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quarta-feira, abril 16, 2008

Escolas que rejeitaram o Memorando de Entendimento - Em actualização

Contabilização (00.00 horas)

Escolas que rejeitaram o Memorando de Entendimento


Contabilização (00 horas)

Escolas que rejeitaram o Memorando de Entendimento


Agrupamento de Escolas Lousada Oeste
Agrupamento da Freixianda, Ourém
Agrupamento de Escolas Conde de Ourém
Agrupamento de Escolas da Área Urbana da Guarda (Santa Clara)
Agrupamento de Escolas da Batalha
Agrupamento de Escolas da Ericeira
Agrupamento de Escolas de Almeida
Agrupamento de Escolas de Alvaiázere
Agrupamento de Escolas de Amares
Agrupamento de Escolas de Marrazes, Leiria
Agrupamento de Escolas de Ovar
Agrupamento de Escolas de São Bruno, Caxias
Agrupamento de Escolas de São Julião da Barra, Oeiras
Agrupamento de Escolas de Taveiro, Coimbra
Agrupamento de Escolas Dr. Correia Mateus, Leiria
Agrupamento de Escolas José Saraiva, Leiria
Agrupamento de Escolas Professor Carlos Teixeira, Fafe
Agrupamento Vertical de Escolas de Ponte da Barca
Agrupamento Vertical de Escolas Vale de Milhaços
Escola Básica Integrada João Roiz , Castelo Branco
Escola Básica Integrada de Colmeias, Leiria
Escola EB 2.3 da Caranguejeira, Leiria
Escola EB 2.3 de Bocage, Setúbal
Escola EB 2/3 José Ferreira Pinto Bastos, Ílhavo
Escola EB 2/3 Gafanha da Nazaré, Aveiro
Escola E.B. 2,3 Dairas, Vale de Cambra
Escola EB 2.3 de Nisa
Escola EB 2.3 de Nogueira, Braga
Escola EB 2.3 de Penedono
Escola EB 2.3 Álvaro Velho, Lavradio
Escola EB 2/3 Frei Bartolomeu dos Mártires, Viana do Castelo
Escola EB 2.3/S de Maceira, Leiria
Escola Sec./3 Artur Gonçalves,Torres Novas
Escola Sec./3 de Latino Coelho, Lamego
Escola EB 2,3/S Monte da Ola, Viana do Castelo
Escola EB 2,3 Carlos de Oliveira, de Febres
Escola E.B 2,3 de Caldas das Taipas, Guimarães
Escola Secundária Afonso Lopes Vieira, Leiria
Escola Secundária Conde de Monsaraz, Reguengos de Monsaraz
Escola Secundária Clara de Resende, Porto
Escola Secundária D. Afonso Sanches, Vila do Conde
Escola Secundária D. Inês de Castro, Alcobaça
Escola Secundária D. Maria II, Braga
Escola Secundária D. Martinho de Castelo Branco, Portimão
Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso
Escola Secundária de Arganil
Escola Secundária dos Casquilhos - Barreiro
Escola Secundária de Figueiró dos Vinhos
Escola Secundária de Lousada, Porto
Escola Secundária de Olhão
Escola Secundária de Palmela
Escola Secundária de S. Pedro, Vila Real
Escola Secundária de Santa Maria, Sintra
Escola Secundária de Vagos, Aveiro
Escola Secundária do Entroncamento
Escola Secundária Dr. João Araújo Correia, Régua
Escola Secundária Dr. Manuel Fernandes, Abrantes
Escola Secundária Eng.º Acácio Calazans Duarte, Marinha Grande
Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo, Leiria
Escola Secundária Infanta Dona Maria, Coimbra
Escola Secundária Madeira Torres, Torres Vedras
Escola Secundária de Monserrate, Viana do castelo
Escola Secundária Maximinos, Braga
Escola Secundária Pinhal do Rei, Marinha Grande
Escola Secundária São Pedro, Vila Real
Escola Secundária Camilo Castelo Branco, Vila Real
Escola Secundária de Barcelos
Escola Secundária da Mealhada
Escola Secundária D. Afonso Sanches, Vila do Conde
Escola Secundária Sá de Miranda, Braga
Escola Secundária Padre António Vieira, Lisboa



Quem tiver informações sobre os resultados das reuniões nas escolas, p. f. informe o Movimento (em.defesa.da.escola.publica@gmail.com).

