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quarta-feira, maio 27, 2009

SPGL - Vitória da Lista A: Comunicado de Imprensa - resultados das eleições

Citação de: http://www.spgl.pt/artigo.aspx?sid=3a33ad18-4d81-409b-b3f2-ce7bc32b9857&cntx=vLMtKY75owHk9LVjCYHRRIOmVnpONifrctjgJjDMnGwwH%2Bfz7pnXgdvJciLc35Wt



Comunicado de Imprensa Eleições no Sindicato dos Professores da Grande Lisboa

A Lista A, liderada por António Avelãs, ganhou de forma esmagadora, com mais de 63% dos votos, as eleições para os Corpos Gerentes do SPGL, o maior sindicato de professores do país – a que concorreram 4 listas. Quando apenas faltam apurar os votos condicionais e por correspondência, – que não ultrapassam os 1000 – a Lista A apresenta uma vantagem de 1308 votos relativamente à lista B, liderada por Rui Capão, com largas possibilidades de aumentar ainda a diferença. O número de votantes, cerca de 6500 sócios, corresponde aproximadamente a 37% dos eleitores, número muito semelhante ao das últimas eleições. Constituída por sindicalistas de várias sensibilidades político-sindicais, advogando um sindicalismo de luta e negociação, alicerçado em tomadas de posição resultantes de constantes audições a toda a classe, a futura direcção compromete-se a continuar a luta pela dignificação da profissão docente num quadro de união de todos os professores e de recusa de tutelas político-partidárias de qualquer origem.

Lisboa, 21 de Maio de 2009 A Direcção do SPGL


Eleições 2009 / 2012 - Resultados definitivos (VER AQUI)


quinta-feira, maio 14, 2009

Lista C - Grupo de Sindicalistas Independentes

ELEIÇÕES NO SPGL
20 ANOS DO GRUPO DE SINDICALISTAS INDEPENDENTES

EDITORIAL

No mês de Maio, os Professores Portugueses voltarão à rua numa manifestação nacional contra a política anti-educativa do sr, Pinto de Sousa.

Manifestação que ocorrerá após um longo período de inércia sindical, apenas quebrada pelo “cordão humano” de 7 de Março.
Inércia
geradora de um perigoso clima de desmobilização entre os Professores, e que se radica na persistente falta de visão estratégica das actuais cúpulas sindicais.


Inércia grave, que levou a que tivessem de ser os Professores, nas Escolas, a desencadearem o movimento de resistência à “avaliação” vinda do ME. Perante a passividade inicial das Direcções Sindicais que, mais uma vez, foram a reboque dos acontecimentos. Como, aliás, vinha sucedendo desde o célebre “entendimento” de Abril do ano passado.

É claro que esta situação tem de mudar, e também parece óbvio que a mudança terá de começar pelo maior Sindicato de Professores - o SPGL.

Mudança que não passará, certamente, por aqueles que, após longos anos de permanência na Direcção Sindical, se apresentam agora como “alternativa global” ao status quo.

A mudança no SPGL terá de passar, inevitavelmente, pelo único grupo sindical que sempre a defendeu.

A mudança passa por aqueles que, desde sempre, lutam por um Sindicalismo Autónomo, Democrático, Combativo - o Autonomia Sindical.

Dia 19 de Maio, vota no futuro.

Vota C

Para Devolver o Poder aos Professores

Abril de 1989 Maio de 2009

20 ANOS DE LUTA

Em Abril de 1989, em vésperas do 30 Congresso da FENPROF, 4 sindicalistas, sócios do SPGL, perderam definitivamente a Esperança na capacidade de auto-regeneração do “aparelho” sindical e avançaram para a constituição de um Grupo de Sindicalistas Independentes, com o objectivo de implementarem, na FENPROF e nos seus Sindicatos, um Sindicalismo de novo tipo.

Um Sindicalismo Autónomo, Democrático, Combativo, no qual fossem os Professores, e eles, a decidirem, democraticamente, as grandes linhas de acção sindical. No qual, estas fossem integradas em planos de acção coerentes. No qual, por fim, e como princípio inalienável, se mantivesse a independência em relação a partidos e centrais sindicais.

