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quarta-feira, maio 27, 2009

Apelo conjunto à mobilização unida na manifestação de 30/Maio

Encontramo-nos Sábado

1) Este governo desfigurou a escola pública. O modelo de avaliação docente que tentou implementar é uma fraude que só prejudica alunos, pais e professores. Partir a carreira docente em duas, de uma forma arbitrária e injusta, só teve uma motivação economicista, e promove o individualismo em vez do trabalho em equipa. A imposição dos directores burocratiza o ensino e diminui a democracia. Em nome da pacificação das escolas e de um ensino de qualidade, é urgente revogar estas medidas.

2) Os professores e as professoras já mostraram que recusam estas políticas. 8 de Março, 8 de Novembro, 15 de Novembro, duas greves massivas, são momentos que não se esquecem e que despertaram o país. Os professores e as professoras deixaram bem claro que não se deixam intimidar e que não sacrificam a qualidade da escola pública.

3) Num momento de eleições, em que se debatem as escolhas para o país e para a Europa, em que todos devem assumir os seus compromissos, os professores têm uma palavra a dizer. O governo quis cantar vitória mas é a educação que está a perder. Os professores e as professoras não aceitam a arrogância e não desistem desta luta: sair à rua em força é arriscar um futuro diferente. Saír à rua, todos juntos outra vez, é o que teme o governo e é do que a escola pública precisa. Por isso, encontramo-nos no próximo sábado.

Subscrevem:

Os blogues: A Educação do Meu Umbigo (Paulo Guinote), ProfAvaliação (Ramiro Marques), Correntes (Paulo Prudêncio), (Re)Flexões (Francisco Santos), Educação SA (Reitor), O Estado da Educação (Mário Carneiro), Professores Lusos (Ricardo M.), Outròólhar (Miguel Pinto)

Os movimentos: APEDE (Associação de Professores em Defesa do Ensino), MUP (Movimento Mobilização e Unidade dos Professores), PROmova (Movimento de Valorização dos Professores), MEP (Movimento Escola Pública), CDEP (Comissão em Defesa da Escola Pública)

quarta-feira, maio 13, 2009

Cristina Ribas em entrevista ao ProfAvaliação: "A greve, na minha opinião, impunha-se!"



Cristina Ribas em entrevista ao ProfAvaliação: "A greve, na minha opinião, impunha-se!"


Foto: Cristina Ribas, professora de Educação Musical e colaboradora habitual do
ProfAvaliação

ProfAvaliação - Em que medida a pertença consciente e activa à comunidade cristã te dá ânimo, coragem e resiliência para estares na luta dos professores?

Cristina Ribas - Jesus Cristo representa para mim o ideal de vida! Ser cristã é, acima de tudo, uma relação com Deus através da pessoa de Cristo, que se deve traduzir numa forma de estar na vida, tanto quanto possível, semelhante à de Jesus Cristo! Jesus Cristo, para quem eu olho como Filho de Deus, veio ao Mundo para nos ensinar como é que nós, sendo frágeis através da nossa condição humana, poderíamos ultrapassar essa fragilidade, como é que poderíamos aprender a conviver com ela, já que, fazendo parte da nossa condição humana, nunca dela nos veríamos livres! O "segredo" de Cristo foi dar a Sua vida. Dá-la não só quando aceitou morrer mas também em cada momento, quando esteve ao lado de cada ser humano que curou, que compreendeu, que ressuscitou, que perdoou, que deu oportunidade de recomeçar a Sua vida! O segredo de Cristo foi não se representar a si próprio mas representar um projecto maior, representar valores, representar ideais, representar a pedagogia da felicidade humana! O Ser Humano, que tanto anseia ser feliz, tem tendência para se fechar sobre si próprio, para lutar pelos seus interesses, para se colocar a si em primeiro lugar, para garantir primeiro o que é seu, para se centrar sobre si mesmo! Cristo vem-nos dizer que esse não é o caminho! Vem-nos dizer que é o AMOR, que é através do amor que o Ser Humano encontra a sua realização plena! E vem-nos dizer isso da melhor maneira - vivendo Ele mesmo esse caminho! Amando, não desistindo, sendo fiel aquilo em que acreditava! Sabia que tinha uma missão! E aceitou! E aceitou, mesmo que para isso tivesse que ter morrido, mesmo que para isso tivesse que ter dado a vida! Livremente!

