Mostrando postagens com marcador escolas resistentes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador escolas resistentes. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, abril 03, 2009

Canalha ataca Gestão Democrática nas Caldas da Rai nha! - 4 perguntas à Direcção do SPGL/FENPROF


Citação de: SPGL/FENPROF


Ministério da Educação demite Conselho Executivo de Santo Onofre

CONTRA AS ESCOLAS MARCHAR, MARCHAR

(OU COMO SE DESTRÓI UM PROJECTO DE SUCESSO)


A demissão imposta pelo Ministério da Educação ao Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Santo Onofre, em Caldas da Rainha, tem um primeiro significado: para este Ministério da Educação o que menos importa é a qualidade das escolas e o bom ambiente de trabalho indispensável ao sucesso das aprendizagens. O Agrupamento de Santo Onofre colocou o interesse dos alunos acima da “guerra da avaliação de desempenho” e, por isso mesmo, rejeitou integralmente o modelo do ME, um modelo que substitui a cooperação pela concorrência e o trabalho colectivo pelo individualismo.

Numa visão muito “especial” de autonomia, o Ministério da Educação quer impor às escolas deste agrupamento um modelo de gestão e um modelo de avaliação que a escola de facto rejeita. Que a escola /agrupamento funcione bem, que os alunos tenham sucesso real (e não apenas estatístico…) que os professores se sintam unidos na construção de um projecto inovador e criativo, que a ligação com a comunidade seja exemplar, nada disso interessa aos que têm a arrogância do poder como único argumento. Como também não lhes interessa os vários prémios que o agrupamento tem recebido do jornal “O Público” na promoção dos jornais escolares, como não lhes interessa o terem sido pioneiros na informatização da escola e no cartão electrónico, como não lhes interessa o trabalho desenvolvido que a fez passar de TEIP a escola onde todos queriam matricular os filhos, como não lhes interessa os resultados escolares dos alunos, como não lhes interessa todos os projectos que ao longo dos anos tem desenvolvido com sucesso.

Ao que se sabe, o Ministério da Educação, do alto do seu despotismo nada iluminado, terá já nomeado três docentes para substituir - com que legalidade? - o Conselho Executivo legitimamente eleito. Um vindo de Peniche, outra de uma biblioteca e um outro não se sabe ainda donde … Paraquedistas impostos contra toda a comunidade escolar, poderão cumprir o seu papel de comissários políticos, mas não conseguirão, certamente, manter e desenvolver um projecto que exige paixão e uma liderança democraticamente aceite. Nestas coisas, o abuso de poder pura e simplesmente não funciona ou é mesmo contraproducente…

Esta brutal intervenção do Ministério da Educação (repete-se: em tudo contrária aos interesses dos alunos e aos de toda a comunidade) pretenderá talvez ser um “aviso à navegação“. “Quem se mete com o PS…leva!“. Lembram-se? Maria de Lurdes Rodrigues & Cia. passam agora à prática as diatribes verbais de Jorge Coelho: “Quem se mete com o ME… leva!“. Esta trupezeca pouco instruída ignora possivelmente que a história nunca deixa de derrubar, mais cedo ou mais tarde, os tiranetes e tiranetezitos de tigela ou de meia tigela e que o respeito pelo trabalho de gente honesta e competente é realmente aquilo que perdura. Sobretudo quando a honestidade e a competência têm de se impor contra a arrogância incompetente e ignorante de quem, por acaso e transitoriamente, ocupa os cadeirões do poder.

A direcção do SPGL exorta os professores e educadores do Agrupamento de Santo Onofre a que não desistam. O projecto de verdadeira autonomia que têm vindo a erguer não pode ser destruído. As trevas não duram sempre.

A Direcção do SPGL

_____________________________________________________________________________________________________________________________



Depois da intimidação sobre o PEC do Agrupamento de Colares (Sintra), canalha ataca Gestão Democrática nas Caldas da Rainha! - 4 perguntas à Direcção do SPGL/FENPROF


Este comunicado, assinado pela Direcção do SPGL/FENPROF, está muto bem. Aliás, nestas coisas fica sempre bem forte retórica temperada por poesia. Mas, dada a dimensão deste autêntico acto de guerra da gentinha, só com paralelo no ME de Cardia (ver artigo reproduzido abaixo), pergunta-se:


1- O Presidente do SPGL/FENPROF, António Avelãs, já se deslocou ao local e reuniu de imediato com o CE democrático demitido e com os colegas em luta para em conjunto se delinearem se estratégias e formas de luta de forma a derrotar os intentos da canalha? Se ainda não o fez de que está (mais) à espera?!

2- Igualmente, de que estão à espera os órgãos sindicais geograficamente mais próximos do agrupamento atacado (Direcção Regional do Oeste e de Direcção da Zona das Caldas da Rainha do SPGL/FENPROF) para se porem em campo nem que seja para - em ano de eleições para os corpos gerentes - mostrarem algum serviço sindical?

3- Dessas formas de luta, a decidir democraticamente, a gravidade da situação não justificaria que a Direcção sindical não avançasse JÁ com a proposta de uma greve de solidariedade a realizar em tempo oportuno, quanto mais não fosse, também pelos agrupamentos vizinhos do ora atacado pela canalha?

4- Será exagerado ou irrealista exigirmos isto dos (ainda) dirigentes de uma organização sindical, cuja linha, ao arrepio da matriz fundadora e estatutária, se tem pautado nos últimos anos por estranhos ziguezagues e sobretudo por uma inércia insuportável face à camarilha que, aproveitando todas as folgas concedidas, agora revela a sua verdadeira face nas Caldas da Rainha?




- SOLIDARIEDADE INCONDICIONAL COM OS PROFESSORES E O LEGÍTIMO CONSELHO EXECUTIVO DO AGRUPAMEMTO DE STO. ONOFRE!

- PELA REPOSIÇÃO DA LEGALIDADE!

- EM DEFESA DA GESTÃO DEMOCRÁTICA!

- A LUTA CONTINUA!



Paulo Ambrósio

sócio nº 55177 do SPGL/FENPROF (Região de Lisboa, Zona Oeiras-Cascais)
subcoordenador da Frente de Professores Desempregados do SPGL/FENPROF
membro do Grupo da Precariedade e Desemprego Docente da FENPROF
membro do Grupo de Sindicalistas Independentes "Autonomia Sindical"
moderador global do Portal wwww.saladosprofessores.com

domingo, fevereiro 01, 2009

PROmova - Compromisso e agenda

PROmova.jpg

DIREITO À INDIGNAÇÃO E ESPÍRITO DE RESISTÊNCIA

Compromisso e agenda do PROmova:

Para o Movimento PROmova a participação em manifestações, a adesão a greves, a assinatura de moções, o reenvio de e-mails ou o gritar de palavras de ordem não são fins em si mesmos, mas estratégias instrumentais ao serviço de reivindicações inalienáveis que exigem coerência, coragem e determinação na defesa das mesmas. Caso contrário, a contestação dos professores é folclore que apenas contribui para desacreditar a classe perante a opinião pública.

De igual modo, o PROmova afasta-se, completamente, do paradigma clássico de negociação, em que se aposta na mobilização e se faz muito ruído, para depois se deixarem os professores entregues a si próprios e se abandonar a defesa intransigente das razões e princípios em que se acredita. Neste sentido, alertamos para a “casca de banana” que o ME lançou aos Sindicatos ao pô-los a discutir as vagas para titulares, quando os professores repudiam a divisão da carreira e exigem que os Sindicatos a recusem liminarmente, abstendo-se de participar neste tipo de negociações. Caso contrário, é o descrédito dos Sindicatos perante os professores.