O 3° Congresso da FENPROF foi o momento da publicação do Manifesto “Devolver o Poder aos Professores”, momento inicial do Grupo de Sindicalistas Independentes (GSI).

Grupo que, logo em Maio seguinte, iniciou a publicação do Boletim “Autonomia Sindical”, que rapidamente atingiu tal notoriedade que a maioria dos professores identificam o GSI “Autonomia Sindical”.

Notoriedade que não é alheia ao facto de, ao longo destes 20 anos, e no meio das vicissitudes inerentes ao facto de não dependerem de nenhum “aparelho”, termos mantido sempre a coerência e a fidelidade aos Princípios Fundadores.

Princípios pelos quais há 20 anos vimos lutando, na FENPROF e nos seu Sindicatos, e pelos quais, os candidatos da lista C continuarão a combater.

Este é o nosso compromisso de honra para com todos os Professores.

Dia 19 de Maio, vota na Lista Independente

Vota C

Para Devolver o Poder aos Professores

7 Razões para Votar C

Se queres:

Uma verdadeira Renovação Sindical

Uns novos Estatutos do SPGL mais democráticos e facilitadores de apresentação de Listas

Uma nova prática sindical com consulta democrática aos Professores sobre as grandes linhas de acção sindical

Transparência na eleição das representações do SPGL em Congressos

Uma nova prática de comunicação, com reforço do contacto directo com os sócios, através da internet e de SMS

A criação de um fundo de greve a sério

Planos de acção firmes e coerentes, aplicados com rigor

Então, vota na mudança - Vota C

Para Devolver o Poder aos Professores

Grupo de Sindicalistas Independentes

Contactos:

Telefone: 21 3572078 (Carlos Vasconcellos)

Endereço electrónico: autonomlasindical@hotmall.com lista.c.spglgmaIl.com

Lutar para Vencer

Desde a assinatura do famoso “entendimento” com o ME, em Abril do ano passada, que as Direcções dos Sindicatos de Professores têm andado a reboque dos acontecimentos.

Situação à qual não escapou sequer a FENPROF, apesar do dinamismo do seu Secretário-Geral Mário Nogueira.

De facto, a assinatura do “entendimento” só poderia aceitar-se como uma manobra táctica dos Sindicatos para, ganhando tempo, poderem preparar a contra-ofensiva que encostasse o ME à parede.

E essa terá sido a leitura que levou a que a maioria dos professores consultados no “dia D” tivesse dado o seu aval ao “entendimento”.

No entanto, as cúpulas sindicais, para não variar, não partilharam as ideias dos professores “comuns” e deixaram-se ficar num doce ripanço, à espera dos acontecimentos.

E, espantosamente, os acontecimentos… aconteceram!

Os Professores tomaram a acção nas suas mãos e lançaram, espontaneamente, um fortíssimo movimento de resistência à pseudo-avaliação vinda do ME.

E as Direcções Sindicais, que deveriam ir na vanguarda, tiveram de ir atrás.

Tal como havia sucedido, em Abril de 1991 na greve vitoriosa às avaliações do 2° período.

Chegados a este ponto, ternos de ser muito claros: chegou o momento de acabar de vez com os “tabus” e de avançar , com um Plano de Acção até final do ano lectivo, que não se limite a mais uma manifestação de protesto, mas que inclua expressamente a greve às avaliações.

E se alguns sindicatos não quiserem avançar, pois que avance a FENPROF.

Só?

Não! Com os Professores, e com objectivos claros:

Revogação ECD do ME.

Restauração da carreira única de professor.

Restabelecimento da gestão democrática das Escolas.

Vinculação dinâmica dos professores contratados.

Neste momento, não precisamos de mais conversa

Precisamos de lutar para vencer

Carmelinda Pereira apoia e integra a Lista A (eleições do SPGL)

Foto daqui

Por que estou na Lista A?

Por que voto Lista A?

Algés, 13/5/2009

1 – Qual é a situação no sector do Ensino?

Uma ofensiva sistemática e generalizada a todos os níveis da Escola Pública, uma ofensiva centrada em particular nos seus trabalhadores, dos quais os docentes constituem a pedra angular.

2 – Qual é a situação no movimento sindical?