Sendo cristã, não posso estar de outra maneira na luta dos professores, senão com ânimo, com coragem e com resiliência! Mesmo quando isso não é fácil para mim, porque ser cristã não significa passar a não ter problemas na vida, significa antes ter um rumo e querer ser-lhe fiel! Nem sempre sou porque sou frágil, mas sei que Cristo caminha comigo e me ajuda a levantar - também Ele viveu essa experiência a caminho do Calvário quando caiu três vezes, mas lá estavam para o ajudar... Assim nós também uns com os outros! Estar na luta dos professores é uma questão de ideiais, de valores educativos, de fidelidade àquilo em que acredito, por isso, mesmo que eu queira, mesmo que me faltem as forças, não me posso dar o direito de desistir, não me posso dar o direito de baixar os braços!

ProfAvaliação - Que leitura fazes das acções de luta anunciada ontem pela Plataforma Sindical?

Cristina Ribas - Também senti que foram tímidas mas era difícil tomar uma decisão nesta altura e, sobretudo, era difícil tomar uma decisão consensual! Tentei perceber qual terá sido o motivo e pergunto-me se não terá sido a preocupação de "agradar a gregos e a troianos". Da percepção que tenho, parece que há uma parte da classe mais mobilizada, outra, talvez maioritária, menos mobilizada, e a Plataforma terá optado por uma forma de luta que integrasse o maior número possível de docentes! Estarei na manifestação. De qualquer forma, penso que uma acção para ser eficaz tem que ser completa e, por isso, integrar várias frentes, mas também clara e determinada! (Mas para tal, todos somos precisos!) A greve, em minha opinião, impunha-se! A tutela teria sempre alguma coisa a dizer, até o disse com greves de 90%. A manifestação também me parece muito importante tal como as vigílias. São tudo, em minha opinião, formas de dinamizar a classe e de manter a luta acesa! O compromisso pré-eleitoral é fundamental, numa tentativa de responsabilizar os políticos pelas suas atitudes! E somos nós que temos que perceber que está na altura de mudar as regras do jogo... Não pode haver impunidade para quem faz um programa e cumpre outro, para quem subverte por sistema e de forma consciente as regras do jogo. A frente jurídica continua a ser de suma importância e espero, sinceramente, que ainda este ano traga a suspensão desta ADD completamente sem sentido! É outra frente em que se deve continuar a investir! Por fim a derrota do PS nas urnas! Fundamental! Para que os valores educativos e democráticos possam ser recuperados, é este o nosso objectivo e não o devemos perder de vista! A recuperação dos valores educativos e democráticos é urgente e o nosso grande objectivo e quanto mais está a perigar mais a nossa luta se deve reforçar!

ProfAvaliação - Como encaras o futuro da luta dos professores contra o ECD, a ADD e o novo modelo de gestão escolar?

Cristina Ribas - Com optimismo embora consciente das dificuldades! A primeira e grande dificuldade é um governo arrogante e prepotente que se recusa a ouvir os docentes e a dialogar com eles, recusando assim ouvir os profissionais que estão no terreno e, por isso, manter desadequadas as suas políticas em relação à verdadeira origem dos problemas escolares! Actuando desta forma, coloca em causa valores democráticos e de cidadania Acresce ainda que a tutela não se coibe de usar as fragilidades dos docentes e a própria lei, para tentar aniquilar a luta e implementar as suas políticas que, de outro modo, não sairiam da gaveta! A outra dificuldade que é consequência desta, é o desgaste que neste momento a classe apresenta, e alguma fragilidade na sua união. Pedras no caminho que nos podem tornar mais fortes, nada que nos deva assustar! Começámos a fazer a nossa história como classe unida há cerca de um ano e meio e não se pode esperar que tudo se faça de uma vez! A fragilidade faz parte da condição humana! O importante é que ACREDITEMOS que é possível e que saibamos bem qual o nosso rumo e que não desistamos de chegar ao nosso destino! Juntos!