No que nos diz respeito, os professores podem contar com a nossa convicção, persistência e espírito aguerrido na defesa dos princípios a seguir explicitados. NÃO DESISTIREMOS DE OS VER IMPLEMENTADOS E NINGUÉM NOS CALARÁ OU VERGARÁ ATÉ À CONCRETIZAÇÃO DOS MESMOS.

Princípios de que não abdicaremos:

1) exigência de um modelo de avaliação do desempenho docente, suportado num modelo simples, exequível, credível, justo e reconhecido pelos professores;

2) defesa da existência de avaliação externa das escolas, em articulação com "Equipas Multidisciplinares de Avaliação e de Apoio à Docência", cujos elementos seriam propostos pelos Departamentos, dentre os professores, reconhecidamente, mais experientes em diversos domínios, sendo sujeitos a formação sistemática e continuada;

3) revogação da divisão arbitrária e injusta da carreira entre "titulares" e "professores", a qual apenas contribuiu para gerar mau ambiente nas escolas e para desacreditar este modelo de avaliação;

4) defesa da inaplicabilidade do princípio das quotas à educação, uma vez que se trata de um mecanismo artificial de condicionamento da progressão na carreira, mas nunca de um dispositivo articulável com a avaliação do desempenho, pois, aí, pode funcionar como agente de desmotivação para professores igualmente excelentes, mas sem cabimento na quota. Substituição das quotas pela regulamentação de um concurso público, perante um júri, que diferencie e premeie práticas lectivas de excelência;

5) enfocar a avaliação do desempenho na componente pedagógica e científica da prática docente, consubstanciada em parâmetros simples e num número restrito e parcimonioso de itens, tais como preparação e gestão de aulas, planificações de longo e médio prazo e seu cumprimento, inovação/criação de materiais didácticos, aportes formativos de natureza pedagógica e científica, assim como estratégias de acompanhamento das dificuldades dos alunos;

6) nunca será admissível que a avaliação de desempenho docente seja um factor de valorização/penalização nos concursos dos professores;

7) abolição da prova de ingresso promovendo, isso sim, estágios pedagógicos integrados numa real prática lectiva com acompanhamento científico-pedagógico por parte de professores que tenham tido formação especializada nesse sentido;

8) revogação da legislação que reintroduziu a figura do “reitor”, fazendo tábua rasa da avaliação da IGE que considerou muito positivo o funcionamento do actual modelo de gestão, na esmagadora maioria das escolas.

A partir destes princípios, que nos parecem consensuais na classe docente e a maioria deles aceites por todos os partidos políticos da oposição, será possível construir um diálogo profícuo e avançar-se no sentido da promoção qualitativa das escolas e da melhoria das qualificações humanas e científicas dos alunos. Não é isto que é relevante para o país?

Entre várias propostas de continuação da contestação dos professores, que divulgaremos brevemente, o Movimento PROmova aposta na campanha ESCOLAS DO LADO CERTO, pelo que prossegue com a divulgação do número de professores que recusaram a entrega dos Objectivos Individuais. Desafiamos, desde já, cada professor que não entregou os Objectivos Individuais a enviar-nos o seu nome e escola/agrupamento de pertença, pois estamos dispostos a criar um QUADRO DE HONRA dos professores que resistem sem medo.

Professores NEDOI (Não Entrega Dos Objectivos Individuais) em ESCOLAS DO LADO CERTO:

ESCOLAS QUE ASSINARAM MOÇÕES DE REJEIÇÃO DESTE MODELO DE AVALIAÇÃO

Agrupamento de Escolas Diogo Cão - Vila Real
Entregaram os OI: 40 professores.
Não entregaram os OI: 239 professores.

Escola Secundária Camilo Castelo Branco - Vila Real
Entregaram os OI: 20 professores.
Não entregaram os OI: 140 professores.

Escola Secundária de S. Pedro - Vila Real
Entregaram os OI: 28 professores.
Não entregaram os OI: 85 professores.

ESCOLAS QUE NÃO ASSINARAM MOÇÕES DE REJEIÇÃO DESTE MODELO DE AVALIAÇÃO

Escola Secundária/3 de Mirandela
Entregaram os OI: 74 professores.
Não entregaram os OI: 66 professores.

Apelo do PROmova aos Conselhos Executivos e aos demais professores:

A divulgação destes números está, obviamente, dependente da boa vontade dos Conselhos Executivos e/ou dos dinamizadores das Moções de rejeição deste modelo de avaliação.

Como tal, solicitamos o favor de nos enviarem os dados para profsmovimento@gmail.com)

domingo, janeiro 18, 2009

Mobilização para a greve nacional de professores de 19/01/2009

A vitória é dos PROFESSORES!

Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

122 moções às 22:00: 49 agrupamentos e 73 escolas. A aprovação de moções de rejeição da ADD está imparável

Não param de chegar moções de rejeição da avaliação burocrática de desempenho. Publicarei algumas moções amanhã. Não posso publicar todas. Optarei pelas mais curtas. Confirma-se que é no Norte e no Centro que é mais forte o movimento de resistência interna nas escolas. Há muitas escolas do Norte e do Centro onde o processo de avaliação de desempenho nem sequer começou. Infelizmente, temos assistido a um comportamento miserável de alguns PCEs do Sul e de Lisboa. Mas há de tudo. Há os PCEs que honram a profissão docente e que são exemplos de coragem e verticalidade, como é o caso da colega Rosário Gama e dos 138 PCEs que a acompanharam na reunião de Santarém do dia 10/1 e que estarão, de novo, reunidos, em Coimbra, no dia 7/2. Há os PCEs que já se portam como ditadores. Há um caso que eu vou revelar amanhã de um comissário político de uma escola do Algarve que foi ao ponto de proibir a circulação, na sala de professores, de fotocópias de textos de blogs críticos para a política educativa do Governo. E há os camaleões que se dizem amigos dos professores mas que tudo fazem para os dividir.
Veja aqui a lista alfabética de moções de rejeição da avaliação burocrática de desempenho. É a actualização feita às 22:00. Amanhã, continuarei a actualizar a lista

Janeiro 16, 2009

Público" href="http://educar.wordpress.com/2009/01/16/comentario-no-publico/" target="_blank">Comentário No Público

Posted by Paulo Guinote under Posições, Simplex
Público" href="http://educar.wordpress.com/2009/01/16/comentario-no-publico/#comments" target="_blank">[148] Comments

pub16jan09O texto é uma versão retocada do que postei aqui na 4ª feira. A imagem, por enquanto, não dá para ampliar.

Porque não entregarei os Objectivos Individuais

Esta semana, por todo o país, dezenas, centenas de escolas e milhares de docentes voltaram a manifestar a sua oposição à implementação do modelo de avaliação legislado pelo Ministério da Educação em Janeiro de 2008 e já simplificado por duas vezes para se criar a ficção de que é aplicável. Nesta segunda (terceira?) tentativa de dar vida ao modelo, optou-se por deixar do edifício inicial apenas a fachada, para não o substituir por outro mais correcto.
Na minha escola, em votação secreta, numa Reunião Geral de Professores, uma larga maioria pronunciou-se pela não entrega dos Objectivos Individuais (OI) após debate sobre as várias vias de contestação possível. Não foi elaborada moção por se ter chegado à conclusão consensual que este é um momento para tomadas de posição individuais, assumindo cada um as suas razões para os seus actos. Deixo apenas aqui os fundamentos do meu voto contra a entrega dos OI e porque prefiro isso a adoptar uma das outras duas vias em presença (aceitar o simplex ou pedir a aplicação extensiva do modelo).
a) Não aceito o simplex por ser um simulacro de avaliação, mero pretexto eleitoralista e demagógico, de onde está ausente a componente essencial do trabalho de um docente.
b) Não acho, neste momento, válida a opção da aplicação extensiva do modelo, no sentido da implosão do modelo, porque isso significaria aderir a um processo em que o meu desempenho neste pseudo-"ciclo de avaliação" se resumiria à análise do meu trabalho em menos de seis meses, em duas aulas e um porta-folhas mais ou menos volumoso. Ora não é assim que se consegue aferir da excelência do trabalho de um docente que tem orgulho no que faz.


