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quarta-feira, abril 22, 2009

APEDE - Moção alternativa


Colegas,


Embora nos desagrade a ideia de levar às reuniões sindicais nas escolas textos previamente elaborados de moções uniformizadas, para com elas obter a simples anuência dos professores, inibindo assim a emergência de textos que resultem de uma discussão aberta e não condicionada, pensamos que, no contexto actual, faz sentido que os professores possam participar nessas reuniões partindo de ideias claras e de propostas concretas. Nesse sentido, propomos aqui um texto para uma moção alternativa. Pedimos que não tomem este texto como um "facto consumado", mas apenas como uma sugestão de moção que pode ser apropriada por todos e modificada em função do entendimento democrático dos professores.


Está em curso um dos mais violentos ataques à Escola Pública democrática de que há memória neste país.

A actual equipa ministerial mostra-se empenhada em desfigurar completamente a natureza da profissão docente, destruindo as condições para a dignificação da mesma e criando nas escolas um clima de rivalidade e de hostilidade entre os professores em nada compatível com um trabalho pedagógico de cooperação e de troca de experiências, precarizando e desestabilizando o ofício de professor e acentuando a sua proletarização de modo a tornar a classe docente uma massa amorfa e obediente, pronta a aceitar todos os ditames do Ministério da Educação, por mais absurdos que sejam.

Se esta política não for travada, aqui e agora, se não dermos, no tempo que nos resta neste ano lectivo, um fortíssimo contributo para inverter o programa de degradação da Escola e da profissão docente, corremos o risco de vermos a cristalização dos seguintes factos:


  • Uma divisão da carreira entre professores titulares e não titulares que nenhum benefício traz à qualidade do ensino, mas que, em contrapartida, aumenta exponencialmente a quebra de solidariedade entre colegas, as fracturas no interior das escolas e a multiplicação de injustiças avulsas.

  • Um modelo de avaliação do desempenho hiper-burocratizado, sem qualquer paralelo nos restantes países europeus, que pretende formatar as práticas lectivas na base de uma ideologia pedagógica imposta de forma unilateral, mais uma vez sem quaisquer vantagens para a dignificação da carreira docente e para o efectivo reconhecimento da qualidade e do mérito.

  • Um modelo de administração escolar que cancela, definitivamente, a prática da co-responsabilização democrática no processo de tomada de decisões dentro das escolas, impondo a figura de um director todo-poderoso, dotado de poderes discricionários, e acentuando, ao mesmo tempo, a sua dependência em relação ao poder político do Ministério, dessa forma reduzindo ainda mais a já exígua autonomia dos estabelecimentos de ensino.

Neste momento, todos estes pilares do ataque à Escola Pública estão em fase de consumação. Mas o Governo tem outros projectos na manga, que só não foram ainda implementados por colidirem com os intuitos demagógicos em tempo de eleições. Entre tais projectos, importa destacar:



  • A fusão dos dois anos do 2.º Ciclo do Ensino Básico e a extensão a todo esse ciclo da figura do professor generalista, numa perspectiva de puro economicismo que irá degradar ainda mais as condições de transmisssão dos saberes aos alunos desse nível e que terá um tremendo impacto na precarização e no potencial desemprego de muitos colegas que, com qualificações superiores, hoje trabalham nesse segmento do sistema educativo.

  • A supressão das nomeações definitivas, um projecto que já existe em forma de lei aplicável a toda a função pública, e que irá ter na classe docente um efeito profundamente desestabilizador, em especial num tempo de crise económica e social.

  • O fim dos concursos nacionais de colocação de professores, garantias de transparência e de equidade nesse processo, que serão substituídos por concursos locais eventualmente entregues à discricionaridade dos poderes autárquicos, com isso abrindo a porta a todo um conjunto de abusos, de arbitrariedades, de conluios e de compadrios, afectando as normas elementares de justiça no acesso dos professores aos estabelecimentos de ensino.

Tudo isto está, hoje, no horizonte que se perfila para as escolas e para os professores deste país. E não é líquido que este programa não venha a ser executado mesmo num cenário em que o PS perca a maioria absoluta. Quem se limita a contar com o resultado das próximas eleições para inverter muitas destas políticas, está a hipotecar a luta dos professores e as consequências positivas que dela poderão decorrer, se formos capazes de a travar aqui e agora.