ProfAvaliação - Descreve em breves palavras o teu envolvimento na blogosfera. De que modo se processa a tua participação? O que pensas do papel que os blogues têm na luta dos professores?

Cristina Ribas - Agir na blogosfera é para mim uma oportunidade de enriquecimento e crescimento pessoal e profissional, mas também de crescimento na fé, através da reflexão de temas sobre os quais não tinha ainda aprofundado muito, através da partilha de opiniões, da participação em debates, por vezes do confronto que tenho que saber gerir, e da possibildade de viver e desenvolver valores como a humildade e a partilha! Neste momento, escrevo e comento no ProfAvaliação, que tem sido uma outra forma, muito gratificante, de pertencer a uma comunidade e uma experiência humana muito rica e frequentemente muito intensa, além de ser mais uma forma de participar na luta de professores! Sigo outros blogues muito interessantes e enriquecedores como ODardomeu, Educação do Meu Umbigo, Profslusos, entre outros e tenho inscrição no Twitter, MySpace, FriendFeed e FaceBook mas é este último que mais utilizo, também para reflexão e divulgação da luta dos professores, embora também para contactos familiares e para post de fotografias! Penso que os blogues têm um papel fundamental na luta dos professores, tanto em termos da união de toda a classe, como do debate de ideias, mas também como veículos de informação. Estou convencida que, se não fossem os blogues, a nossa luta não tinha tido a dimensão que teve e não tínhamos feito as conquistas que fizémos! Um muito obrigado a todos os editores de blogues que incansavelmente trabalham para que a nossa luta seja possível e seja um sucesso! É um orgulho ser professora, é um orgulho pertencer à classe docente! Vamos dar tudo para que possamos continuar a SER PROFESSORES!


Publicada por Ramiro Marques

terça-feira, março 31, 2009

segunda-feira, março 30, 2009

Resistência e solidariedade em defesa da escola pública


(recebido por mail)



O ataque aos últimos bastiões da resistência vão-se intensificar e, por isso, a solidariedade é devida por todos os que defendem uma escola pública de qualidade e em que a democracia seja um valor inquestionável.

http://professores-unidos.blogspot.com/2009/03/solidariedade-com-luta-dos-professores.html



quinta-feira, março 26, 2009

Guinote - proposta de reflexão

Talvez Seja Importante Reflectir

Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Lutas, Ponto da Situação
[50] Comments

Agora que se aproxima o final do 2º período há questões que deveriam ser equacionadas com seriedade por todos os envolvidos, acaso alguns deles estivessem para levar isto mesmo a sério.