Por isto, e por outras razões que vos poupo de evocar, decidi não entregar os meus OI no prazo que me for apresentado, independentemente das consequências que isso acarrete, embora garanta que resistirei por todos os meios contra qualquer tentativa de penalização disciplinar que agrave a não progressão na carreira.
Mas não há "lutas" (não gosto da terminologia guerreira, mas…) sem riscos. E ninguém pode ir para a guerra apenas depois de ter a garantia de que ninguém dispara contra si ou que se o fizer é de mansinho e na direcção do dedo mindinho.



Não entreguem os objectivos individuais, apela Rosário Gama


"Rosário Gama, uma das representantes dos 139 presidentes dos Conselhos Executivos (PCE) que, no sábado, se reuniram em Santarém para reclamar a suspensão da avaliação, diz que saiu do longo encontro com a ministra da Educação, ontem, com uma certeza: "Está tudo na mão dos professores. Terão de ser eles a travar o processo, não entregando os objectivos, e nós só podemos apoiá-los."

Tal como impõe a lei e foi decidido em Santarém, os PCE vão mesmo determinar e afixar o calendário das várias fases da aplicação do modelo de avaliação. No entanto, voltou ontem a frisar Rosário Gama, "os professores sabem que podem contar" com o seu apoio. Significa isto, na prática, que pelo menos aqueles 139 PCE optarão pelos prazos mais alargados; não pedirão aos professores que entreguem os objectivos; e, entretanto, a 7 de Fevereiro, voltam a reunir-se para decidir novas medidas a adoptar. Com uma certeza, diz Rosário Gama: "Nessa altura, seremos mais do que 139 e a nossa capacidade de reivindicação estará reforçada."

Este protelar do processo, no entanto, admite a docente, só será eficaz "se um número significativo de professores não entregar os objectivos". Um cenário que, ao longo dos últimos dias, foi entusiasmando os responsáveis pelos variadíssimos blogues de docentes que contestam a avaliação, alguns dos quais de movimentos de professores independentes de sindicatos."

(excerto da notícia do jornal público de hoje)

Lê o Manifesto entregue ao Ministério, com os Conselhos executivos que o subscrevem

Greve 19 de Janeiro

Caro(a) professor(a)

Caro(a) educador(a)

Tornou-se já evidente para todos os docentes que o Estatuto de Carreira Docente imposto pelo Ministério da Educação aos professores e educadores, contra a opinião de todos os docentes representados pelos seus sindicatos, é um instrumento forjado para desvalorizar a profissão e diminuir a qualidade da escola pública. O mais que absurdo modelo de avaliação de desempenho com que o ME lançou o mais generalizado caos nas escolas, numa atitude de menosprezo pelos interesses e direitos dos alunos, é apenas um corolário do pior que o ECD instituiu: a divisão dos professores em duas categorias (reduzindo para a esmagadora maioria dos docentes em 40% as expectativas salariais futuras), a definição administrativa de quotas para a atribuição de classificações de "muito bom" e "excelente" (que o ME pretende que condicionem a graduação profissional para concurso, esquecendo que a arbitrariedade da atribuição dessas classificações provocaria injustiças irreparáveis), a transferência linear para as escolas de lógicas empresariais, assentes na competição entre "pares" e na definição de "objectivos individuais", como se a escola fosse apenas uma "soma" de professores/educadores.

A classe docente reagiu com grande determinação e lucidez a esta desastrada política do ME, política de resto alicerçada numa irresponsável e mentirosa campanha contra a imagem e o prestígio social dos docentes. Fez gigantescas manifestações, fez em 3 de Dezembro uma greve memorável.

Colega,

o que lhe pedimos é que mantenha ou mesmo reforce a pressão sobre o Ministério com mais uma grande greve no dia 19 de Janeiro, 2º ano de publicação do Estatuto de Carreira Docente que nos vai desgraçando – a nós, mas também às escolas em que trabalhamos. Os professores, através dos seus sindicatos, "decretaram" então que o dia 19 de Janeiro seria sempre um dia de luto e de luta enquanto o ECD não fosse profundamente alterado. Este ano, os professores aprovaram, em 8 de Novembro, que seria um dia de greve nacional. Mas é uma greve que assume ainda maior importância porque, pressionado pelas lutas dos professores e educadores, o ME aceitou iniciar um processo de revisão do ECD a partir de 28 de Janeiro. A força negocial dos sindicatos também depende do sucesso desta greve.

Não hipoteque o futuro. O seu e o da Escola Pública. Faça greve no dia 19 de Janeiro!

O Presidente do SPGL

quinta-feira, janeiro 15, 2009

ESCOLAS DO LADO CERTO - lista provisória e moções

ESCOLAS DO LADO CERTO / Cresce, imparável, o número de escolas que suspenderam o processo de avaliação ou que reafirmaram a suspensão, agora à luz do "Simplex II" / Eis a lista das Escolas e Agrupamentos, cujos professores recusam a entrega dos objectivos individuais e/ou suspendem a participação neste processo de avaliação. Esta lista vai aumentar nos próximos dias, à medida que nos chegarem as moções aprovadas:

Escola Secundária Infanta D. Maria - Coimbra (dia 6 de Janeiro de 2009) # Agrupamento de Escolas de Santo Onofre - Caldas da Rainha (dia 7 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária D. Sancho I - Vila Nova de Famalicão (dia 7 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária de Vergílio Ferreira - Lisboa (dia 7 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária Sá de Miranda - Braga (dia 8 de Janeiro de 2009) # Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade - Almada (dia 10 de Janeiro de 2009) # Agrupamento de Escolas de S. Miguel - Guarda (dia 12 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária de Lousada (dia 12 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária André de Gouveia - Évora (dia 12 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso (dia 12 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária de Silves (dia 13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária/3 de Carregal do Sal (dia 13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária D. João II - Setúbal (dia 13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária Gabriel Pereira - Évora (dia 13 de Janeiro de 2009) # Agrupamento de Escolas Luísa Todi - Setúbal (dia 13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária com 3º ciclo do Entroncamento (dia 13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária de S. Pedro - Vila Real (13 de Janeiro de 2009) # Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar (13 de Janeiro de 2009) # Agrupamento Monsenhor Jerónimo do Amaral (13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária de Maximinos - Braga (13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária Marquês de Pombal - Lisboa (13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária/3 José Régio - Vila do Conde (13 de Janeiro de 2009) # Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Foz Côa (13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária de Serpa (13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária do Carregal do Sal (13 de Janeiro de 2009) # Escola EB 2,3 de Luísa Todi - Setúbal (13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária c/ 3º CEB de Cristina Torres - Figueira da Foz (13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária de Arganil (13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária Severino de Faria - Évora (13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária de Ponte de Lima (13 de Janeiro de 2009) # Escola EB2/3 de Real - Braga (13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária do Entroncamento (13 de Janeiro de 2009) # Agrupamento Vertical Clara de Resende - Porto (13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária de Caneças (13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária Alcaides de Faria - Barcelos (13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária de Arganil (13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária de Amora (13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária/3 Dr. Júlio Martins - Chaves (dia 13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária Fernão de Magalhães - Chaves (dia 13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária da Sé - Guarda (dia 13 de Janeiro de 2009) # Agrupamento Vertical de Escolas de Sabrosa (dia 13 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária/3 Abade Baçal - Bragança (14 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária de Emídio Navarro - Viseu (14 de Janeiro de 2009) # Escola Secundária de Vouzela (dia 14 de Janeiro de 2009) /

Ver Aqui a lista e as moções das ESCOLAS DO LADO CERTO - novas tomadas de posição em 2009

quarta-feira, janeiro 14, 2009

3ª vaga: Escolas reafirmam e radicalizam Posições! - SIMPLEX 2? NÃO OBRIGADO!