Por tudo isto, e porque não podemos ficar de braços caídos face ao futuro que se anuncia, propomos as seguintes formas de luta para este terceiro período:



  • Greve por uma semana, em que cada colega fará dois dias de greve, um por departamento curricular ou por região, e um de greve geral seguida de uma grande manifestação nacional.

  • Publicação nos jornais de um comunicado/anúncio, de página inteira, no dia da manifestação, explicando à opinião pública as razões da luta dos professores.

  • Greve às avaliações do 3.º período que, a ser aprovada pelos professores, se deverá pautar pelas seguintes condições: ser entendida como um último recurso no caso de as negociações com o Ministério da Educação não conseguirem responder aos principais anseios dos professores; assentar numa preparação cuidada e criteriosa, com sessões de esclarecimento organizadas pelos sindicatos em todas as escolas e uma campanha de informação junto das associações de pais e da opinião pública em geral.

Comunicado Conjunto APEDE/MUP/PROMOVA

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PROmova.jpg

Os movimentos independentes de professores defendem, em comunicado, uma consulta aos professores que seja aberta e nunca condicionada

COMUNICADO CONJUNTO DA APEDE, DO MUP E DO PROMOVA

"A luta depende muito daquilo que os professores estiverem dispostos a fazer e dos compromissos que assumirem face às acções a desenvolver."
Esta foi a afirmação dos dirigentes da Plataforma Sindical quando foi marcada, para esta semana, uma consulta geral nas escolas.
Infelizmente, esta consulta ameaça tornar-se numa "consulta", se não estivermos atentos e não soubermos introduzir na discussão TODOS os pontos de vista e propostas. TODOS mesmo!
Está a ser apresentada, nas reuniões já ocorridas hoje, uma MOÇÃO, aprovada pela Plataforma Sindical (podem encontrá-la no site da FENPROF) que merece, da nossa parte, movimentos independentes de professores, nomeadamente a APEDE, o MUP e o PROmova, uma reacção de forte repúdio e firme denúncia.
Após o Encontro de Professores em Leiria, tivemos o cuidado de reunir com alguns sindicatos da Plataforma para solicitar que esta consulta, aos professores, fosse totalmente aberta e não condicionada. Nos últimos dias, na blogosfera, repetimos VINCADAMENTE esse apelo.
Uma MOÇÃO redigida e apresentada nestes termos (chamamos a atenção particular para o 4º ponto, a contar do final, e para a ausência total de referência a formas de luta mais contundentes) não nos parece de todo correcta, dado que é inequivocamente redutora e parcial. Aponta um caminho, que deixa claramente subentendido, e exclui todos os outros. Não nos parece que promova e que seja o garante de um debate plural e enriquecedor em torno das diversas formas de luta passíveis de serem adoptadas.
Aliás, o simples facto de as organizações sindicais levarem para as reuniões nas escolas uma moção previamente cozinhada, que condiciona todo o debate, fechando-o à partida, parece-nos profundamente negativo e revela que as más práticas do passado tendem a perpetuar-se sem que os seus actores retirem as devidas lições de erros mil vezes cometidos.
Acima de tudo, colegas, quer concordem ou não com esta MOÇÃO, apresentada pela Plataforma Sindical, não deixem de intervir! Durante as reuniões, discutam tudo, proponham, escolham, ponderem, votem. É esse o grande apelo que fazem os movimentos independentes de professores!
É fundamental que saibamos sair do "cerco" e que discutamos abertamente TODAS as hipóteses de luta, TODAS as opções, TODOS os caminhos, mesmo que só nos apresentem um!
Vamos a isso.

APEDE,
MUP,
PROmova

Reuniões sindicais 20-24/Abril: datas e locais

DATAS E LOCAIS DAS REUNIÕES SINDICAIS EM TODO O PAÍS:

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CENTRO:












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GRANDE LISBOA:


Reuniões /Plenários Sindicais de docentes


29 de Abril de 2009 - Escola de Música do Conservatório Nacional - 14h30


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28 de Abril de 2009 - Escola Secundária Maria Amália Vaz de Carvalho - 15h00


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24 de Abril de 2009 - Escola Secundária Leal da Câmara - 16h00

24 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Alto dos Moinhos - 14h30

24 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas D. Francisco Manuel de Melo - 12h30 às 13h30

24 de Abril de 2009 - Escola de Dança do Conservatório Nacional - 12h00

24 de Abril de 2009 - Escola Secundária Braamcamp Freire - 11h45 às 13h15

24 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas D. Fernando II - 10h30