  • Até que ponto o ME está disposto a manter a farsa em que se transformou o processo de Avaliação do Desempenho Docente apenas com objectivos eleitorais. Só que for muito crédulo acreditará que esta avaliação será feita de forma credível e servirá para distinguir efectivamente o mérito. O que se passa é uma imensa manta de retalhos de metodologias, que não é fruto de nenhuma «autonomia» mas sim de uma completa falta de preparação técnica, de uma descoordenação das indicações dadas ao longo do tempo, de uma incapacidade política para assumir a responsabilidade pelo evidente fracasso e, por fim mas não menos importante, um imbróglio legislativo lamentável.
  • Até que ponto estão os sindicatos e movimentos independentes de professores disponíveis para levar a «luta» para patamares de radicalização que alienarão grande parte da opinião pública e agravarão fenómenos de afastamento da comunicação social como se verificou nestes últimos fins de semana com os encontros realizados dia 14 em Leiria e ontem em Lisboa. O mesmo se diga quanto à realização de manifestações de descontentamento convencionais sem uma eficaz auscultação da situação nas escolas e, principalmente, realizada por quem ainda tenha um crédito de credibilidade mínimo junto da generalidade dos docentes.
  • Até que ponto estão os diversos agentes institucionais envolvidos (partidos, Parlamento, CCAP, CNE, Provedoria de Justiça, Tribunal Constitucional) disponíveis para assumirem as suas funções e responsabilidades em prazo útil para que este processo de ADD não se transforme numa enorme confusão que afectará gravemente não apenas o final deste ano lectivo como o arranque do próximo. Porque é isso - seja qual for a proporção dos que não acabem por (não) entregar os OI, existindo ou não penalização para tal acto - que se adivinha neste momento, colocando definitivamente em risco o clima na larga maioria das escolas e quebrando o espírito de coesão essencial para um bom trabalho de equipa em prol dos alunos.
  • Até que ponto estão os professores, individualmente e sem o conforto das multidões, dispostos a manter atitudes de coerência e sacrifício em defesa de uma causa que os mobilizou de forma massiva até há pouco tempo. E envolvo nisto não apenas avaliados como avaliadores e PCE que sempre se mostraram avessos ao modelo de ADD (indo a manifestações, fazendo greves, participando em iniciativas de diversos outros géneros) mas que a certa altura parecem estar disponíveis a passar um pano sobre tudo isto e, em nome da não-rebelião ou em defesa da vidinha, com argumentos mais ou menos válidos, encerrar esta fase da «luta» e esperar que as coisas mudem no próximo ciclo de avaliação.

E lanço estes assuntos para discussão porque me parece que há demasiada gente sensibilizada para voltar às casernas (num sentido figurado, claro) e enterrar este machado de guerra enquanto parecem esperar que apenas alguns outros tratem de achar uma solução mágica que, de um momento para o outro, permita resolver a situação com danos mínimos.

Era bom que a discussão não fosse feita à pedrada.

http://educar.wordpress.com/2009/03/22/talvez-seja-importante-reflectir/

domingo, março 22, 2009

Trissomia 21

Dia 20/Março foi o Dia Mundial da Trissomia 21 e celebrou 50 anos.

Em Portugal, o défice cognitivo tem uma prevalência de 12 mil casos :: 2009-03-20



Imagem daqui ...
"Se devidamente acompanhadas , 80 por cento das crianças com Trissomia 21 aprendem a ler antes dos oito anos e praticamente a totalidade das crianças com esta patologia congénita estão integradas no sistema regular de ensino em Portugal. Estes resultados , que contrastam com os escassos 5 por cento de 1980, colocam Portugal ao nível dos melhores do mundo , muito pelo contributo do Diferenças. Estima-se que em Portugal existam 10 mil a 12 mil casos até os 12 anos. Este ano assinalam-se 50 anos sobre a publicação da descoberta do cromossoma extra, causador da doença. Dos 46 cromossomas em pares que existem nas células, estes doentes têm um a mais no par 21." (DN)
RELACIONADO
Escolas normais para crianças com trissomia 21
Síndrome de Down (Trissomia 21)
Síndrome de Down, enfim uma esperança ["Mas segundo um trabalho publicado na Nature Neuroscience em Fevereiro de 2007 uma esperança para a terapêutica cognitiva da Trissomia 21 prefigura-se possível e responde pelo nome de pentylenetetrazole ou PZT." (continua...)]


