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quinta-feira, dezembro 11, 2008

Tomar posições nas escolas, dizemos nós!

Informação SPZS

VAMOS APROVAR POSIÇÕES NAS ESCOLAS/AGRUPAMENTOS

Tal como tinha já sido anunciado, tendo em conta a marcação de uma reunião negocial com a Plataforma Sindical dos Professores, para o próximo dia 15 de Dezembro, com agenda aberta, ou seja, com a consideração das propostas dos Sindicatos em igualdade com as propostas do Ministério da Educação, foram suspensas as greves marcadas para as regiões do paí­s, entre 9 e 12 de deste mês.

Porém, como referiu Mário Nogueira, enquanto porta-voz dos Sindicatos de Professores, não é possível deixar cair no vazio a luta marcada para esta semana. Daí que seja dirigido um forte apelo a que em todos os agrupamentos /escolas não agrupadas ou núcleos escolares (EB1 ou Jardins de Infância) se aproveite o dia 11 de Dezembro para realizar duas iniciativas:

- Aprovar uma posição sobre o actual momento reivindicativo (ver textos mais abaixo);

- Distribuir pelos encarregados de educação um texto (que a Plataforma disponibiliza para cada escola) sobre as razões da luta dos professores.

CONSULTA | IMPRIME | DISTRIBUI | ENVIA UMA POSIÇÃO:

Em PDF:

http://www.spzs.pt/images/stories/pdf/2008/posicao32747_plataforma.pdf
(cada escola e em cada local onde for aprovada, deve enviar para a Plataforma a cópia respectiva - PDF contêm dois documentos: um deve ser enviado para a Plataforma)


EM FICHEIRO DO WORD - EDITÁVEL:

http://www.spzs.pt/images/stories/noticias/docs/tomada%20de%20posi%C7%C3o11.doc

(Caso pretendam introduzir alterações, podem utilizar este ficheiro editável)

A Direcção do SPZS/FENPROF

quarta-feira, dezembro 10, 2008

SPN: porquê suspender as greves regionais?

Suspensão da Greve do dia 9 (Norte) e seguintes

ESCLARECIMENTO DA DIRECÇÃO DO SPN

A Plataforma Sindical dos Professores decidiu suspender a realização das greves regionais da próxima semana, na sequência da marcação de uma reunião com agenda aberta no Ministério da Educação no próximo dia 15 de Dezembro, onde avaliará a alegada disponibilidade do ME para a negociação.

Nessa reunião, os sindicatos colocarão em cima da mesa as exigências dos professores relativas à suspensão, e posterior substituição, do actual modelo de avaliação e à revisão do Estatuto da Carreira Docente.

A preceder esta reunião no ME, a Plataforma Sindical propõe que, no próximo dia 11 de Dezembro os professores reafirmem claramente estas exigências, através da aprovação de posições em reuniões realizadas ao abrigo da lei sindical, em todas as escolas.

Neste contexto, a Direcção do SPN reafirma:

- a sua completa rejeição do modelo de avaliação do ME, com ou sem simplificações;

- a sua recusa em equacionar a aplicação deste modelo no presente ano lectivo;

- o seu apelo a que os professores e os órgãos de gestão resistam às pressões crescentes da administração e mantenham a recusa colectiva em entregar os objectivos individuais, e em concretizar todas as recentes orientações e despachos do ME sobre esta matéria;

- a sua determinação em desenvolver as lutas necessárias à consecução das justas reivindicações dos professores;

- a sua confiança nos professores do Norte, que mostraram inequivocamente no passado dia 3 que não se resignarão e não desistirão de defender a sua dignidade profissional e a qualidade da escola pública.

O capital de unidade e de mobilização que os professores conseguiram em 2008 - patente nas gigantescas manifestações de 8 de Março e 8 de Novembro e, mais recentemente, na maior greve de sempre dos docentes portugueses - é o melhor garante do sucesso da sua luta contra a arrogância e prepotência da actual equipa do ME e deste Governo.