Uma ofensiva também sem precedentes para destruir todas as organizações sindicais dos trabalhadores, enquanto organizações independentes dos governos, dos Estados e das instituições do capital nacional e internacional.

3 – Qual é a situação geral do nosso país?

Um processo de desagregação da sociedade democrática, materializado na classe trabalhadora através dos despedimentos em massa (cerca de 70 mil entre Janeiro e Março de 2009), bem como do ataque aos estatutos profissionais e aos contratos colectivos (quer no sector público, quer no privado), tendo como consequência o desmantelamento dos serviços públicos.

4 – Que resposta é preciso dar?

Para responder a esta ofensiva, para salvar o nosso país e a democracia, é preciso fazer a mobilização unida dos trabalhadores de todos os sectores, com todas as suas organizações. Com esta mobilização será possível impor ao Governo, em particular, a proibição dos despedimentos, o restabelecimento da Escola Pública e do restabelecimento dos direitos dos seus trabalhadores. E, neste processo, reforçaremos os nossos sindicatos e a democracia.

5 – Cada sector tem a sua parte na luta

Dentro desta luta, as nossas mobilizações desde há mais de dois anos contra a divisão da carreira docente, contra uma “Avaliação do Desempenho” injusta visando roubar a progressão na carreira a 2/3 dos docentes, bem como pelo restabelecimento da gestão democrática nas escolas e por condições de trabalho dignas da profissão docente, já conseguiram ser uma componente determinante para alterar as condições em que está o nosso país. As nossas greves e as nossas manifestações colocaram na ordem do dia a necessidade premente de nos ligarmos com os outros sectores, de nos ligarmos com os outros trabalhadores do Ensino – sem os quais é impossível a Escola funcionar –, de nos ligarmos com os outros trabalhadores da Função Pública para, todos juntos, podermos reconquistar o vínculo ao Estado que o Governo nos retirou a partir de Janeiro de 2009.

Em vários Encontros e Assembleias de Escola, muitos docentes expressaram a necessidade desta união, através de moções e de propostas. Do Encontro de docentes, realizado em Oeiras em - com a presença de dirigentes do nosso sindicato, do SINDEP e da FNE, bem como de membros da APEDE e da CDEP – foi aprovada, por unanimidade, a constituição de uma delegação às duas Centrais sindicais, com o mandato de expressar-lhes esta exigência do apoio à luta dos professores, unindo-a com todos os outros sectores, já que o sucesso da nossa luta ultrapassa largamente os nossos interesses profissionais, significando a defesa da Escola Pública e do próprio país. As respostas obtidas, tanto da UGT como da CGTP, não foram neste sentido, mas sim no de criar um “cordão sanitário” à volta da luta dos professores e educadores, cujas consequências estão à vista.

6 – O que o movimento dos professores conseguiu realizar

Apesar desta tentativa de isolamento, a força da nossa razão e da nossa mobilização:

- arrastou para o nosso lado centenas de Conselhos Executivos que, de forma organizada, procuraram impor-se ao Ministério da Educação;

- obrigou, pelo menos formalmente, todos os partidos da “oposição” a exigirem a suspensão da “Avaliação do desempenho docente”, aos quais se juntou um grupo de deputados do PS;

- levou a que se mantenha a unidade da Plataforma sindical dos professores, não tendo aparecido até esta data qualquer sinal – da parte de nenhuma das direcções sindicais integradas nessa Plataforma – de cedência ao ME, nas questões em que este faz ponto-de-honra em vergar os professores (a divisão da carreira docente, uma avaliação por quotas e por mérito, uma prova de ingresso na carreira), o que conduziu a Direcção da FENPROF a afirmar que “as negociações com o Ministério estão bloqueadas”.

7 – Lista A: o conteúdo do seu programa e a sua composição

O Programa da Lista A não está formulado de forma a expressar com clareza as reivindicações centrais dos professores e educadores, nem aponta as propostas de acção que concretizem a resposta unida dos docentes com os outros trabalhadores. Estas reivindicações estão diluídas no Programa, quando deviam estar vincadas, e a formulação de algumas delas ficou aquém do que está explicitado no Plano de Acção aprovado no Congresso da FENPROF de Abril de 2008. Neste Programa aparece mesmo algo de controverso – que deve ser objecto do conhecimento e de uma discussão de todos os sócios do SPGL: a adesão da CGT à chamada Confederação Sindical Internacional (CSI).