Escola D.João II (Setúbal) prossegue a luta com firmeza


Boa noite!
Venho dar-vos conta do resultado da reunião de professores realizada hoje na Escola Secundária D. João II – Setúbal (ao abrigo da lei sindical), em que 60 professores reiteraram a posição assumida anteriormente de não se envolverem directamente na sua avaliação, começando pela não entrega dos OI.Se for possível, gostaríamos de divulgar tanto quanto o possível esta posição, a qual vai em anexo a este mail. É importante divulgar para que cada vez mais escolas se sintam amparadas nesta luta, pois as decisões individuais a tomar nos próximos 15 dias parecem-nos essenciais para ganharmos a isto, ou morremos na praia.

Nota: o abaixo-assinado (ver aqui) encontra-se a circular entre os colegas desta escola e será votado na Reunião Geral de Professores, que se deve realizar nos próximos dias.
Publicada por Movimento Escola Pública em 15:19 0 comentários

Escola Secundária Gabriel Pereira aprova recusa de entrega dos Objectivos individuais por unanimidade


Caro colega

Em anexo envio o documento aprovado pelos professores da Escola Secundária Gabriel Pereira de Évora presentes na reunião de reflexão que teve lugar hoje pelas 10 horas. Por unanimidade os professores decidiram não entregar os Objectivos Individuais mantendo suspenso o modelo de avaliação imposto pelo Ministério da Educação.
Um abraço

Vê o documento
Publicada por Movimento Escola Pública em 15:16 0 comentários

Mais uma boa notícia


O Agrupamento de Escolas Luísa Todi, de Setúbal, realizou hoje, dia 13 de Janeiro, um Plenário de Professores que contou com 166 presenças. Neste plenário foi aprovada uma moção, apenas com 10 abtsenções. Este agrupamento mantém a suspensão dos procedimentos relativos à avaliação e a recusa de entrega dos objectivos individuais.

Foi também elaborado um documento que se destina a ser enviado ao ME onde se reiteram questões já anteriormente colocadas e que nunca foram respondidas.



Moção

Os professores da Escola EB 2,3 de Luísa Todi, reunidos no dia 13 de Janeiro, em reunião sindical, entendem que as condições objectivas para a aplicação do modelo, mesmo que simplificado, de avaliação do desempenho não se alteraram, tendo em conta os seguintes aspectos:
1. Os/as docentes exigem que o modelo de avaliação da actividade docente constitua um instrumento fundamental de valorização da escola pública e do desempenho dos/as professores/ as e educadores/as;
2. Entendem que qualquer alternativa ao actual modelo de avaliação do desempenho só pode passar pelo fim da divisão artificial da carreira em professores e titulares, uma fractura que descredibiliza o próprio estatuto profissional e a função docente;
3. Consideram também que a simplificação agora publicada em Diário da República (Decreto Regulamentar 1-A/2009, de 1 de Janeiro) despreza a componente científica e pedagógica do trabalho docente, ao mesmo tempo que, não mexendo no essencial do modelo e apresentando-se, apenas, como uma solução transitória, visa ganhar tempo aproveitando-se, cinicamente, do próprio calendário eleitoral para fazer valer, no futuro, medidas por todos rejeitadas;
4. Entendem ser lamentável, contudo, que o ministério da Educação e o Governo recorram à ameaça e à chantagem para forçarem os docentes a abdicarem da sua luta.
As declarações recentes do Secretário de Estado Adjunto e da Educação são condenáveis num quadro em que se iniciaram negociações entre Sindicatos e Ministério, visando, designadamente, rever a estrutura da carreira e o modelo de avaliação do desempenho.
Com esta atitude, o Ministério da Educação revela a sua intenção de manter este Estatuto da Carreira Docente, mesmo que, para isso, tenha de passar a ideia de que faz pretensas e irrelevantes cedências, a troco do abandono da luta pelos/as professores/as e educadores/as.
Assim, os/as professores/as e educadores/as presentes na reunião (ou abaixo-assinados) decidem:
• Manter a luta contra a viabilização deste modelo de avaliação do desempenho o qual não é bom para o processo de ensino, para as aprendizagens e para a supressão das dificuldades inerentes ao próprio processo educativo, sobre os quais a avaliação do desempenho deve, também incidir;
• Manter a disponibilidade para continuar a luta por um ECD que dignifique e valorize a profissão docente.
Manifestam ainda a sua solidariedade e apoio à iniciativa levada a cabo no dia 10 de Janeiro pelos Presidentes dos Conselhos Executivos, reunidos em Santarém, apelando desde já para a realização de uma manifestação alargada, junto do local onde irá decorrer a próxima reunião, no dia 7 de Fevereiro. Neste sentido, solicitam à Plataforma Sindical que divulgue e mobilize os docentes para esta iniciativa de solidariedade.
Publicada por Movimento Escola Pública em 15:12 0 comentários

Mais uma no lado certo

A Escola Secundária com 3º ciclo do Entroncamento reafirmou hoje, em Reunião Geral de Professores, a sua decisão em manter a suspensão do processo de avaliação do desempenho e de não assumir qualquer procedimento que a viabilize. Votaram 130 professores, com 124 votos a favor (95,3%), 2 contra, 3 brancos e 1 nulo. Apesar das ameaças. Com todos os receios e angústias (naturais). Mas ACREDITAMOS na justeza da nossa luta. Na força da nossa união. Na vontade da nossa coerência.

Publicada por Movimento Escola Pública

quinta-feira, dezembro 18, 2008

FENPROF - Em luta, pugnar por um ECD sem fractura e sem quotas; Defender o fim deste modelo de avaliação


Professores não mais aceitarão reuniões que só legitimem as soluções do Governo

Entre os combates decisivos que os educadores e professores têm pela frente, reforça-se a resistência à aplicação do modelo de avaliação que o Ministério da Educação (ME) quer impor a todo o custo; é, pois, imprescindível concretizar a suspensão dos procedimentos da avaliação do desempenho em vigor e fazer eco destas decisões, isolando o ME que teima em fazer de conta que está tudo a em marcha, como realça o órgão máximo da Federação entre Congressos.