Luta que continuarão a travar com os seus sindicatos.

Porto, 6 de Dezembro de 2008

A Direcção do SPN


(e agora pergunto eu: se esta reunião foi antecipada para o dia 11, como vão os sindicatos negociar com o ME sem falar antes com os professores a fim de se delinearem formas de acção?)

Calma, as greves regionais foram apenas suspensas

Mário Nogueira afirma que as greves apenas estão suspensas, não foram canceladas
Educação: Plataforma de sindicatos apela ao Governo para que cumpra compromisso negocial
06.12.2008 - 20h47 Lusa

A Plataforma de Sindicatos de Professores apelou hoje ao Governo para que respeite o compromisso de acolher na reunião do dia 15 a proposta alternativa de avaliação dos professores em "pé de igualdade com a sua". A Plataforma reagiu assim, esta tarde, a declarações do secretário de Estado Adjunto e da Educação, Jorge Pedreira que afirmou, em conferência de imprensa que “não haverá suspensão em circunstância alguma”, da avaliação de desempenho dos professores.

“O que o secretário de Estado Adjunto e da Educação disse não corresponde de forma nenhuma à verdade", sublinhou Mário Nogueira em conferência de imprensa em Coimbra, frisando que se assim fosse não teriam sido suspensas as greves regionais da próxima semana, nem teria sentido a referida reunião negocial de dia 15.

Segundo o dirigente, os sindicatos estão a dar espaço para se encontrar uma solução negociada para o conflito, "esperando que o Governo seja capaz de dar também esse espaço".

"Todos temos de estar com seriedade. Só pode haver consenso quando as partes se respeitam", frisou, acrescentando que os sindicatos, embora procurem o diálogo, não deixarão de retomar as lutas se for necessário, porque as greves apenas estão suspensas.

Depois do cancelamento das Greves Regionais, o que fazer?

ÀS 14h30 de ontem (5 de Dezembro) cheguei ao local da vigília, frente ao ME. Na mesma altura também chegava à 5 de Outubro um antigo dirigente com cargos de responsabilidade no SPGL/FENPROF e que, por via de entretanto ter ido leccionar para a área geográfica do SPN/FENPROF, nele se filiou, pertencendo hoje à sua Direcção.

Este dirigente - um militante do PS que apoiou a Lista de Manuela Mendonça, derrotada pelo IX Congresso Nacional da FENPROF - quando por mim questionado acerca do ponto da situação, logo me informou que, das 11 organizações sindicais integrantes da Plataforma, 6 delas já se tinham pronunciado pelo cancelamento das greves regionais agendadas, pois as informações que chegavam das escolas, francamente desanimadoras, criavam um risco real destas greves registarem baixa adesão e poderem ser o flop que logo o ME exploraria mediaticamente dizendo que os professores finalmente tinham entendido a manipulação de que estavam a ser alvo pelos sindicatos e partidos da oposição (ver votação de ontem na AR). Mais me disse o referido dirigente do SPN/FENPROF que a decisão do cancelamento também já tinha sido tomada pelo Secretariado Nacional da FENPROF (SN). Aqui manifestei estranheza, pois a reunião do SN tinha-se acabado de iniciar às 14h (meia hora antes, portanto) na sede da FENPROF.

O que se veio a passar depois já é conhecido de todos.

A posição desconfortável do ME (pelo seu crescente isolamento político e social) e da Plataforma (receosa da baixa adesão às greves regionais) ditou um recuo táctico de ambas as partes. Acredito até que este recuo mútuo e os termos em que foi feito tenha sido previamente "consensualizado" entre as partes fragilizadas, numa espécie de "acordo de cavalheiros" - para salvar a face, publicamente, às duas.