Mas, a Lista A contempla três requisitos essenciais para que os docentes possam, com o SPGL, prosseguir a luta que a vida nos impõe que travemos:

I – Defende as reivindicações centrais dos docentes, mesmo que a palavra “revogação” tenha sido omitida do léxico do seu Programa, e neste sentido recusa qualquer aliciamento feito pelo Governo para tentar apaziguar a nossa luta;

II – Bate-se para que seja preservada a Plataforma sindical dos professores, com base na defesa desta mesma posição, não só pelo que esta Plataforma de unidade tem de simbólico para a nossa luta, mas também pelo que ela constitui em si como obstáculo à acção do Governo; obstáculo que o Governo precisa de remover, fazendo capitular os seus dirigentes, para partir a resistência unida dos docentes; é um facto que golpes continuam a ser dados (como é o caso da perda do vínculo ao Estado, das consequências da criação dos Quadros de Agrupamento, ou da nova gestão escolar), pois não foi ainda conseguida a unidade mais alargada, nomeadamente com os outros sectores da Função Pública;

III – Esta Lista pode permitir a criação de um quadro de unidade – a nível da estrutura dirigente do SPGL e, também, a nível das escolas (integrando os outros sindicatos e “movimentos de professores”) – no qual todas as nossas reivindicações poderão ser defendidas e desenvolvidas.

Por mais perfeitas, ou até nalguns casos legítimas, que sejam as análises sobre a situação feitas pelas restantes listas candidatas às eleições de 19 de Maio, nenhuma dessas listas – mesmo quando formulam correctamente as reivindicações dos professores e educadores – deixa aberta a possibilidade de um trabalho para a unidade, centrado nas nossas reivindicações, da base dos sindicatos até às suas Direcções, trabalho sem o qual não conseguiremos derrotar as medidas do ME.

Uns porque, pela sua “ortodoxia”, levantam obstáculos à unidade de todo o movimento sindical. Outros, porque pensam poder impor ao conjunto dos docentes as conclusões a que já chegaram – e que até poderão ser justas – separando-se, objectivamente, da grande maioria dos professores e educadores, em vez de se disporem a dar um passo em frente com ela.

Porque queremos ajudar o conjunto dos professores a dar um passo em frente, na via da unidade com os outros sectores; porque queremos preservar a Plataforma sindical dos professores, sem uma única cedência ao ME no que respeita à carreira única, à avaliação do desempenho docente (sem quotas e “grelhas” subjectivas, sem provas de ingresso); porque é preciso vincular todos os docentes e defender o Concurso nacional – fazemos parte da Lista A e apelamos a que os colegas votem nela.

Carmelinda Pereira

LISTA A: razões da candidatura às eleições do SPGL


O SPGL, Sindicato de Professores da Grande Lisboa é o maior sindicato de professores do país ( tem cerca de 22 mil sócios) e é uma referência nas lutas e conquistas dos professores nos últimos 35 anos.
O SPGL vai ter eleições no próximo dia 19 de Maio e é vital que essas eleições sejam bastante participadas, representativas do seu enorme número de associados, até para a tutela não ter a veleidade de dizer que os sindicatos não representam os professores. Na grande Lisboa, o SPGL representa perto de metade dos professores da Região que rondam os 40 mil. Isto é significativo!
Colega, se és nosso sócio, conheces o nosso empenho e o nosso trabalho. De certeza que te arrepiáste como eu, quando em 8 de Março de 2008 viste a Avenida da LIberdade inundada com as cores da bandeira do nosso Sindicato. Somos um grande colectivo, fazemos um bom trabalho juntos!
É por tudo isto que te peço, no dia 19 não te abstenhas, Vota!
No dia 19 vota Lista A.
Isabel Pires
Candidata pela Lista A