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Publicada por Moriae em 'a sinistra ministra' a 3/21/2009

quinta-feira, março 12, 2009

Retirado do blog (Re)Flexões: «Direitos & deveres»

Direitos & deveres

O carácter profundamente totalitário do PS de Pinto de Sousa é algo que ultrapassa as fronteiras do absurdo.
Quando ouvimos falar no actual partido socialista como “o grande partido da esquerda democrática” só podemos rir a bandeiras despregadas, para não ter que cerrar os dentes com raiva de uma mentira tão obscena.
Não cabe aqui, no curto espaço de uma entrada de blogue, a enumeração de todas as patifarias totalitárias que os “boys & girls pêéssianos” têm cometido ao longo dos últimos quatro anos, sob o beneplácito da direcção do partido e do governo e com a complacência discreta e entusiasmada da presidência da república.
Por isso vou limitar-me a analisar hoje o disparate e o despotismo que estão por trás da alegada obrigatoriedade de auto-definição de objectivos individuais, para que seja possível realizar-se a avaliação de desempenho dos professores.
Na verdade, ao contrário do que afirmam os guardas pretorianos da ministra, a definição de objectivos individuais por parte dos professores constitui um direito e não um dever, e como tal o não exercício desse direito não é passível de qualquer tipo de penalização. Por definição um direito exerce-se ou não, segundo a vontade do titular desse direito, sem que daí advenha maior prejuízo do que o do não exercício do direito.
Por outro lado existe uma falácia na argumentação do governo e dos seus lacaios, que consiste em confundir a necessidade de existência de objectivos para aferir o seu grau de concretização, com a obrigatoriedade desses objectivos serem definidos pelo avaliado.
De facto não se contesta a necessidade de existirem objectivos que orientem o trabalho a realizar pelos professores. Pelo contrário, o que se afirma é que eles sempre existiram e continuarão a existir, independentemente de quem os formule.
Tal como em qualquer outra organização, a escola, através dos seus órgãos de gestão, define os objectivos organizacionais e atribui a cada um dos membros da organização as tarefas adequadas à concretização desses objectivos.
O que há de diferente, em relação à profissão docente, é o reconhecimento do direito de participação dos professores na definição desses objectivos organizacionais. Já no que à distribuição do serviço e organização das tarefas diz respeito, o direito de participação é muitissimo mais reduzido.
Daqui decorre que os professores, tendo direito a participar na definição dos objectivos organizacionais (colaboração na elaboração dos instrumentos estratégicos - PEE, PCE e PAA), não têm o dever de os definir e podem abdicar do seu direito a essa participação. Por outro lado, embora possa solicitar uma distribuição de serviço mais agradável e condizente com os seus interesses e capacidades, nenhum professor tem o direito de se recusar a cumprir os objectivos e as tarefas que lhe sejam destinadas pelo órgão de gestão.
Assim, quando os responsáveis ministeriais, ou os seus agentes nas instâncias intermédias, alegam que sem que o professor defina os seus objectivos individuais será impossível realizar a respectiva avaliação estão a deturpar deliberadamente o conceito do exercício de um direito, substituindo-o de forma autoritária e despótica pelo conceito de obrigatoriedade de cumprimento de um dever.
E quando os lacaios, que no terreno (escolas) replicam esta argumentação, notificam colegas de que não serão avaliados e não progredirão na carreira por não entregarem os objectivos individuais, além de se comportarem como verdadeiros cães de fila do governo, demonstram uma enorme falta de cultura democrática e uma não menos grave incapacidade de perceber a língua em que nos deveríamos entender.

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Divulgação: Apresentação de Lista concorrente às eleições do SPGL

ELEIÇÕES SPGL

No dia 19 de Maio de 2009 os sócios do SPGL irão votar para os seus Órgãos de Direcção para o Triénio 2009 – 2012.

Esta é a Lista que eu apoio e sou proponente.

Este Blogue foi elaborado para que seja dada a voz a todos e abrir o diálogo.

Apoio esta lista, tanto pelos valores que a caracteriza como pelas pessoas que a compõem.

Dar dignidade à classe, defender a escola pública e fortalecer o SPGL são o nosso compromisso comum, que será criteriosamente realizado por um colectivo feito de autonomias individuais mas todos empenhados nesta mesma tarefa.

Esta diversidade ideias facilita o exercício constante do diálogo e da democracia. Reforça um Sindicato plural, onde todos os Educadores e Professores se revejam.