Os Professores não aceitam ser comprados
nem vendem a sua dignidade

Por mais simplificações que se inventem, os professores não aceitarão um modelo que tem por base a existência de quotas, a divisão da carreira e a burocratização da profissão. É neste quadro que existem, nesta data, 17 de Dezembro, mais de 450 escolas não agrupadas e agrupamentos de escolas, por todo o país (Norte - 166, Centro - 136, Grande Lisboa e Vale do Tejo - 105, e Sul - 49), em que os professores decidiram suspender qualquer procedimento da avaliação do ME, sendo elevadíssimo o número das que tomaram posições de rejeição ou de exigência da suspensão. Na verdade, a avaliação do desempenho está parada e não reúne condições pedagógicas para prosseguir, regista o Conselho Nacional, que acrescenta:

Cada escola, cada agrupamento que torna pública a decisão, é um espinho no autoritarismo e prepotência do Governo. Se há escolas onde ainda não foi decidida a suspensão, este é o apelo que é importante fazer:
Os professores saberão contribuir para que isso se verifique a curto prazo, para que sejam cada vez mais os que se assumem sem equívocos do lado da suspensão. Afinal, fomos 120 mil em Lisboa, 134 mil em greve… Somos ainda mais a rejeitar este modelo de avaliação. Vamos assumi-lo, como já aconteceu em mais de 450 escolas não agrupadas e agrupamentos, pois, agora, é nas escolas que a luta se vence. É por essa razão que a aprovação da suspensão ou a sua confirmação é fundamental!

Nem o Ministério acredita no seu próprio modelo,
mas continua a querer impô-lo como solução impossível

De simplificação em simplificação, o ME, ele mesmo, desvaloriza a própria avaliação do desempenho que concebeu mas quer que as escolas o lancem, mesmo contra toda a lógica de prioridades do sistema educativo. O ME quer que as escolas determinem como seu principal fim, designadamente para este ano, a avaliação dos professores e não as aprendizagens dos alunos, já que estas acabam secundarizadas pela imposição de um modelo que os professores e as escolas rejeitam.

Num clima em que, de afirmação em afirmação dos governantes, se hipoteca qualquer relacionamento susceptível de poder ser classificado como negocial, Maria de Lurdes Rodrigues ignora a negociação de uma solução transitória para avaliar os professores. Faz publicar dois despachos em 16 de Dezembro. É aprovado, em conselho de ministros, um decreto-regulamentar ferido de morte por um conjunto de ilegalidades. São esforços do Governo que revelam as fragilidades do seu próprio modelo, mesmo quando os Sindicatos continuam a colocar à mesa das negociações sucessivas propostas de discussão de uma solução para este ano lectivo.

Direcções de trabalho

É perante este quadro muito negativo, de afronta aos professores, às escolas e aos seus órgãos, de desvalorização da negociação e do papel das organizações sindicais, de tentativa de fazer passar as suas posições alongando discussões estéreis, para as quais a ministra recusa definir cenários para a resolução dos problemas, que o Conselho Nacional da FENPROF considera necessário:

1. Reafirmar todo o apoio aos docentes, em particular, e às escolas/agrupamentos de escolas e aos seus conselhos executivos para que se concretize ou se mantenha a suspensão da avaliação do desempenho pretendida pela ME. Este processo está parado. A elevada consciência profissional dos docentes portugueses levou a que tal viesse a acontecer por todo o país. É necessário manter essa determinação e unidade que já garantiram a rejeição do modelo do ME/Governo.

2. Prosseguir a uma recolha militante de assinaturas no Manifesto em Defesa da Suspensão e Substituição do Modelo de Avaliação do Desempenho em vigor, para que este, em tempo recorde, seja o maior e mais significativo abaixo-assinado alguma vez realizado pelos professores.

3. Combater qualquer antecipação da aplicação do decreto-regulamentar de simplificação do modelo que o ME, mais uma vez, quer impor, seja ela promovida por órgãos de gestão das escolas, seja ela resultado da pressão ou coacção sobre as escolas por parte da administração educativa, designadamente DGRHE e Direcções Regionais.

4. Apoiar todas as iniciativas parlamentares que visem, objectivamente, suspender esta avaliação do desempenho, para o que se exige a manutenção resistente da luta dos professores e educadores.

5. Preparar providências cautelares a interpor imediatamente após a publicação em Diário da República do decreto-regulamentar da dita simplificação do modelo, visando impedir ilegalidades na sua aplicação e suscitando, mais uma vez, a sua rejeição, conduzindo à necessária substituição, designadamente através da revisão do ECD.

6. Apelar a todos os Professores que (porque tal não é obrigação legal) se recusem, em desobediência cívica, a entregar os seus objectivos individuais. Para esse efeito, os Sindicatos disponibilizarão todo o apoio aos professores e escolas, sempre que tenham que tomar essa decisão.

7. Defender uma negociação séria que garanta que a revisão do Estatuto da Carreira Docente tenha como pontos prioritários e de partida a assunção de dois aspectos centrais:

a. Eliminação da divisão da Carreira Docente em duas categorias;

b. A consagração de um modelo de avaliação do desempenho sem quotas

CASO O M.E. NÃO ACEITE, À PARTIDA, ACABAR COM A DIVISÃO DA CARREIRA ESTARÁ A CONDENAR QUALQUER SOLUÇÃO QUE PASSE POR UM PROCESSO NEGOCIAL. OS PROFESSORES NÃO O ACEITARÃO. A DISCUSSÃO SEGUINTE SOBRE A AVALIAÇÃO ESTARIA COMPROMETIDA, POIS ESTA DEPENDERÁ DA PRIMEIRA.

Em luta, pugnar por um ECD sem fractura e sem quotas
Defender o fim deste modelo de avaliação

O Conselho Nacional da FENPROF reafirma a necessidade de os professores recusarem e sacudirem as pressões a que estão a ser sujeitos e de que encontrem todas as estratégias possíveis, escola a escola, para que saia cada vez mais reforçada a Unidade nesta luta e nesse sentido, sublinha, será muito importante o envolvimento dos professores nas acções já agendadas:

22 de Dezembro
Entrega o ME do Manifesto contra o modelo de avaliação
e a sua simplificação neste ano lectivo, através da recolha massiva de dezenas de milhar de assinaturas

13 de Janeiro
Jornada Nacional de Reflexão e de Luta
, na qual os docentes e as escolas avaliem a evolução do processo de luta e negocial, apresentem propostas concretas e discutam as existentes para a revisão do ECD, para a substituição do actual modelo de avaliação do desempenho e para o prosseguimento da luta;

19 de Janeiro
Greve Nacional dos Professores
, que muito mais do que uma greve que assinale a passagem sobre a publicação do Estatuto da Carreira Docente imposto pelo Ministério da Educação, seja, principalmente, uma grande jornada de afirmação das posições dos professores contra a fractura na carreira, o modelo de avaliação do desempenho em vigor, a prova de ingresso na profissão, por horários de trabalho justos e pedagogicamente correctos e pela alteração das condições de aposentação dos docentes, em que, designadamente, sejam reconhecidas condições especiais de aposentação que tenho em conta o levado desgaste provocado pelo exercício continuado da profissão.

Fonte: FENPROF

quarta-feira, dezembro 10, 2008

PROmova - operação «Escolas do lado certo»

PROmova.jpg

Face à intransigência, à incoerência, à insensatez e à absoluta perda de credibilidade desta equipa ministerial, o Movimento PROmova lança a operação nacional "ESCOLAS DO LADO CERTO", destinada à amplificação e ao registo das escolas/agrupamentos que decidem não proceder à entrega dos objectivos individuais ou não participar em qualquer acto relacionado com este modelo de avaliação (na sua versão simplicomplexificada).
Se o Ministério da Educação já não dispõe da lucidez e do sentido de responsabilidade que lhe possibilite substituir as aberrações consubstanciadas neste modelo de avaliação e na divisão arbitrária da carreira, então fazem-no os professores, colectivamente, em cada escola/agrupamento.
Embora o PROmova não descure a sua associação e apoio a outras formas de contestação pública, como greves e manifestações, considera, todavia, que o caminho da dignidade dos professores constrói-se na resistência interna e na coragem histórica de, em uníssono, os professores recusarem a implementação de leis absurdas e injustas. A ética está acima do legalismo torpe e impositivo! Espreitem a história (mesmo a do PS) e verifiquem se não está!...
Sem os custos monetários das greves e sem o cansaço que as manifestações podem gerar, as armas dos professores são: "NÃO ENTREGAMOS" / "NÃO PARTICIPAMOS".