PORQUE ACEITÁMOS INTEGRAR A Lista A CANDIDATA ÀS ELEIÇÕES DO SPGL? Primeiro, porque numa conjuntura de grande ataque aos professores e à profissão docente é muito importante a unidade da classe em torno do seu sindicato;Segundo, porque acreditamos que vale a pena lutar; Terceiro, porque acreditamos que existem energias nas escolas para inverter a situação de ataque e de arrogância do ministério e do governo;Quarto, porque os dirigentes que novamente se apresentam na Lista A deram provas de persistência, de capacidade de mobilização, de espírito de unidade e de vontade de continuar a lutar pelos interesses da classe docente;Quinto, porque a Lista A é uma lista renovada com delegados sindicais e activistas dos que mais se destacaram nas grandes lutas desenvolvidas (Manifestações de Março e Novembro e Greves de Dezembro e Janeiro);Sexto, porque de entre as diferentes listas candidatas, a Lista A é a que dá maior confiança pelas provas dadas. Todos sabemos como tem sido dura a luta contra o ministério, mas isso não nos deverá fazer vergar! Sempre estivemos e estaremos na luta por uma sociedade melhor e por uma Escola Pública, Democrática e de Qualidade, que respeite os seus profissionais.
Como professores e como sindicalistas.

Os Candidatos da Lista A às eleições do SPGL


Manuel Baptista: recado a todas as listas

Isabel e restantes,
Reenvio para a lista Escola Pública, ciente de que todas as expressões de correntes sindicais do sector educação são legítimas e têm legitimidade para apresentarem os seus argumentos, enriquecendo assim o debate nesta lista de discussão largamente aberta
Porém, não deixo de fazer notar que TODAS as listas, a meu ver, se põem muito pouco em causa, se colocam sempre numa postura de prometer, mas sem dar garantias, ou seja, macaqueiam, no que há de pior, a «democracia» parlamentar (para lamentar)...
Eu sou pela democracia sindical, em que as questões são discutidas e decididas em núcleos de base e em plenários de zona: nestes casos podemos todos participar; há espaço tempo para isso; é preciso suscitar essa vontade esse desejo de participação. Lamento que tenha havido conferências (li as opiniões de alguns militantes do spgl emitidas aquando de uma conferência em 2005: tudo o que disseram mantém-se actual, porque nada foi feito para corrigir o que estava mal...) sem assumir de responsabilidades pelos corpos gerentes agora cessantes. O diagnóstico está feito, mas falta uma coisa muito simples: uma autocrítica sincera dos principais responsáveis pelo estado a que chegou o spgl: Paulo Sucena, António Avelãs, Óscar Soares, Manuel Grilo e vários/os outros dirigentes são responsáveis. São também responsáveis os que se confinaram numa posição de «oposição», não colaborando na dinamização do sindicato no dia a dia. Infelizmente, muitos dos que se apresentam a sufrágio...
Algumas pessoas de todas as listas são, com mais ou menos erros, sinceras sindicalistas e fazem o melhor; quando erram, fazem-no porque errar é humano, não persistem no erro. Essas pessoas, nas quais te incluo a ti - Isabel Pires - devem ser acarinhadas pelos militantes sindicalistas e devem ser trazidas para a LUTA, NÃO DEVEM SER AFASTADAS PELA EXISTÊNCIA DE JUSTAS VERBAIS QUE SE COSTUMAM DESENROLAR NESTAS CAMPANHAS ELEITORAIS.
Eu estou de acordo em votar, não irei votar na mesma lista para todos os órgãos do spgl; mas acho que neste contexto é necessário mostrar que existe uma real preocupação pelo nosso sindicato, que estamos realmente interessados em que ele volte a ser algo com garra e com gana; com a força organizada que temos se quisermos; temos de querer vencer; é possível; mas os «militantes» têm de perder as crispações ideológicas e as raivinhas pessoais e actuar com muito respeito uns pelos outros e sobretudo pelos militantes de base.

NÃO A UM SINDICAISMO «DE SERVIÇOS»! SIM A UM SINDICALISMO CONSTRUÍDO DESDE A BASE! CAPAZ DE LUTAR E SE DETERMINAR EM PLENA AUTONOMIA E INDEPENDÊNCIA EM RELAÇÃO A OUTRAS INSTÂNCIAS!
Solidariedade,
Manuel Baptista

quarta-feira, maio 13, 2009

LISTA C: Autonomia Sindical


Citação de: Comissão Coordenadora do Autonomia Sindical


AUTONOMIA SINDICAL
DEVOLVER O PODER AOS PROFESSORES
N° 63 MAIO - 2009


ELEIÇÕES NO SPGL
20 ANOS DO GRUPO DE SINDICALISTAS INDEPENDENTES


EDITORIAL

No mês de Maio, os Professores Portugueses voltarão à rua numa manifestação nacional contra a política anti-educativa do sr, Pinto de Sousa.