Assim, os dirigentes da Plataforma, puderam ontem à noite declarar que este cancelamento e a reunião negocial do dia 15 de Dezembro, de agenda aberta e de mesa negocial única, representaram um desbloquear da situação e uma primeira cedência do ME face à Greve a 94% do passado dia 3. E o ME pôde anunciar que este passo provava a sua abertura ao diálogo e a sua disposição para substituir o seu modelo por outro.

Mas a fragilidade extrema e o desespero políticos da moribunda equipa da 5 de Outubro levou Jorge Pedreira ao fim da noite de ontem a quebrar este pacto, anunciando (ver declarações à SIC) que a suspensão está fora de causa e as alterações, a verificarem-se, só terão lugar no próximo ano lectivo (sobre isto ver também o e-mail de ontem da DGRHE). Estas declarações públicas além de colocar em maus lençóis o SG da FENPROF e porta-voz da Plataforma - que ainda na véspera da Greve Nacional de dia 3 tinha jurado a pés juntos que não negociariam com o ME enquanto não fosse suspenso este modelo de avaliação - lançaram a suspeição e algum desânimo na classe docente.

Resumindo: ao contrário que já sucedeu no passado (1989 e 2001) estamos nitidamente em presença de dois adversários que, por fragilidades mútuas, acordaram uma trégua táctica de 8 dias, e não de nenhuma "traição", como clamam alguns colegas mais exaltados e certamente menos conhecedores destes contornos político-sindicais.

Perante isto o que a Classe deve fazer? Como "só" as greves regionais foram canceladas, mantendo-se intacta a restante agenda de acções reivindicativas (com destaque para a Greve Nacional de 19 de Janeiro) deve a classe docente manter-se vigilante e mobilizada nestes dias que decorrerão antes da reunião negocial de 15 de Dezembro - reunião que não deve acrescentar nem trazer novidades de monta ao processo.

A bola, entretanto passou de novo para as escolas. Pelo que assume importância vital a participação massiva dos Professores nas reuniões sindicais nas escolas ontem anunciadas para dia 11 pelo porta-voz da Plataforma, Mário Nogueira.

Também é imprescindível a continuação da tomada de posição de escolas contra este modelo, bem como a sua suspensão na prática, pelos professores ou pelos órgãos de gestão. Neste quadro complexo da nossa luta, o encontro Nacional de Escolas em Luta, hoje a decorrer em Leiria, bem como outras movimentações organizativas espontâneas de professores e escolas em luta ganham também redobrada relevância. É absolutamente necessário matar no ovo, por todos os meios, possíveis veleidades, venham elas donde vierem, que coloquem no horizonte qualquer novo “entendimento” com o ME, que seria o golpe mortal desferido em toda a classe e na sua luta. Por respeito aos 120 mil e aos 20 mil que estiveram nas ruas de Lisboa dias 8 e 15 de Novembro. E sobretudo por respeito aos 132 mil que pararam no passado dia 3 de Dezembro.

VIGILÂNCIA E MOBILIZAÇÃO TOTAL DA CLASSE!

A LUTA CONTINUA!


Paulo Ambrósio

- sub-coordenador da Frente de Professores e Educadores Desempregados do SPGL/FENPROF
- membro do Grupo de Trabalho da Precariedade e Desemprego Docente da FENPROF

PROmova - Comunicado

http://2.bp.blogspot.com/_KdtlQSb9TP0/STmo2PLKS6I/AAAAAAAAAeI/UAOT2Zkhb_4/s400/PROmova.jpg

COMUNICADO DO MOVIMENTO PROmova
(06-12-2008)


AOS EDUCADORES E PROFESSORES,
AOS MOVIMENTOS E SINDICATOS REPRESENTATIVOS DOS PROFESSORES,
À COMUNICAÇÃO SOCIAL,
ÀS ENTIDADES PÚBLICAS,
AO PAÍS