Fonte: Movimento Cívico em Defesa da Escola Pública

terça-feira, abril 15, 2008

Rejeição do "entendimento"

O professores do Agrupamento de Escolas da Ericeira aprovaram por unanimidade A NÃO assinatura do acordo/entendimento, uma vez que ele não representa a vontade manifestada pelos professores na sua luta.

Anabela Almeida Barros, presente na reunião

Nota minha: Há que exigir que o sindicato divulgue escola por escola o resultado da votação Temos que saber onde foi buscar os resultados para clamar nas televisões "esmagadora maioria"?

Rejeição do "entendimento"

Caros(as) Colegas

Hoje no Agrupamento de Escolas de S. Julião da Barra

o dia foi D.

Foi de discussão partilhada, aberta e franca. Fomos mais uma vez ESCOLA, por nós e pelos nossos alunos, neste caminho encetado a 8 de Março, pela defesa do Ideal de uma Escola Pública de qualidade em que o rigor e a exigência são os motes mobilizadores.

Afirmámos a diversidade de posições e opiniões e fomos, no momento da decisão, uma voz, um AGRUPAMENTO. Uma só voz a DIZER NÃO À ASSINATURA DO MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE A PLATAFORMA SINDICAL E O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.

No total dos professores presentes nas duas sessões com o representante do sindicato esta posição de não concordância com o conteúdo do referido memorando mereceu apenas um voto a favor e dois contra num total de cerca de80 professores presentes.

Os(As) Professores(as) do Agrupamento de Escolas de S. Julião da Barra está consciente dos tempos que os esperam e sabem que este é apenas mais um recomeço.

Vamos continuar na luta convictos(as) de que podemos vencer!

Rejeição do "entendimento"

Os 33 presentes na reunião-debate do Agrupamento de Escolas de São Bruno, realizada a 15 de Abril, aprovaram por unanimidade, uma moção indicando que os dirigentes da Plataforma Sindical não devem subscrever, a 17 de Abril, o "Memorando de Entendimento" com o ME, e rejeitando – também por unanimidade – a moção da Plataforma Sindical que propunha essa assinatura. Veja, em anexo, a moção aprovada.
Cara(o) colega,
Na reunião em que participou e que eu coordenei, ficou assente que a moção aprovada fosse subscrita por todos os outros docentes do Agrupamento que não participaram nessa reunião. Peço-lhe, portanto, que a dê a conhecer a esses colegas.
Por outro lado, para quem tiver necessidade de uma justificação de falta ao abrigo da Lei sindical, foi deixada na Secretaria do Agrupamento uma fotocópia da Folha de presenças, sendo apenas necessário que a(o) colega solicite à Secretaria a correspondente declaração.
Dê a melhor divulgação ao que aprovámos hoje, nomeadamente através da Internet.
Para se inteirar dos outros agrupamentos e escolas que tomaram a mesma posição, basta consultar os seguintes endereços da Internet, por exemplo:

Cordiais saudações sindicais

Joaquim Pagarete (SPGL)

Rejeição do "entendimento"

Moção aprovada na Escola Secundária dos Casquilhos Barreiro

No dia 8 de Março realizámos uma Marcha com 100 mil professores.

O sentido das suas aspirações e exigências expresso nesta marcha , bem como ao longo de todo o seu processo de resistência é o seguinte:

· Não a esta avaliação

· Reposição da carreira única

· Retirada do decreto da nova gestão

· Revogação da prova de ingresso para os professores contratados

Esta Marcha foi uma grande prova de mobilização e de unidade dos professores com as suas direcções.

Na sua sequência, os responsáveis sindicais encetaram um processo de reuniões com membros do ME e, por último, com a própria Ministra.

Deste processo saiu um "Memorando de Entendimento", redigido na madrugada de 12 de Abril e que os dirigentes da Plataforma apresentaram como uma vitória dos professores, ao mesmo tempo que o ME se vangloriava de que o essencial das suas medidas não tinha sido beliscada.