Manifestação que ocorrerá após um longo período de inércia sindical, apenas quebrada pelo “cordão humano” de 7 de Março.
Inércia geradora de um perigoso clima de desmobilização entre os Professores, e que se radica na persistente falta de visão estratégica das actuais cúpulas sindicais.

Inércia grave, que levou a que tivessem de ser os Professores, nas Escolas, a desencadearem o movimento de resistência à “avaliação” vinda do ME. Perante a passividade inicial das Direcções Sindicais que, mais uma vez, foram a reboque dos acontecimentos. Como, aliás, vinha sucedendo desde o célebre “entendimento” de Abril do ano passado.
É claro que esta situação tem de mudar, e também parece óbvio que a mudança terá de começar pelo maior Sindicato de Professores - o SPGL.
Mudança que não passará, certamente, por aqueles que, após longos anos de permanência na Direcção Sindical, se apresentam agora como “alternativa global” ao status quo.
A mudança no SPGL terá de passar, inevitavelmente, pelo único grupo sindical que sempre a defendeu.
A mudança passa por aqueles que, desde sempre, lutam por um Sindicalismo Autónomo, Democrático, Combativo - o Autonomia Sindical.


Dia 19 de Maio, vota no futuro.
Vota C
Para Devolver o Poder aos Professores


Abril de 1989 — Maio de 2009
20 ANOS DE LUTA

Em Abril de 1989, em vésperas do 30 Congresso da FENPROF, 4 sindicalistas, sócios do SPGL, perderam definitivamente a Esperança na capacidade de auto-regeneração do “aparelho” sindical e avançaram para a constituição de um Grupo de Sindicalistas Independentes, com o objectivo de implementarem, na FENPROF e nos seus Sindicatos, um Sindicalismo de novo tipo.
Um Sindicalismo Autónomo, Democrático, Combativo, no qual fossem os Professores, e só eles, a decidirem, democraticamente, as grandes linhas de acção sindical. No qual, estas fossem integradas em planos de acção coerentes. No qual, por fim, e como princípio inalienável, se mantivesse a independência em relação a partidos e centrais sindicais.
O 3° Congresso da FENPROF foi o momento da publicação do Manifesto “Devolver o Poder aos Professores”, momento inicial do Grupo de Sindicalistas Independentes (GSI).
Grupo que, logo em Maio seguinte, iniciou a publicação do Boletim “Autonomia Sindical”, que rapidamente atingiu tal notoriedade que a maioria dos professores identificam o GSI “Autonomia Sindical”.
Notoriedade que não é alheia ao facto de, ao longo destes 20 anos, e no meio das vicissitudes inerentes ao facto de não dependerem de nenhum “aparelho”, termos mantido sempre a coerência e a fidelidade aos Princípios Fundadores.
Princípios pelos quais há 20 anos vimos lutando, na FENPROF e nos seu Sindicatos, e pelos quais, os candidatos da lista C continuarão a combater.
Este é o nosso compromisso de honra para com todos os Professores.

Dia 19 de Maio, vota na Lista Independente
Vota C
Para Devolver o Poder aos Professores


7 Razões para Votar C

Se queres:
Uma verdadeira Renovação Sindical
Uns novos Estatutos do SPGL — mais democráticos e facilitadores de apresentação de Listas
Uma nova prática sindical — com consulta democrática aos Professores sobre as grandes linhas de acção sindical
Transparência na eleição das representações do SPGL em Congressos
Uma nova prática de comunicação, com reforço do contacto directo com os sócios, através da internet e de SMS
A criação de um fundo de greve a sério
Planos de acção firmes e coerentes, aplicados com rigor

Então, vota na mudança - Vota C
Para Devolver o Poder aos Professores

Grupo de Sindicalistas Independentes
Contactos:
Telefone: 21 3572078 (Carlos Vasconcellos)
Endereço electrónico: autonomlasindical@hotmall.com lista.c.spglgmaIl.com