24 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Cardoso Lopes - 09h45 às 11h30



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23 de Abril de 2009 - Escola Secundária Fernando Namora - 18h30 às 19h15

23 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Bartolomeu de Gusmão - 17h30

23 de Abril de 2009 - Escola Secundária do Forte da Casa - 17h00 às 18h30

23 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas António Sérgio - 17h00

23 de Abril de 2009 - Colégio Nuno Álvares - 15h30

23 de Abril de 2009 - Escola EB 2 3 Pedro Santarém - 15h25 às 16h55

23 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas de Alfornelos - 15h20 às 16h50

23 de Abril de 2009 - Escola Secundária D. João V - Damaia - 15H10 às 17H00

23 de Abril de 2009 - Escola Secundária Luísa de Gusmão - 14h30 às 16h30 e das 18h00 às 20h00

23 de Abril de 2009 - Escola Secundária Marquês de Pombal - 14h30

23 de Abril de 2009 - Escola Secundária Padre Alberto Neto - 14h30

23 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Manuel da Maia - 13h15

23 de Abril de 2009 - Escola Secundária Artística António Arroio - 13h00

23 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas da Damaia - 12h30 às 14h00

23 de Abril de 2009 – Escola Secundária de Odivelas – 12h30

23 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas de Vialonga - 10h00 às 12h00

23 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas António Torrado - 10h00



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22 de Abril de 2009 - Plenário Concelhio de Sintra - 18h30

22 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas José Cardoso Pires - 18h00 - 19h30

22 de Abril de 2009 - Escola Secundária c/ 3 CEB Seomara da Costa Primo - 17h00 às 18h30

22 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Filipa de Lencastre - 17h00

22 de Abril de 2009 - Instituto Jacob Rodrigues Pereira - 16h30

22 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Ferreira de Castro - 16h30

22 de Abril de 2009 - Escola Secundária c/ 3 CEB Gama Barros - 16h00

22 de Abril de 2009 - Escola EB 2 3 Aristides Sousa Mendes - 15h30 às 17h00

22 de Abril de 2009 - Escola EB 2 3 Delfim Santos - 15h15 às 16h45

22 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Baixa-Chiado - 15h00

22 de Abril de 2009 – Agrupamento de Escolas Fernando Pessoa – 15h00

22 de Abril de 2009 – Escola Secundária de Camões – 15h00

22 de Abril de 2009 - Colégio Maria Pia - 14h00 às 16h00

22 de Abril de 2009 - Escola Secundária Afonso Domingues - 14h00

22 de Abril de 2009 - Escola Secundária c/ 3 CEB da Amadora - 13h30 às 15h00

22 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Padre Alberto Neto - Rio de Mouro - 13h00

22 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Francisco Arruda - 12h45

22 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Catujal - Unhos - 12h30 às 14h30

22 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas de Bucelas - 12h00 - 14h00

22 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas de Alvalade - 11h50

22 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Almeida Garrett - 11h45 às 15h00

22 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Professor Agostinho da Silva - 10h30

22 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Mães d'Água - 10h00 - 11h50



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21 de Abril de 2009 - Escola Secundária Ferreira Dias - 18h30

21 de Abril de 2009 - Escola Secundária Gago Coutinho - 17h00 às 18h30

21 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Damião de Góis - 17h00

21 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Marquesa de Alorna - 16h00 às 18h00

21 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Miguel Torga - 15h30 às 17h00

21 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas de Fitares - 14h30

21 de Abril de 2009 - Escola EB 2 3 de Aveiras de Cima - 13h30 às 15h00

21 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Eugénio dos Santos - 13h30

21 de Abril de 2009 - Escola EB 2 3 Roque Gameiro - 13h30

21 de Abril de 2009 – Agrupamento de Escolas Gil Vicente – 12h30

21 de Abril de 2009 - Colégio Pina Manique - 12h30

21 de Abril de 2009 – Agrupamento de Escolas Pintor Almada Negreiros – 12h00

21 de Abril de 2009 - Escola Secundária Vergílio Ferreira - 11h50 - 13h20

21 de Abril de 2009 - Escola EB 2 3 António Ataíde - 11h20 às 13h00

21 de Abril de 2009 - Escola Secundária D. Dinis - 11h00

21 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas de Marvila - 10h30

21 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas de Lapias - 10h00

21 de Abril de 2009 - Agrupamento Alto do Lumiar – 10h00

21 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Dr Azevedo Neves - 9h50 às 11h50

