debater futuras acções de luta

Iniciativa promovida pelo Movimento Escola Pública, Igualdade e Democracia

sexta-feira, novembro 28, 2008

PROmova: Movimento debate o modelo de avaliação com elementos das juventudes partidárias

clique na imagem para ler

O colega Octávio V Gonçalves, membro do Núcleo de Estratégia do Movimento PROmova, debate o modelo de avaliação do desempenho e as políticas educativas deste Governo com elementos das juventudes partidárias, no programa "“Pontos nos J,s”" da Rádio Universidade FM 104.3 FM - Vila Real.
O programa será emitido no próximo dia 30 de Novembro (Domingo), às 11:00 horas, podendo ser sintonizado via Internet.

Em anexo, disponibilizamos a transcrição de algumas partes do debate, tal como publicada no semanário A Voz de Trás-os-Montes, no dia 27 de Novembro (Quinta-feira). (ver aqui)

segunda-feira, novembro 24, 2008

Aguardam-se novidades...

Prós e Contras na RTP1 - 24-11-08
Neste Programa:

Como vai terminar o braço-de-ferro entre a Ministra da Educação e os professores? Suspensão ou Simplificação!
O maior debate da televisão portuguesa abre a porta aos professores para uma discussão alargada sobre Educação.
Como é que a avaliação dos docentes afecta a vida escolar?
O que vem aí? A Paz ou a Guerra nas escolas?

quarta-feira, outubro 08, 2008

Proposta de Acção: Colabore neste desafio!

Mais do que nunca é convém fazer alguma coisa antes dos actos eleitorais e confrontar todos os partidos com as suas propostas para a educação, captando a atenção da opinião pública.
A este propósito, renovo o desafio que há tempos lancei - quem quer colaborar? Eu sei que dá algum trabalho, mas poderia dar algum fruto...
Como sabem, a par de todas as questões ligadas ao ECD, gestão, avaliação, etc., existem outras igualmente importantes que têm a ver com o ataque sistemático de que está a ser alvo a escola pública. Há que alertar o mais possível a opinião pública para esta situação, tentando desse modo influenciar o discurso político. Por isso nos lembrámos de lançar o desafio que se segue.
Quem quer participar?

PROPOSTA

Considerando que

a) Falta pouco mais de um ano para as próximas eleições legislativas;
b) estamos presentemente a atravessar um momento animado da vida política nacional que afecta vários sectores do espectro partidário e que essa situação torna o debate ideológico muito premente;
e que
c) o Ensino/Educação e a Escola Pública constituem questões políticas da maior relevância para o futuro da democracia na república portuguesa;

Propomos que se constitua um grupo de trabalho que assuma o acompanhamento permanente daquelas matérias na vivência política nacional e que, nesse sentido, promova um programa sistemático de interpelação dos partidos relativamente àquelas questões.

Mais concretamente, a esse grupo de trabalho caberia:

1. acompanhar a actividade partidária nestes domínios e recolher todas as posições públicas tomadas pelos partidos nesta matéria – programas eleitorais, iniciativas legislativas, intervenções nos meios de comunicação, etc.;
2. organizar um questionário pormenorizado com questões concretas a apresentar aos partidos;
3. promover um programa de debates públicos a nível nacional sobre estas questões.
4. criar um espaço específico na internet destinado a promover a difusão pública alargada de toda a informação recolhida.
5. animar, naquele mesmo espaço, um debate vivo e permanente sobre esses temas.


Maria Isabel Guerreiro
Luis Manuel Mateus

quinta-feira, maio 22, 2008

CONFAP: Debate sobre o Dec.-Lei nº. 75/2008

NOVO REGIME JURÍDICO DE AUTONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DOS ESTABELECIMENTOS PÚBLICOS DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

Decreto-Lei 75/2008, publicado no DR n.º 79, de 22 de Abril

DEBATE
Dia 24 de Maio – 14.30 horas
Auditório da Câmara Municipal da Amadora
Av. Movimento das Forças Armadas – Amadora
(junto à Estação C.F.)

Vem participar nesta sessão de debate e esclarecimento sobre o novo regime de gestão, designadamente, quanto à participação dos pais na vida das escolas e nos seus órgãos de gestão.