Neste momento crucial em que tudo se pode decidir e em que a união de toda uma classe é factor fundamental para se conseguir alcançar tudo aquilo por que nos temos batido, o Movimento PROmova, confrontado com a decisão da Plataforma Sindical em suspender as acções de contestação agendadas para a próxima semana e para o final deste primeiro período lectivo, reafirma o seu indeclinável compromisso com as razões que sustentam, quer a sua exigência de substituição deste modelo de avaliação, quer a concomitante reivindicação de renegociação do Estatuto da Carreira Docente e, especificamente, de revogação da legislação que instituiu a divisão da carreira entre "titulares" e "professores", num inqualificável exercício de leviandade e injustiça protagonizado por esta equipa ministerial.

Por conseguinte, o Movimento PROmova, conhecedor da má-fé negocial e da desonestidade política desta equipa ministerial (veja-se o inacreditável comunicado emitido pelo ME na noite de 5 de Dezembro, após a assunção do compromisso negocial), que não augura nada de bom, manter-se-á vigilante ao processo negocial e não pactuará com qualquer versão do tipo “Memorando de Entendimento II” que viabilize um modelo de avaliação complexo, burocrático, opressivo, assente num único professor avaliador não proposto e/ou reconhecido pelos colegas e, sobretudo, montado sobre a divisão aleatória da carreira e a existência de quotas irracionais.

Se o Ministério da Educação persistir no caminho da prepotência e da manutenção de políticas educativas absurdas e injustas, ou se a Plataforma Sindical vacilar na defesa dos princípios que tem vindo a defender e a que nós nos temos associado, o Movimento PROmova (certamente, também os demais movimentos) e os professores saberão reagir em conformidade.

O Movimento PROmova quer acreditar que, desta vez, os princípios e a seriedade vão prevalecer e que toda esta abertura corresponde a uma assunção efectiva de um diálogo profícuo e não mais a uma manobra de um marketing intencional destinado a tentar adiar para tudo ficar na mesma.

A confirmar-se a existência de um compromisso sério de ambas as partes para uma abertura negocial, então, ao contrário do que, cinicamente, o ME continua a reafirmar, não faz sentido participar em qualquer acto relacionado com a implementação deste modelo de avaliação.

Neste sentido, o Movimento PROmova apela a que todas as escolas ignorem as determinações do Ministério da Educação que visam forçar a implementação de um modelo desacreditado, pois, além das razões e da ética que assistem aos professores para rejeitar este modelo de avaliação, acresce o argumento de estarem a envolver-se numa ocupação inútil e improfícua, que, de um momento para o outro, terá como destino o baú das recordações tenebrosas.

Os professores podem ter a certeza da nossa resistência até que a razoabilidade, a justiça e a decência sejam a pedra de toque das políticas educativas do Governo. Contém connosco!

PROmova,
PROFESSORES - Movimento de Valorização

Mantém-te informado e participa em

http://movimentopromova.blogspot.com/

PÁGINA DA FENPROF
5 de Dez de 2008

Reunião negocial no dia 15, "onde tudo estará em cima da mesa"
A Plataforma Sindical dos Professores suspendeu (5/12/2009) as greves regionais agendadas para a próxima semana, considerando que, pela primeira vez, o Ministério da Educação aceitou negociar de forma aberta com os Sindicatos. Recorde-se, entretanto, que está marcada para 19 de Janeiro de 2009, data do segundo aniversário da publicação do "ECD do ME", uma greve nacional dos educadores e professores."Perante a disponibilidade do Ministério da Educação, que, pela primeira vez, aceitou uma negociação onde não estarão apenas as questões da avaliação mas outros aspectos do ECD, em nome da Plataforma suspendemos as greves regionais da próxima semana", afirmou Mário Nogueira.Nesse sentido, está marcada para o próximo dia 15 (segunda-feira) uma reunião negocial,entre a Plataforma e o Ministério, "onde tudo estará em cima da mesa, pela primeira vez" (suspensão do actual modelo de avaliação, negociação de um novo modelo, fim da divisão artificial da carreira, entre outras matérias fundamentais) como sublinhou o dirigente sindical, intervindo na Vigília realizada à porta do ME, e em declarações prestadas à comunicação social.

