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quarta-feira, abril 22, 2009

Agrupamento de Escolas D. Carlos I - Sintra: acções de luta aprovadas por unanimidade


Agrupamento de Escolas D. Carlos I - Sintra:

Acções de luta aprovadas SEM QUALQUER voto contra:

- greve por uma semana* seguida de manifestação nacional,

- publicação nos jornais de um comunicado/anúncio, de página inteira, no dia da manifestação, explicando à opinião pública as razões da luta dos professores,

- caso a greve prolongada e a manifestação não façam recuar o ME, greve às avaliações do 3º período, responsabilizando-se directamente o ME pelas consequências negativas que daí possam advir para os alunos.

*feita nos moldes defendidos pelos movimentos independentes de professores (nessa semana cada colega só faz dois dias de greve: um por departamento curricular ou região e outra geral)

Ricardo Silva (APEDE)
Abraço a todo o pessoal do PROmova


sexta-feira, dezembro 12, 2008

Como prosseguir a resistência interna nas escolas

Citação de: www.profblog.org
Hoje - Plenários inter-escolas!



São as escolas que até agora conseguiram maior união entre os professores para a rejeição deste modelo de avaliação que devem alargar a luta a outras escolas, nas suas regiões, assumindo-se como dinamizadoras da resistência a nível local/regional, promovendo a realização de plenários inter-escolas. Sei que há muitas escolas que precisam ainda de um estímulo, que se sentem isoladas, com PCEs adesivos, e que sem o exemplo de outras terão dificuldade em "virar a mesa"!

Na minha escola, D. Carlos I, em Sintra, e dando corpo às decisões tomadas no Encontro Nacional de Escolas em Luta, em Leiria, vai realizar-se já esta quinta-feira, dia 11, às 18.30h, um. O mesmo acontecerá noutros locais (Braga, por exemplo, mas não só).

Não podemos baixar a guarda, diminuir a pressão ou facilitar um milímetro que seja. Aos PCE só temos de os sensibilizar para que, no mínimo, continuem a adiar mais e mais os prazos... tudo quanto seja empurrar mais para a frente qualquer iniciativa de avaliação é um vitória e dá tempo a que se consigam avanços mais significativos na frente externa, nas negociações dos sindicatos com o ME e nas acções de luta promovidas pelos movimentos independentes de professores que, em conjunto, farão desencadear reacções nos meios políticos e na sociedade civil. É neste puzzle complexo e politicamente exigente que teremos de nos saber conduzir com inteligência, argúcia, determinação, total coesão e firmeza. A tomada de posição do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas apoiando a luta dos professores (a quem endereço desde já um abraço) é um excelente sinal de como esta nossa luta começa a reunir apoios junto de outros meios sócio-profissionais e quiçá a ser também uma mola impulsionadora para que mais e mais gente venha para a rua lutar pelos seus direitos!


JUNTOS VENCEREMOS!


Abraço solidário


Ricardo Silva
(Membro da Direcção da APEDE)