E entre as "ESCOLAS DO LADO CERTO" estão:

A Escola Secundária da Ramada - Odivelas (professores recusam a entrega dos objectivos individuais)

MOÇÃO


Com conhecimento a:
Presidência da República, Governo da República, Procuradoria da República, Plataforma Sindical,
Grupos Parlamentares, DREL, Órgãos de Comunicação Social.
Assunto: Avaliação de Desempenho Docente

Os professores da Escola Secundária da Ramada, reunidos em 12 de Novembro de 2008,
justificam a sua tomada de posição no que respeita à suspensão do processo de avaliação do
desempenho em curso nos termos e com os fundamentos seguintes:
1. A aplicação do modelo previsto no Decreto-Regulamentar n.º 2/2008 tem-se revelado
inexequível, por ser inviável praticá-lo segundo critérios de rigor, imparcialidade e justiça
exigidos pelos professores desta escola.
2. O modelo de avaliação de desempenho aprovado pelo decreto supracitado não está orientado
para a qualificação do serviço docente, como um dos caminhos a trilhar para a melhoria da
qualidade da Educação, enquanto serviço público.
3. O modelo de avaliação instituído pelo referido Decreto-Regulamentar destina-se, sobretudo, a
institucionalizar uma cadeia hierárquica dentro das escolas e a dificultar ou, mesmo, a impedir
a progressão dos professores na sua carreira.
4. O estabelecimento de quotas na avaliação e a criação de duas categorias que, só por si,
determinam que mais de 2/3 dos docentes não chegarão ao topo da carreira, completam a
orientação exclusivamente economicista em que se enquadra o actual estatuto da carreira
docente que inclui o modelo de avaliação decretado pelo ME.
5. Paradoxalmente, a aplicação do actual modelo de avaliação de desempenho está a prejudicar
o trabalho docente dos professores e educadores por via da despropositada carga burocrática
e das inúmeras reuniões que exige.
6. A maioria dos itens constantes das fichas não é passível de ser aplicada universalmente. Com
efeito, alguns só se aplicam a um número reduzido de professores. Outros, pelo seu grau de
subjectividade, ressentem-se de um problema estrutural – não existem quadros de referência
em função dos quais seja possível promover a objectividade da avaliação do desempenho.
7. O desenvolvimento do processo com vista à avaliação de desempenho não respeita o que
determinam os artigos 8º e 14º, do próprio Decreto-Regulamentar n.º 2/2008, uma vez que o
Regulamento Interno, o Projecto Educativo e o Plano Anual de Actividades não se encontram
aprovados por forma a enquadrar os seus princípios, objectivos, metodologias e prazos.
8. É evidente um clima de contestação e indignação dos professores e educadores, bem como a
degradação do ambiente de trabalho entre pares.
9. O próprio Conselho Científico da Avaliação dos Professores (estrutura criada pelo ME) nas
suas recomendações critica aspectos centrais do modelo de avaliação de desempenho, tais
como a utilização feita pelas escolas dos instrumentos de registo, a utilização dos resultados
dos alunos, o abandono escolar e a observação de aulas, como itens de avaliação.
10.Suspender o processo de avaliação permitirá: (i) recentrar a atenção dos professores naquela
que é a sua primeira e fundamental missão – ensinar; (ii) que os professores se preocupem
prioritariamente com quem devem – os seus alunos; (iii) antecipar em alguns meses a
negociação de um outro modelo de avaliação de desempenho docente, quando já estão
em circulação outras propostas diferentes e surgidas do meio sindical.
Face ao exposto, os professores desta escola decidiram, por maioria significativa,
suspender a participação neste processo de Avaliação de Desempenho, não entregando
objectivos individuais, não solicitando a observação de aulas e suspendendo as actividades da
Comissão de Coordenação da Avaliação de Desempenho, até que se proceda a uma revisão
concertada do mesmo, que o torne exequível, justo, transparente, ou seja, capaz de contribuir
realmente para o fim que supostamente persegue, uma Escola Pública de qualidade.

Ramada, 17 de Novembro de 2008

terça-feira, novembro 18, 2008

Esta MOÇÃO foi até ao momento subscrita por professores das seguintes escolas:

LEIAM AQUI A MOÇÃO E SUBSCREVAM-NA SE AINDA NÃO O FIZERAM! DIVULGUEM-NA!


EB1 Visconde Leceia (Barcarena)

EB2,3 Visconde de Juromenha (Mem Martins)

EB2,3 de Albarraque

EB2,3 de Alapraia (Estoril)

JI “O Palhaço” (Linda-a-Velha)

Esc. Sec. Amélia Rey Colaço (Linda-a-Velha)

Esc. Sec. de Matias Aires (Agualva – Cacém)

Agrupamento Conde de Oeiras

EB2,3 D. Carlos I (Sintra)

JI Tomás Ribeiro (Carnaxide/Portela)

Escolas da Internet (até 9 de Novembro)

Sec. Santo André (Barreiro)

EB2,3 Prof. Carlos Teixeira (Fafe)

Sec. Manuel Candeias Gonçalves (Odemira)

Sec. Emídio Navarro (ESEN em Viseu)

EB2,3 de Real (Braga)

Agrup. Pintor Almada Negreiros (Alta de Lisboa)

EB2,3 Flávio Gonçalves (Póvoa do Varzim)

Sec. c/ 3º C Rainha Santa Isabel (Batalha)

Secundária com 3º CEB Campos Melo (ESCM na Covilhã)

Agrup. São Julião da Barra (Oeiras)

Sec. de Linda-a-Velha (Oeiras)

EB2,3 Rosa Ramalho (Barcelinhos - Barcelos)

EBI de Miraflores (Algés)

EBI Praia da Vitória (Terceira - Açores)

Sec. Sebasião da Gama (Setúbal)

Sec. da Lagoa (Ponta Delgada – São Miguel)

Sec. da Lixa (concelho de Felgueiras)

Sec. D. Manuel Martins (ESMM em Setúbal)

EBI São Bruno (Caxias)

EB1 Vila Cova da Lixa (Felgueiras)

EB1/JI Mosteiro de Caramos (Felgueiras)

JI Vasco da Gama (Parque das Nações - Lx)

Sec. Madeira Torres (ESMT - em Torres Vedras)

EB2,3 Santa Clara (Guarda)

EB2,3 Luísa Toddi (Setúbal)

EB1 Gomes Freire de Andrade (Oeiras)

EB2 João de Deus (Estoril - Cascais)

Sec. José Cardoso Pires (Benfica - Lx)

Sec. Antero de Quental (Ponta Delgada – São Miguel)

Sec. Quinta do Marquês (Oeiras)

Sec. das Laranjeiras (Açores)

Agrup. Vertical de Escolas Dr. Flávio Gonçalves (Póvoa do Varzim)

Sec. de Palmela

Sec. Carlos Amarante (ESCA - em Braga)

Escola EB2,3/S de Vale de Cambra

Sec. Dr. Jorge Correia (Tavira)

EB2,3 Paula Nogueira (Olhão)

Sec. D. Maria II (Braga)

EB2,3 Cabreiros (Cabeceira de Bastos - Braga)

EB2,3 João de Meira (Guimarães)

EB2,3 Reguengos de Monsaraz

EB de Alfornelos

EB2,3 Pedome (Guimarães)

EB1/JI Alto do Lordelo (Guimarães)

Agrup. Escolar do Concelho de Mêda

Agrup. de Briteiros (Guimarães)