PÁGINA DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
5 de Dez de 2008

Esclarecimento sobre a avaliação de desempenho dos professores
Chegou hoje ao fim o processo de negociação das medidas tomadas pelo Governo no dia 20 de Novembro para facilitar a avaliação do desempenho dos professores.
Os sindicatos neste processo não apresentaram qualquer alternativa ou pedido de negociação suplementar, pelo que o Ministério da Educação (ME) dá por concluídas as negociações, prosseguindo a aprovação dos respectivos instrumentos legais.
O ME, mantendo a abertura de sempre, que já conduzira ao Memorando de Entendimento com a plataforma sindical (ver infra), respondeu positivamente à vontade dos sindicatos, expressa publicamente, de realização de uma reunião sem pré-condições, isto é, sem exigência de suspensão da avaliação até aqui colocada pelos sindicatos. Foi por isso agendada uma reunião para o dia 15 de Dezembro, com agenda aberta.
Os sindicatos foram informados que o ME não suspenderá a avaliação de desempenho, que prossegue em todas as escolas nos termos em que tem vindo a ser desenvolvida.

Esta reunião foi antecipada para 5ª. feira, dia 11/Dez

Nacional
Educação: Plataforma Sindical dos Professores anuncia suspensão das greves regionais

Lisboa, 05 Dez (Lusa) - A Plataforma Sindical dos Professores suspendeu hoje as greves regionais agendadas para a próxima semana, considerando que, pela primeira vez, o Ministério da Educação (ME) aceitou negociar uma eventual suspensão do modelo de avaliação de desempenho.

No final de um breve encontro com o secretário de Estado Adjunto e da Educação, o porta-voz da Plataforma, Mário Nogueira, anunciou que será realizada no próximo dia 15 uma reunião "onde tudo estará em cima da mesa", nomeadamente a revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD).

"Perante a disponibilidade do ME, que, pela primeira vez, aceitou uma negociação onde não estão apenas as questões da avaliação mas outros aspectos do ECD, em nome da Plataforma suspendemos as greves regionais da próxima semana", afirmou o sindicalista.

Lusa/Fim



Alerta colegas!

Colegas:

Ouvi as notícias das 20h na Antena 1, e não gostei nada. Cito:
"Sindicatos suspenderam as greves regionais da próxima semana" porque
o ME disse que estava disposto a negociar "com tudo em aberto" (esta
expressão foi referida várias vezes, como se fosse algo de muito
concreto e muito importante!). Foi marcada uma reunião "negocial" ME-
sindicatos (a tal onde está "tudo em aberto", o que quer que isto
signifique) para dia 15 deste mês.
Quando o jornalista perguntou ao secretário de Estado (não me lembro
qual deles) se isto queria dizer que o ME ia finalmente suspender a
avaliação, a resposta foi (prestem atenção): "A POSIÇÃO DO ME NÃO
MUDA. O ME NÃO VAI SUSPENDER O ACTUAL MODELO. A SUSPENSÃO NÃO ESTÁ EM
CIMA DA MESA". Tive o cuidado de anotar tudo o que foi dito pelo
homem.
Portanto, o ME NÃO suspende... mas a Plataforma desconvoca as greves
e vai a correr reunir com o ME!!
Será que vamos ser outra vez enganados, e engolir o sapo do
Entendimento nº 2??!!
Estejam atentos às notícias. No Telejornal a informação era um pouco
vaga, disse-me um colega. Pode ser que a rádio se tenha enganado
nalgum ponto, embora não costume acontecer.
Alerta, colegas! A luta ainda não acabou, seja lá o que for que os
nossos dirigentes estejam a "cozinhar"... ou a desinformação a tramar!
Ana Paula Amaral