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quarta-feira, abril 22, 2009

Escola Secundária de São Pedro: greve de uma semana + manifestação

Professores manifestam-se a favor do endurecimento da luta: greve de uma semana (dois dias por professor) e compromisso com os partidos da oposição

No 3º período a luta vai ser a doer. Professores da Escola Secundária de S. Pedro (Vila Real) aprovam greve de uma semana* seguida de manifestação


http://4.bp.blogspot.com/_KdtlQSb9TP0/Se4UqiFhxfI/AAAAAAAABAs/zbL0B08J8eE/s400/essp.jpgOs professores da Escola Secundária de S. Pedro, em Vila Real, aprovaram, em reunião sindical, as formas de luta a serem implementadas no decurso do 3.º período lectivo e, especificamente, durante o mês de Maio.
Sublinhando a necessidade de revogação incondicional da divisão administrativa, arbitrária e injusta, da carreira e rejeitando este modelo de avaliação, qualquer que seja a versão, os professores da S. Pedro aprovaram formas de luta a doer, no sentido de se forçar o ME a adoptar uma atitude sensata e construtiva que permita repor a tranquilidade, a seriedade e a justiça nas escolas, enquanto requisitos indispensáveis à abertura de um verdadeiro processo negocial. Em conformidade, foram aprovadas as duas seguintes formas de luta:
1) *
Greve de uma semana, em que cada professor fará dois dias de greve, sendo um dia por região, a culminar numa sexta-feira de greve nacional, com uma grande manifestação nesse mesmo dia.
2) Mandatar a Plataforma Sindical e os Movimentos para estabelecerem contactos com os partidos políticos da oposição, no sentido de, ainda antes das eleições europeias, se poder estabelecer um
"Compromisso Educação" que, no essencial, traduza um acordo com vista à revogação da divisão administrativa da carreira e à substituição deste modelo de avaliação.
Um abraço a todos os professores que, estamos certos, não baixarão os braços, num momento decisivo.

Agrupamento de Escolas D. Carlos I - Sintra: acções de luta aprovadas por unanimidade


Agrupamento de Escolas D. Carlos I - Sintra:

Acções de luta aprovadas SEM QUALQUER voto contra:

- greve por uma semana* seguida de manifestação nacional,

- publicação nos jornais de um comunicado/anúncio, de página inteira, no dia da manifestação, explicando à opinião pública as razões da luta dos professores,

- caso a greve prolongada e a manifestação não façam recuar o ME, greve às avaliações do 3º período, responsabilizando-se directamente o ME pelas consequências negativas que daí possam advir para os alunos.

*feita nos moldes defendidos pelos movimentos independentes de professores (nessa semana cada colega só faz dois dias de greve: um por departamento curricular ou região e outra geral)

Ricardo Silva (APEDE)
Abraço a todo o pessoal do PROmova


terça-feira, março 10, 2009

MEP - divulgação

MOVIMENTO ESCOLA PÚBLICA
IGUALDADE E DEMOCRACIA

www.movescolapublica.net



Nesta newsletter: Encontro Nacional de Professores em Luta, aniversário do Movimento Escola Pública, agenda de luta


Encontro Nacional de Professores em Luta
14 de Março, Leiria, 10h, Teatro José Lúcio da Silva


É já este sábado. O encontro é promovido por vários movimentos de professores e de defesa da escola pública.

Depois de um cordão humano que ajudou a recolocar na praça pública a longa luta dos professores, importa agora não desmobilizar, aproveitar a corrente e lançar novas propostas de acção.

Até ao final do ano lectivo ainda muita tinta vai correr. Os professores não podem ser espectadores de outros palcos, à espera de uma benesse caída do céu. Ou seja, não podemos ficar sentados à espera até ao dia das eleições.

Deste governo já não temos nada a esperar. Deixou as escolas mergulhadas no caos e não se pode dizer que tenha conseguido quebrar a espinha aos professores. De recuo em recuo, transformou o seu modelo de avaliação numa farsa que não engana ninguém.

Mas seja qual for o próximo Governo, as suas políticas serão condicionadas pelo que todos juntos formos ainda capazes de fazer este ano lectivo. Essa é a chave da vitória.

Há dias, promovemos uma sondagem sobre medidas de luta e apresentámos algumas conclusões.
Acreditamos que é essencial um novo grande momento de expressão da força unida dos professores ainda este ano lectivo.

Por isso, convidamos
tod@s @s professores e professoras a comparecerem no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, no próximo dia 14 de Março. Para debater alternativas e deliberar em conjunto.

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Jantar de aniversário do Movimento Escola Pública
10 de Março, Terça-Feira, 20h
Restaurante “A Baía”, 20h, Rua Paiva Coelho, nº 127, Seixal

Vê aqui mais informações

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Agenda de Luta


13 de Março
Manifestação Nacional promovida pela CGTP
Lisboa, 14h30, Restauradores
Professores e professoras, tod@s convocad@s!


14 de Março
Encontro Nacional de Professores em Luta, das 10:00h às 17:00h, em Leiria


21 de Março
Encontro Nacional de PCEs, em Lisboa

www.movescolapublica.net

MUP: A IMPORTÂNCIA DA MOBILIZAÇÃO E DA LUTA

A IMPORTÂNCIA DA MOBILIZAÇÃO E DA LUTA

A luta dos professores não pode parar enquanto não estiverem resolvidas as questões que nos têm feito resistir nas escolas, reunir em plenários e manifestar nas ruas.

Nos próximos fins-de semana há três acções que devem contar com a maior participação dos professores:
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CORDÃO HUMANO, dia 7 de Março, às 15:00h, em Lisboa. [10 000 professores]
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ENCONTRO NACIONAL DE PROFESSORES EM LUTA, dia 14 de Março, das 10:00h às 17:00h, em Leiria.
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ENCONTRO NACIONAL DE PCE, dia 21 de Março, em Lisboa.

Aqui ficam as palavras da deputada Ana Drago (BE), num extracto de e-mail, que revelam a importância da mobilização dos professores:


"No entanto, deixe-me também dizer-lhe que creio que o futuro da luta contra este absurdo e injusto modelo de avaliação só terá sucesso se continuar a contar com a mobilização e a resistência dos professores, nas escolas e nas ruas. Creio mesmo que este é o aspecto mais importante – foi essa extraordinária mobilização que permitiu alguns recuos do ME, e é o que pode determinar o seu abandono.

Com os melhores cumprimentos,

Ana Drago"