Sec. de Paredes

EB2,3 Vieira da Silva (Carnaxida - Oeiras)

Parede

FCUL

Sec. Alfredo dos Reis Silveira (Arrentela - Seixal)

EB2,3 de Rates (Póvoa do Varzim)

EB2,3 / Sec. D. Sancho II (Alijó)

EB1 Arcela (Guimarães)

EB2,3 Amares (distrito de Braga)

Sec. de Barcelos

Agrup. Vertical de Escolas de Reguengos de Monsaraz

Sec. Sá de Miranda (Braga)

Sec. de Estarreja

EBI do Centro de Portugal (Vila de Rei)

EB2,3 de Briteiros (Guimarães)

EB2,3 Vieira de Araújo (Vieira do Minho)

Sec. D. Sancho I (Vila Nova de Famalicão)

Póvoa de Lanhoso (distrito de Braga)

Sec. de Sever do Vouga

Sec. Padre Benjamim Salgado (Vila Nova de Famalicão)

Escola Básica 2 e 3 de Dom Fernando II (Sintra)

Sec. de Ponte de Lima

EB1 Quinta da Veiga (Braga)

Jardim de infância de Gualtar (Braga)

EB1 Quinta da Veiga (Braga)

Jardim de infância de Gualtar (Braga)

Sec. Alcaides de Faria (Barcelos)

EB2,3 Júlio Brandão (Vila Nova de Famalicão)

Sec. D. João V (Damaia - Amadora)

ES/3 de Ponte de Lima

EB2,3 António Correia de Oliveira (Esposende)

Colégio de N. S. da Boavista (Porto)

Sec. da Póvoa de Lanhoso (distrito de Braga)

Agrup. de Escolas Pintor José de Brito (Viana do Castelo)

Sec. Sebastião e Silva (Oeiras)

EB2,3 de Sabóia (Odemira)

Sec. de Valpaços

Sec. Joaquim Gomes Ferreira Alves (Valadares - Vila Nova de Gaia)

EB1 de Santo Estévão (Sabugal - Mafra)

EB1/JI de Feira Nova (Amares - Braga)

EB1 de Santiago do Escoural (Montemor-o-Novo)

EB2,3 de Jovim (Foz do Sousa - Gondomar)

Sec. de Ponte de Lima

EB2,3 de Eiriz (Paços de Ferreira)

EB2,3 de Nogueira (Braga)

JI de Carvalhos (Carvoeiro/Barroselas - Viana do Castelo )

EB2,3 Conde de Vivalva (Évora)

EB1 de Paredes

Sec. de Odivelas

EB2,3 João de Meira (Guimarães)

EB1 de Vila Pouca de Aguiar

E.B. 2/3 Ramalho Ortigão (Porto)

Escola E.B. 2/3 de Augusto Gil (Porto)

EB2,3 Maria Alberta Menéres (Sintra)

Sec. Abel Salazar (S. Mamede de Infesta - Matosinhos)

Básica e Sec. da Povoação (São Miguel - Açores)

EBI Padre Vitor Melícias (A dos Cunhados - Torres Vedras)

EBI C/JI Sta Catarina

EBI de Bom Sucesso (Sobralinho - Vila Franca de Xira)

Escola Básica 2,3 do Bocage (Setúbal)

EB 2, 3 Frei Estêvão Martins - Alcobaça

Jardim de Infância Mire de Tibães - Braga

EB2,3/Sec. de Setúbal

Básica 2,3/S Michel Giacometti - Setúbal

Sec. D. João II - Setúbal

Escola EB2/3 Beiriz (Póvoa do Varzim)

Secundária/3 Alfena (Valongo)

EB2,3 Bernardino Machado (Joane - V. N. Famalicão)

EB1 de Vila Pouca de Aguiar (distrito Vila Real)

EBI BOM SUCESSO - ALVERCA

EB 2/3 D. António Ferreira Gomes - Penafiel

J.I. Sobreposta

EBI Arnoso Santa Maria (Vila Nova de Famalicão)

EB1,2,3 de Fragoso Lugar das Carvalhas - Barcelos)

JI Padim da Graça (Braga)

Agrupamento Vertical de Colos (Odemira)

Sec. Seomara da Costa Primo (Amadora)

Escolas (manif. 8 Nov 2008)

Sec. de São João do Estoril (ESSJ) - Cascais

Alcobaça

Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide

EB2,3/S Vieira Araújo (Vieira do Minho)

Sec. D. Dinis - Lx

Sec. Lourinhã

EB1/JI Santa Maria dos Olivais - Lx

Sec. de Carcavelos

Sec./3 Camilo Castelo Branco (Vila Real)

Escola Artística Soares dos Reis (Porto)

Padre Damasceno - Estarreja

EB1/JI Pinhal Novo 2

EB1 Seixo - Penacova (Felgueiras)

EB1 nº 3 - Peso da Régua

EB1 Sub-Ribas - Lousada

EB1 Vila Real nº 6

Sec. do Monte da Caparica

EBI Elias Garcia - Sobreda

EB2,3 Poceirão

Sec. Sebastião e Silva (ESSS) - Oeiras

Agrup. Conde de Oeiras

EBI/JI Miradouro Alfazina

EB2,3 São Bernardo - Aveiro

Esterreja

Vila Real

EB2,3 São Gonçalo - Torres Vedras

EB2,3 Vale Milhaços (Corroios - Seixal)

J. Inf. Chave

J. Inf. Barrocas

J. Inf. Agro

EB2,3 de Chaves

J. Inf. Vermelha

J. Inf. Cadaval

Escolas Internet depois de 10 Nov

Escola Básica de Santa Marinha (Vila Nova de Gaia)

EB1,2,3 Bom Sucesso (Alverca)

EB1 A-dos-Pretos (Maceira - Leiria)

EB 2,3 /S Paredes de Coura (Póvoa de Lanhoso - Braga)

Escola Secundária c/ 3º C.E.B Dr. Mário Sacramento (Aveiro)

EB 2, 3/S de Maceira (Leiria)

Secundária de Valongo

EB 2,3/S de Paredes de Coura (Viana do Castelo)

Sec. Abel Salazar (São Mamede de Infesta - Matosinhos)

EB2,3 Inês de Castro (Coimbra)

EB1/JI Agostinho da Silva (Abação / S. Tomé - Guimarães)

Agrup. Vertical de Escolas de Baguim do Monte (Gondomar)

Escola Secundária/3 de António Nobre (Porto)

Jardim de Infância de Gualtar (Braga)

Escola Secundária da Boa Nova (Leça da Palmeira)

Escola Sec. de Amares (distrito de Braga)

Sec. de Carregal do Sal (distrito de Viseu)

EB 2,3 de Mundão (Viseu)

ES Frei Gonçalo de Azevedo - S. Domingos de Rana (Cascais)

EB2,3 da Rebordosa (Paredes)

Escolas depois de 11 Nov (9)

Escola Secundária Severim de Faria (Évora)

E.S. D. Afonso Sanches (Vila do Conde)

Eb 2,3 de Gualtar (Braga)

Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga (distrito de Aveiro)

Agrup. Vertical de Escolas Quinta Nova da Telha (Coina - Barreiro)

EB2,3 Professor Artur Nunes Vidal (Fermentos - Águeda)

Escola Secundária de Monserrate (Viana do Castelo)

Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de Gueifães (Maia - Porto)

Eb1 de Cepões - Agrup. de Escolas do Mundão (Viseu)

Escolas depois de 12 Nov (9)

Carregal do Sal (distrito de Viseu)

Escola Secundária de Tondela (distrito de Viseu)