21 de Abril de 2009 - Escola EB 2 3 Paula Vicente - 9h50h


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20 de Abril de 2009 - Escola EB 2 3 Pontinha - 15h30h - 17h00

20 de Abril de 2009 - Escola Secundária c/ 3 CEB Miguel Torga - 18h30

20 de Abril de 2009 - Escola EB1 dos Lóios - 17h00

20 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas /Jardins de Infância da Azambuja - 15h30 às 17h00

20 de Abril de 2009 - Escola EB 2 3 Bairro Padre Cruz - 11h50 às 13h20

20 de Abril de 2009 - Escola EB 2 3 Piscinas/Olivais - 15h00 às 16h30

20 de Abril de 2009 – Agrupamento de Escolas D Domingos Jardo - 14h30

20 de Abril de 2009 - Escola EB 2 3 Maria Alberta Menéres - 13h30

20 de Abril de 2009 - Colégio Nossa Srª da Conceição - 13h00 às 14h00

20 de Abril de 2009 – Agrupamento de Escolas Pedro Jacques de Magalhães – 12h30 às 14h00

20 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas Luís António Verney - 12h30

20 de Abril de 2009 – Agrupamento de Escolas D Carlos I - 10h30

20 de Abril de 2009 - Agrupamento de Escolas do Bom Sucesso - 9h50 às 11h20
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SUL:


Semana de Consulta Geral aos Professores na semana de 20 a 24 de Abril



CARO COLEGA

Como terás já conhecimento, o SPZS/FENPROF leva a efeito, integrado na Plataforma Sindical de Professores, a semana de “Consulta Geral” a todos os professores.

- numa altura em que se conclui um mandato governamental em que se concretizaram dos mais ferozes ataques à profissão docente, com alterações negativas profundas das suas condições de trabalho, de carreira e de aposentação,

- numa altura em que já se torna claro que a própria renegociação do “ECD do ME”, a que foram obrigados pela força da luta dos professores, poderá, caso aliviemos a pressão sobre o ME, não trazer nada de positivo,

... é importante que possamos reflectir em conjunto sobre a situação que se vive actualmente nas escolas e quais as formas que usaremos e de que dispomos para continuar a luta em torno dos nossos objectivos.

... porque sabemos que temos razão, parar agora é comprometer a nossa acção e todo o investimento que fizemos até agora na nossa profissão, na defesa dos nossos alunos e da escola pública.

É, assim, importante que participes e acredites que a tua participação é muito importante neste momento.
Colega, as pessoas fazem falta e tu não podes faltar!

PARTICIPA NA SEMANA DA CONSULTA GERAL, NA TUA ESCOLA OU NO TEU AGRUPAMENTO!





Clica para imprimir/visualizar:

»» Horas e locais dos plenários (Portalegre)
http://www.spzs.pt/images/stories/pdf/2009/reuni%F5es%20portalegre.pdf

»» Horas e locais dos plenários (Évora)
http://www.spzs.pt/images/stories/pdf/2009/evora%20semana%20de%20reflex%E3o%20e%20luta.pdf

»» Horas e locais dos plenários (Beja)
http://www.spzs.pt/images/stories/pdf/2009/consulta_beja.pdf

»» Horas e locais dos plenários (Faro)
http://www.spzs.pt/images/stories/pdf/2009/consulta_geral%20_faro.pdf

»» Abaixo-Assinado (doc)
http://www.spzs.pt/images/stories/noticias/docs/24abaixo-assinado.doc


»» Consulta/docs de apoio (pdf)
http://www.spzs.pt/images/stories/pdf/2009/consulta_geral_guiao.pdf

»» Cartaz (jpg)http://www.spzs.pt/images/stories/noticias/2009/24cartaz2.jpg

segunda-feira, abril 20, 2009

PROmova - sugestões para a Consulta Geral nas escolas 20-24/Abril

PROmova.jpg

Sugestões do Movimento PROmova, no quadro da Consulta Geral:

Os professores identificados com o Movimento PROmova participarão nestas reuniões e defenderão as seguintes formas de contestação no decurso do 3º período lectivo:

1) marcação de uma greve de uma semana, em que cada professor fará dois dias de greve (um dia por região, a culminar numa sexta-feira de greve nacional, com uma grande manifestação nesse mesmo dia);

