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segunda-feira, novembro 24, 2008

Razões do protesto dos alunos

[retirado de saladosprofessores.com]

Alunos da Covilhã saem às ruas
19.11.2008 - 11h23 Lusa

Cerca de 300 alunos de escolas da Covilhã estão esta manhã em protesto pelas ruas da cidade contra as políticas de educação, segundo números da organização.

A manifestação pacífica, seguida pela Polícia de Segurança Pública (PSP), começou pelas 08:00 com uma concentração junto à Escola Secundária Quinta das Palmeiras, passando depois junto às secundárias Frei Heitor Pinto e Campos Melo até ao centro da cidade.

"Nós não fechámos escolas neste protesto", sublinhou João Mineiro, aluno e membro da organização. "Temos todos um valor que se chama liberdade. Temos direito à nossa liberdade, por isso, não fechámos nada. Quem quer vai às aulas, quem quer vem à manifestação", sublinhou.

O protesto saiu para a rua apesar de a ministra da Educação ter assinado no domingo um despacho que desobriga os alunos com faltas justificadas à realização de um exame suplementar, "mas os problemas das escolas não se resumem ao regime de faltas".
"A ministra fez esse despacho no domingo, para evitar as manifestações de segunda-feira. Era bom que o problema da escola pública fosse só o regime de faltas", acrescentou.

Entre as outras razões de queixa estão a falta de aulas de educação sexual nas escolas, "num país com elevada taxa de gravidez na adolescência", "sobrelotação de turmas, falta de condições materiais e humanas, com degradação das escolas e o facto de os alunos não serem ouvidos", lamentou.

"Os alunos não são ouvidos sobre aulas de substituição, sobre exames nacionais ou o sobre o próprio estatuto do aluno", concluiu.

"As turmas estão sobrelotadas. A meio do segundo período os professores estão cansados e é isso que nos transmitem. Como é que querem que sejamos os homems e mulheres de amanhã com o ensino assim", questiona Daniel Saraiva, outra aluna.

quinta-feira, novembro 06, 2008

Alunos de Caminha em protesto

[do JN de 5/novembro]

Débora Felgueiras e Alexandra Cunha

ALUNOS DE CAMINHA EM PROTESTO

Hoje, dia 5 de Novembro de 2008, os alunos de todo o país manifestaram-se contra o novo estatuto do aluno. Os alunos da capital puderam manifestar-se junto do Ministério, mas mesmo aqueles que se encontravam afastados geograficamente, uniram-se e lutaram também por um ensino que melhor os sirva.

Assim, no Norte, mais concretamente em Caminha, a Associação de Estudantes da Escola EB 2,3/S de Caminha, organizou uma manifestação. A escola foi encerrada pelos membros da Associação de Estudantes, e pelas 8 horas 30 minutos da manhã já se ouviam os protestos dos alunos indignados com as novas políticas implementadas pela Ministra da Educação, Drª Maria de Lurdes Rodrigues: “Ministra para a rua, a luta continua”, “Não à privatização do ensino” e “Queremos professores, não burocratas”.
Após uma incursão da GNR de Caminha algo imprópria, uma vez que esta força se revelou demasiado agressiva para aquele grupo de estudantes, a escola foi aberta. Contudo os alunos recusaram-se a entrar, de modo a continuarem o seu protesto. Desta forma, a adesão foi total por parte do secundário, e quase total quanto aos alunos do ensino básico.
Para que o protesto tivesse maior impacto e fosse ouvido, conduzidos pelo Presidente da Associação de Estudantes, Miguel Ramalhosa, o grupo dirigiu-se até à Câmara Municipal, entoando as suas reivindicações pelas ruas da vila. Foi com muito esforço que este protesto foi avante e, com muita esperança de que os seus apelos sejam ouvidos, pois, de facto, apenas lutam pelos seus interesses: uma educação digna, sem constantes obstáculos.
Deste modo, sendo a educação um factor de emancipação do ser humano e a base do desenvolvimento das sociedades, deveria hoje ser garantida pelo Estado, tal como prevê a Constituição da República, de forma pública, gratuita, de qualidade para todos e democrática. Porém, não é isto que os estudantes portugueses têm assistido: as medidas dos últimos Governos são gravosas e excluem os estudantes, constituindo um ataque feroz à democracia nas escolas e à escola pública desde o 25 de Abril.
Os alunos portugueses estão, portanto, unidos numa causa que lhes é comum: a demissão da MINISTRA DA EDUCAÇÃO!

domingo, setembro 23, 2007

2.ª CÍCLICA : PROTESTO E EXIGÊNCIA À PORTA DO M.E.

Info SPRC - 2ª Cíclica

SAÍU A 2.ª CÍCLICA COM O M.E. A MANTER

A MESMA GRAVE ILEGALIDADE EM RELAÇÃO AO GRUPO 210

PROTESTO E EXIGÊNCIA À PORTA DO M.E. – AV. 5 DE OUTUBRO

Quarta-feira, 26 de Setembro, 10.00 horas