Lutar para Vencer

Desde a assinatura do famoso “entendimento” com o ME, em Abril do ano passada, que as Direcções dos Sindicatos de Professores têm andado a reboque dos acontecimentos.
Situação à qual não escapou sequer a FENPROF, apesar do dinamismo do seu Secretário-Geral Mário Nogueira.
De facto, a assinatura do “entendimento” só poderia aceitar-se como uma manobra táctica dos Sindicatos para, ganhando tempo, poderem preparar a contra-ofensiva que encostasse o ME à parede.
E essa terá sido a leitura que levou a que a maioria dos professores consultados no “dia D” tivesse dado o seu aval ao “entendimento”.
No entanto, as cúpulas sindicais, para não variar, não partilharam as ideias dos professores “comuns” — e deixaram-se ficar num doce ripanço, à espera dos acontecimentos.
E, espantosamente, os acontecimentos… aconteceram!
Os Professores tomaram a acção nas suas mãos e lançaram, espontaneamente, um fortíssimo movimento de resistência à pseudo-avaliação vinda do ME.
E as Direcções Sindicais, que deveriam ir na vanguarda, tiveram de ir atrás.
Tal como havia sucedido, em Abril de 1991 na greve vitoriosa às avaliações do 2° período.
Chegados a este ponto, ternos de ser muito claros: chegou o momento de acabar de vez com os “tabus” e de avançar já, com um Plano de Acção até final do ano lectivo, que não se limite a mais uma manifestação de protesto, mas que inclua expressamente a greve às avaliações.

E se alguns sindicatos não quiserem avançar, pois que avance a FENPROF.
Só?
Não! — Com os Professores, e com objectivos claros:
Revogação ECD do ME.
Restauração da carreira única de professor.
Restabelecimento da gestão democrática das Escolas.
Vinculação dinâmica dos professores contratados.

Neste momento, não precisamos de mais conversa

Precisamos de lutar para vencer

LISTA D ao SPGL: Link para o blogue da Lista D

VENTOS DE MUDANÇA NO MAIOR SINDICATO DE PROFESSORES DO PAÍS:

A única lista que nomeadamente:
- denuncia o memorando de entendimento;

- reivindica e impulsionou também as acções protagonizadas pelos movimentos independentes (ex: a manifestação de 15 Novembro e 24 de Janeiro);

- defende a proibição dos dirigentes sindicais ficarem 10-25 anos seguidos sem darem aulas nas escolas ao lado da maioria dos professores.

http://3rs-spgl.blogspot.com/

RENOVAR, REFUNDAR E REJUVENESCER

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Divulgação: Apresentação de Lista concorrente às eleições do SPGL

ELEIÇÕES SPGL

No dia 19 de Maio de 2009 os sócios do SPGL irão votar para os seus Órgãos de Direcção para o Triénio 2009 – 2012.

Esta é a Lista que eu apoio e sou proponente.

Este Blogue foi elaborado para que seja dada a voz a todos e abrir o diálogo.

Apoio esta lista, tanto pelos valores que a caracteriza como pelas pessoas que a compõem.

Dar dignidade à classe, defender a escola pública e fortalecer o SPGL são o nosso compromisso comum, que será criteriosamente realizado por um colectivo feito de autonomias individuais mas todos empenhados nesta mesma tarefa.

Esta diversidade ideias facilita o exercício constante do diálogo e da democracia. Reforça um Sindicato plural, onde todos os Educadores e Professores se revejam.

Participe. O Sindicato somos todos!



lutaemmovimento@gmail.com

retirado do blogue Bilros & Berloques



Olá

Este é o manifesto para recolha de assinaturas de proponentes a esta lista que concorre às eleições do SPGL (link abaixo), temos que juntar muitas assinaturas rapidamente, quem concordar com os propósitos. Depois combinamos como recolher os manifestos. Só podem assinar sócios como é óbvio. Agradeço a participação de todos. Os não sócios podem reencaminhar a sócios.

e-mail - lutaemmovimento@gmail.com

Blogue - http://porumspglcombativodemocratico.blogspot.com/

(ler o manifesto no blogue; consultar lista de proponentes)