2) estabelecimento de contactos com os partidos políticos da oposição, no sentido de, ainda antes das eleições europeias, se poder estabelecer um "Compromisso Educação" que, no essencial, traduza um acordo com vista à revogação da divisão administrativa da carreira e à substituição deste modelo de avaliação;

3) organização de vigílias/concentrações por tempo indeterminado, em cada capital de distrito, dinamizadas, rotativamente, pelos professores resistentes de cada distrito, permitindo o recurso a intervenções/acções multimédia que mostrem as inconsistências e as injustiças desencadeadas pelas medidas educativas deste Governo, podendo, inclusive, incorporar um apelo à não votação no PS de Sócrates;

4) garantia de apoio jurídico aos professores que, em coerência com os seus princípios, não participem em nenhum acto relacionado com este modelo de avaliação e, em conformidade, não entreguem a Ficha de Auto-avaliação, substituindo-a por um Relatório Crítico.

Neste sentido, o PROmova incentiva os professores e educadores a proporem estas estratégias de actuação, de modo a que a Plataforma Sindical se possa envolver, de forma determinada, na sua consecução.

Além destas propostas de acção, o PROmova apela a todos os professores e educadores para que se mantenham intransigentes na não aceitação da divisão da carreira e na rejeição deste modelo de avaliação.

PROmova

PROFESSORES, Movimento de Valorização

http://4.bp.blogspot.com/_KdtlQSb9TP0/Sej3QEIlTOI/AAAAAAAABAA/-9Dx-HNXkuA/s400/consulta.jpg

Reuniões em TODAS as escolas!
Falta ao abrigo da Lei Sindical

A tua opinião conta!
Aparece!

MEP: reunião aberta do Movimento Escola Pública, cortejo no 25 de Abril e discussões nas escolas sobre as medidas de luta a levar a cabo neste terceir

MOVIMENTO ESCOLA PÚBLICA
IGUALDADE E DEMOCRACIA
20-24 de Abril
Participa nas reuniões em cada escola para decidir as próximas medidas de luta!
O Movimento Escola Pública considera essencial a realização de uma nova grande manifestação nacional no dia 16 de Maio, e apresentou essa proposta no Encontro de Professores em luta. Defenderemos esta proposta e batalharemos para que ela atinja um consenso muito amplo no seio dos professores. É fundamental voltar a unir todos os professores, os que entregaram e os que não entregaram os objectivos individuais. O governo aposta nessa divisão e é de novo a união que os pode encostar à parede.
1) O governo quer fazer crer que a maior parte dos professores já aceita estas políticas por ter entregue os objectivos. Ora, sabemos que não é verdade. Os professores que os entregaram fizeram-no por receio das consequências. A oportunidade para provar isso é a realização de uma nova manifestação nacional, para voltar a unir todos os professores, os que entregaram e os que não entregaram os objectivos individuais.
2) A manifestação deve ser realizada a um sábado, para permitir uma maior mobilização. O dia 16 de Maio parece uma data adequada. Mas atenção: é uma proposta a fazer aos professores na semana que começa esta segunda-feira. É preciso que essa discussão seja livre e que todos se pronunciem.
3) O governo só recuou em alguns aspectos do seu modelo de avaliação depois de grandes mobilizações de massas dos professores, fossem manifestações ou greves. É isso que o governo teme. É por isso que Pedreira quer comprar a paz dos sindicatos, fazendo chantagem. Não teve sucesso e ainda bem.
4) Naturalmente, não é uma nova grande manifestação nacional que fará o governo recuar imediatamente no essencial das suas políticas. Mas consideramos ser a melhor forma de neste momento condicionar as medidas educativas deste e do próximo governo. E, claro, a luta não pode parar a seguir à manifestação.
5) Consideramos que, nesta altura, defender greves de dois dias ou de uma semana, ou vigílias por tempo indeterminado, são propostas menos mobilizadoras e menos capazes de unir todos os professores. Mas isso será uma decisão desta semana, que queremos que ocorra com toda a democracia.
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25 de Abril com o Movimento Escola Pública
15h – Participação na Manifestação do 25 de Abril, às 15h, em Lisboa. Concentração do Movimento Escola Pública na estátua do Marquês de Pombal, às 14h45, com faixas, pancartas e cortejo próprio.
17H30: Reunião aberta do Movimento Escola Pública
- para preparar as acções de luta decididas pelos professores nas escolas
- para discutir outras temáticas relacionadas com a Escola pública
Local da reunião: Casa do Brasil (Rua São Pedro de Alcântara, 63 - 1º direito, Lisboa)