Participe. O Sindicato somos todos!



lutaemmovimento@gmail.com

retirado do blogue Bilros & Berloques



Olá

Este é o manifesto para recolha de assinaturas de proponentes a esta lista que concorre às eleições do SPGL (link abaixo), temos que juntar muitas assinaturas rapidamente, quem concordar com os propósitos. Depois combinamos como recolher os manifestos. Só podem assinar sócios como é óbvio. Agradeço a participação de todos. Os não sócios podem reencaminhar a sócios.

e-mail - lutaemmovimento@gmail.com

Blogue - http://porumspglcombativodemocratico.blogspot.com/

(ler o manifesto no blogue; consultar lista de proponentes)



sexta-feira, janeiro 23, 2009

E que guerra!

' Lugares de Interesse Nacional... '

É com pequenos gestos como estes que vamos aferindo a solidariedade do povo português com a luta dos professores contra um Governo déspota, que quer retirar os direitos adquiridos a quase todas as classes à excepção da dos políticos e dos banqueiros...

domingo, janeiro 18, 2009

GREVE NACIONAL DOS PROFESSORES 19/01/2009

APELO À GREVE NACIONAL DOS PROFESSORES

Greve, Segall, 1956

VAMOS PROJECTAR O FUTURO COM AS NOSSAS MÃOS


GREVE NACIONAL A 19 JANEIRO

Se eu pudesse falar contigo e dizer-te como é importante que faças esta Greve. Como ela te ajuda a vencer os medos. Como ela faz de nós seres importantes e nos mostramos importantes aos olhos de todos.

Começámos a incomodar e o poder a perceber que não faz de nós objectos, simples recursos de um mundo que não quero.

Se ao menos também tu quiseres fazer parte de um novo SER PROFESSOR. Em que não nos esmagam todos os dias nos normativos, nos discursos dos nossos governantes, nas reuniões partidárias de auto-elogio, nos debates de surdos no nosso parlamento.

Se ao menos quiseres combater “esta mentira quotidiana”.

A GREVE é, sim, um acto político. E o que o não é? E é ao escrevê-lo que marcamos a história e construímos o futuro.

Espero encontrar-te segunda-feira, ao lado de tantos que, como eu, não se resignarão.

Lisboa: 15:00 horas 5 Outubro em frente ao ME

Outras Cidades: em frente aos Governos Civis.

QUANTOS SEREMOS?


Não sei quantos seremos

mas que importa?!

Um só que fosse

e já valia a pena

Aqui no mundo

alguém que se condena

A não ser conivente

Na farsa do presente

Não podemos mudar a hora da chegada

Nem talvez a mais certa

A da partida.

Mas podemos fazer a descoberta

Do que presta

E não presta

Nesta vida.

E o que não presta é isto

esta mentira

Quotidiana.

Esta comédia desumana

E triste

Que cobre de soturna maldição

A própria indignação

Que lhe resiste.

Miguel Torga, Câmara Ardente


In Bilros & Berloques


QUEM NÃO SE SENTE....


PÉROLAS & PORCOS:



  • "vocês [deputados do PS] estão a dar ouvidos a esses professorzecos"

(Valter Lemos, Assembleia da República, 24/01/2008)

  • "caso haja grande número de professores a abandonar o ensino, sempre

se poderiam recrutar novos no Brasil" (Jorge Pedreira, Novembro/2008)

  • "quando se dá uma bolacha a um rato, ele a seguir quer um copo de

leite!" (Jorge Pedreira, Auditório da Estalagem do Sado, 16/11/2008)

  • "[os professores são] arruaceiros, covardes, são como o esparguete (DEPOIS DE ESTICADOS PARTEM), SÓ SÃO VALENTES QUANDO ESTÃO EM GRUPO!"

(Margarida Moreira - DREN, Viana do Castelo, 28/11/2008)


Depois disto... quem não fizer greve no dia 19 é porque já está morto.

In Bilros & Berloques