E.B. D.João II de C. Rainha

Eb23 Florbela Espanca - Esmoriz (Ovar)

EBI de Santiago Maior - BEJA

Agrupamento de Escolas de Almeida

Secundária Ibn Mucana (Alcabideche - Cascais)

Agrupamento do Vale do Homem (Terras do Bouro - Braga)

Secundária dos Casquilhos - Barreiro

Escolas depois de 13 Nov (12)

Escola secundária de Caldas de Vizela

EB1 de Sabariz

Agrupamento de Escolas Abel Varzim

Básica 2 de Tábua

E.B. 2, 3 D. Martinho de Castelo Branco (Portimão)

Agrupamento de Escolas Carnaxide - Portela

EB2,3 professor Noronha Feio (Queijas)

Escola Secundária de Lousada (Porto)

Agrup. Vertical de Escolas Dom António da Costa (Almada)

Agrupamento de Escolas de Santo António (Barreiro)

EBI c/ JI Sophia de Mello Breyner

Esc.Bás.2/3C de Álvaro Velho - Lavradio

Escolas depois de 14 Nov (34)

Esc. Secundária Dr. João Araújo Correia (Peso da Régua - Dist. V. Real)

Escola secundária de bocage (Setúbal)

EB 2,3 de Ribeirão (Vila Nova de Famalicão)

EB 2,3 Vila Seca

ES Emidio Navarro - Almada

Secundária Henriques Nogueira - Torres Vedras

Secundária de Montemor-o-Novo

Escola Secundária/3 Padre Alberto Neto (Queluz)

EB2,3/S de Baião

Escola básica do 1.º ciclo de Santiago - Aveiro

Secundária de Porto de Mós (Leiria)

EB2/3 Bartolomeu Dias - Sacavém (Loures)

Agrupamento de Escolas de Sacavém e Prior Velho

Secundária da Baixa da Banheira

eb1/ji monte abraão nº 1

Sec/3 Mirandela (distrito de Bragança)

E.Sec.Camilo Castelo Branco (Carnaxide - Oeiras)

Escola E/B 2,3 de João Villaret

E. Secundária da Lousã

E.B 2 e 3 S. Miguel

Sec. D. Afonso Henriques (Vila das Aves - Santo Tirso / Distrito do Porto)

ESCOLA DR JOAQUIM G F ALVES

Escola Secundária Poeta Al Berto (Sines)

EB1/JI Espinho 3

E.B. 2,3 de Santa Marinha do Zêzere

Agrupamento Vertical de Escolas da Ericeira

Jardim de Infância da Chave

Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade (Almada)

Escola Secundária de Santa Maria - Sintra

EB2,3 prof. Amaro Arantes (Moure / Vila Verde / Braga)

EB de Febres (Cantanhede - Coimbra)

Escola Secundária José Gomes Ferreira (Lisboa)

EB23 de Caldas de Vizela

D. Pedro V (Lisboa)

EB/JI da Rinchoa do Agrup. de Escolas Básicas de Fitares (Sintra)

Escolas depois de 15 Nov (11)

Escola Secundária Leal da Câmara (Rio de Mouro - Sintra)

Escola Maria Amália Vaz de Carvalho (Lisboa)

Escola Secundária de Sampaio - Sesimbra

Agrupamento Vertical de Escolas da Correlhã (Ponte de Lima)

Agrupamento de Escolas de Cerva (concelho Vila Real)

E.B. 2,3 de D. Fernando II

AGRUP. ESCOLAS DO ALGUEIRÃO

EB 2,3 de Cerva (concelho Vila Real)

EB1 de Cerva (concelho Vila Real)

Secundária de Azambuja

Escola Secundária de Amora

Escolas depois de 16 Nov (9)

E.B. 2,3 Frei Caetano Brandão- Braga

Escola Profissional Agrícola D. Dinis - Paiã (Pontinha - Loures)

Escola Secundária Cacilhas-Tejo (Almada)

Escola Secundária Forte da Casa (V. Franca de Xira)

EB 2,3 professor Óscar Lopes Matosinhos)

EB 2,3 D. Domingos Jardo (Cacém - Amadora)

Escola Dom Luís de Mendonça Furtado - Barreiro

EB 2,3 de Santa Iria de Azóia - Pirescoxe (Loures)

EB 2,3 Dr. Nuno Simões (V. Nova de Famalicão)

Escolas novas manif de 15 Nov (47)

EB 2,3 António Bento Franco - Ericeira

EB 2,3 Freiria (Torres Vedras)

EB 2,3 Piscinas dos Olivais (Lisboa)

Esc. Sec. de Camões (Lisboa)

Esc. Sec. de Alvide (Cascais)

Escola c + s Ferreira de Castro (Mem Martins - Sintra)

EB 2,3 Paulo da Gama (Amora - Seixal)

Agrupamento Escolar de Álvaro Velho (Lavradio - Barreiro)

Escola Secundária de Ferreira Dias (Cacém)

Agrupamento Vertical de Redondo

Escola Nº 1 Boa Fé (Elvas)

Escola Secundária António Sérgio - Vila Nova de Gaia

ES/3 Diogo de Gouveia - Beja

Escola EB 2,3 João da Rosa - Olhão

Escola EB 2,3 D. Manuel I - Tavira

EB 2,3 José Maria dos Santos (Pinhal Novo - Palmela)

Escola E. B. 2,3 de Ribeirão (V. Nova de Famalicão)

EB 2,3 São João de Deus (MONTEMOR O NOVO)

EB 2,3 de Santa Clara. Évora

Escola Secundária de Alves Redol (V. Franca de Xira)

E.B. 2,3, D. Afonso, IV conde de Ourém

E B 2,3 Rainha Santa Isabel (Carreira - Leiria)

Esc. Sec. de Francisco Luís Lobo (Leiria)

Escola Secundária Infanta D. Maria (Coimbra)

Escola Secundária Eça de Queirós (Póvoa do Varzim)

EB 2,3 Pedro D'Orey da Cunha (Amadora)

EB 2,3 de Aver-o-Mar (póvoa do Varzim)

Esc. Sec. Dr. Azevedo Neves (Alto da Damaia - Amadora)

Escola E B 2, 3 Padre Francisco Soares (Torres Vedras)

Escola Básica dos 2, 3 ciclos de Aranguez (Setúbal)

Sec. Com 3.º Ciclo do Ensino Básico Romeu Correia (Almada)

EB 2,3 Avelar Brotero (Odivelas)

EB 2,3 Prof. Lindley Cintra (Lumiar - Lisboa)

Escola Básica Integrada de Elias Garcia (SOBREDA - Setúbal)

Escola EB1 de Faião (Terrugem - Sintra)

Agrupamento Vertical de Escolas de D.Pedro II (Moita)

Escola Básica / J I Cova da Moura (Amadora)

Escola Secundária de Camarate

Escola Secundária Martins Sarmento (Guimarães)

Escola Secundária de Pinheiro e Rosa (Faro)

Escola Secundaria Goncalo Anes Bandarra (Trancoso)

Sec. de São Lourenço (Portalegre)

Agrup. Vertical de Escolas de Colares (Sintra)

EB1/JI de São Pedro (Sintra)

Escola básica dos 2.º e 3.º ciclos de Real (braga)

Escola Básica 2/3 Júlio Saul Dias (Vila do Conde)

Esc. Sec. António Arroio (Lisboa)

Escola secundária da Moita

Escola Sec. D. João V - Damaia

Escola E B 2,3 / S de Vila Nova de Cerveira

Agrupamento de escolas Lima de Freitas (Setúbal)

Esc Sec Afonso de Albuquerque (Guarda)