Nós analisámos o dito Memorando. Certos de que s direcções ouvirão as nossas opiniões e agirão de acordo com a vontade da maioria, consideramos o seguinte:

  1. O Memorando contém aspectos de recuo do ME, em particular no que diz respeito à avaliação simplificada a realizar nos 2 meses que faltam deste ano lectivo, e que passaria a ser em tudo semelhante à avaliação que constava do antigo ECD. Este ponto constitui um importante golpe nas pretensões dos órgãos de gestão que, a coberto do ME, estavam a avançar a todo o vapor na implementação do dec. 2/ 2008, contra a vontade da maioria dos professores das suas escolas. Como forma de resistência ao decreto da avaliação , esta avaliação simplificada poderia estender-se ao actual ano lectivo;
  2. Ele contém outros ganhos importantes, como a garantia do aumento da componente individual de trabalho e a inclusão das acções de formação contínua na componente não-lectiva do horário;
  3. No entanto, o Memorando contém também aspectos que contrariam as aspirações dos 100 mil professores que se manifestaram no dia 8 de Março, nomeadamente, a aceitação de que o decreto da avaliação será implementado ao longo do ano de 2008-09, com uma eventual "correcção" apenas no final do ano lectivo (o que nos parece dar grande margem de manobra para que o ME aplique o modelo no terreno) e a aplicação da nova gestão já a partir do próximo ano lectivo, após a conclusão do 1º procedimento em Setembro de 2008.

Em conjunto, as duas medidas alterarão por completo o clima relacional dentro das escolas e irão sujeitar a classe docente a um regime de divisão, medo e intimidação, com as evidentes consequências para a qualidade do ensino e as condições de aprendizagem dos nossos alunos.

Trata-se, pois, de dois pontos importantíssimos para o nosso futuro enquanto classe docente. Juntamente com a imposição do ECD da Ministra e a divisão da carreira em duas categorias, a avaliação de desempenho tal como está regulamentada e a nova gestão constituem pilares essenciais do edifício legislativo com que o ME pretende continuar desmantelar a profissão docente e destruir a Escola pública.

Esta situação exige um debate sério entre os professores, e nunca uma decisão precipitada. O Memorando de Entendimento deve ser discutido e analisado, sim, mas com tempo e autonomia de discussão. As duas horas de debate de que usufruímos hoje, neste Dia D, são manifestamente insuficientes para que tomemos uma posição consciente e responsável que obrigaria os nossos dirigentes a dizerem Sim ou Não ao Memorando e a comprometerem-se com esse mandato. Este Memorando foi apresentado aos professores há apenas 2 dias. Alguns dos colegas estão a tomar conhecimento dele pela primeira vez. Nada aconselha a pressa nesta situação.

Assim, dirigimo-nos aos responsáveis sindicais de todos os sindicatos da Plataforma, pedindo-vos que não subscrevam o chamado "Memorando de Entendimento" sem que estejam reunidas as condições de participação, debate e decisão da maioria dos professores acerca do mesmo – o que é manifestamente incompatível com a "data-limite" de 17 de Abril.

Este processo de discussão deverá passar pela realização de plenários nacionais e/ou concelhios, assembleias de professores, deslocação de dirigentes da Plataforma às escolas, etc., podendo realizar-se uma Assembleia Magna de delegados de todas as escolas, convocada por todos os sindicatos. Após este período de auscultação, os dirigentes da Plataforma tomariam a decisão de subscrever ou não o Memorando conforme a vontade expressa pela maioria.

Os professores, em conjunto com os seus dirigentes, devem ter autonomia para discutir e decidir sobre questões tão importantes para o futuro de toda a classe.

Moção aprovada, por maioria, na Escola Secundária dos Casquilhos, no dia 15 de Abril, de 2008:

14 votos a favor; 1 voto contra; 3 abstenções

Moção da Plataforma sindical rejeitada, por maioria:

4 votos a favor; 7 votos contra; 6 abstenções.

Rejeição do "Entendimento" 1

COLEGAS

Os Professores da Escola Sec.Padre António Vieira em Lisboa rejeitaram o acordo.
Temos uma moção que depois vos envio.

Saudações.

M.Luz

Versão Mário Nogueira

Estas são as palavras de Mário Nogueira (MN) à LUSA/SOL.

"Apoio dos docentes ao acordo com Ministério é «esmagador».

O apoio dos docentes ao acordo alcançado sábado entre os sindicatos e a tutela é «esmagador», estando assim excluído o recurso à greve e a outros protestos que interfiram com as aulas, segundo a plataforma sindical de professores".

Gostaríamos de saber as regras da "quantificação" para que MN diga que há um apoio esmagador. Nós colocamos online as Escolas que rejeitaram o "entendimento". Para haver lisura de processos MN deveria fazer o mesmo.

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Movimento Cívico
Em defesa da Escola Pública e da Docência
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