Programa

- Apresentação feita por Francisco Oliveira, presidente da Federação Regional das AP de Braga.
- Debate.
Sessão aberta à comunidade educativa
Entrada livre

Organização:
CONFAP—Confederação Nacional das Associações de Pais
FAPCA—Federação das APs do Concelho da AmadoraApoio: Câmara Municipal de Amadora

sexta-feira, março 14, 2008

Debate CDEP (Univ. Sénior, Palácio Ribamar, Algés 15/Março, 15h).

Cara(o)s colegas,
Como sabem, além do Movimento Civico em Defesa da Escola Pública (Leiria), também o Movimento Escola Pública (de Lisboa) nos comunicou não estar disponível para fazer a reunião prevista para sábado.
Contudo, como já tínhamos feito outros contactos e havia uma sala disponibilizada em Algés, a CDEP decidiu não cancelar a reunião de trabalho de sábado.




Debate

Organizado pela Comissão de Defesa da Escola Pública (CDEP) e outros grupos ou movimentos que lutam pela defesa da Escola Pública

dia 15 de Março, a partir das 15h

Sala da Universidade Sénior, no Palácio Ribamar

(por baixo da Biblioteca Municipal de Algés)


Para reflectir sobre um conjunto de questões, nomeadamente:


1) Como ajudar a dar seguimento ao formidável movimento que os professores desenvolveram e que culminou na manifestação nacional de 8 de Março, em Lisboa?

2) Como podemos contribuir para a Defesa da Escola Pública e dos intervenientes no processo educativo?

3) Que iniciativas tomar?


Trata-se de uma reunião aberta a todos quantos pretendem

defender a Escola Pública. Participe.


quinta-feira, março 13, 2008

Como interpretar a Marcha da (nossa) Indignação?

Antena 1 - Terra Nostra - Marcha da Indignação (balanço)

[Hoje, na Antena 1, Carlos Magno e Carlos Amaral Dias abordaram a Marcha da Indignação. Aqui ficam os aspectos mais importantes...]

Derrotados da Marcha da Indignação:
- A Ministra;
- Os sindicatos e partidos políticos (porque em nenhum momento seriam capazes de pôr na rua 100.000 professores).

Que papel terá a rua, à luz do sistema representativo que temos e das democracias modernas?
O que aconteceu foi um sintoma de qualquer coisa!
A sociedade civil está a romper com as categorias político-partidárias e se está a exprimir em algo não contenível.
Foi uma Manifestação pós-moderna, em que tudo é relativo.

Quem estava na Manifestação?
20.000 ou 100.000 não é a mesma coisa!
Líderes sindicais que estão a trabalhar para lideres da CGTP, pessoas sindicalizadas há muito tempo que vão sempre. E também pessoas de direita e de esquerda e deste mundo e do outro que foram porque estão contra a Ministra.

Qual é o ponto de retorno?
Não há ponto de retorno. Estes professores ficam com fôlego suficiente para levar a manifestação para dentro das escolas. Sendo assim não há avaliação. Não vai haver avaliação nas escolas... Curiosamente é a posição do Marcelo Rebelo de Sousa e António Vitorino, que até já apresentaram na televisão a receita para o recuo.

O que quer isto significar do ponto de vista da governação?
Está criada uma rebelião, pois quando não se cumpre a legislação é isso que acontece.

Como resolver?
Esquecer que a Marcha aconteceu seria o mais fácil, mas não é possível (!!!). A Minstra não recuou. Há um problema político: nas escolas nao se vai cumprir uma lei que este governo e esta assembleia da republica aprovaram. Qual vai ser a posição do Presidente da República perante a rebelião?

Do ponto de vista politico, como vai isto evoluir?
Vai evoluir para um ponto de ruptura. A Ministra não precisa de avançar nem de recuar. O recuo vai ser feito pelos professores que se vão recusar a proceder à avaliação. depois vão surgir os maquilhadores para inventar uma forma de maquilhar a situação.

Conclusão:
A Ministra da Educação, o Governo e os Sindicatos meteram-se num 31, cada qual à sua maneira, do qual vai ser difícil sairem!

segunda-feira, março 10, 2008

Debater a Precariedade

Escola a crédito:
estudar para a precariedade ?

Precári@s Inflexíveis
convidam:
Rui Tavares - Historiador e jornalista
António Nóvoa - Reitor da Universidade de Lisboa

Quarta-feira 12 Março
19h Sala de Exposições
Fac. Letras (Universidade Lx)

O PI - Precários Inflexíveis é um grupo de denúncia e resposta à precariedade no trabalho e na vida. precariosinflexiveis@blogspot.com