Mostrando postagens com marcador progressão na carreira docente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador progressão na carreira docente. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Escândalo no Ministério da Educação

Isto é uma sem vergonha !!!

Deputados a prof. titular

Os deputados do PS estão contra nós, mas querem ser titulares sem porem os pés na escola.
Que VERGONHA!
Retirado da Ordem Trabalhos hoje ME / Plataforma:
Ponto 8. Acesso à categoria de Professor Titular para os Professores em exercício de funções ou actividades de interesse público, designadamente, enquanto Deputados à Assembleia da República e ao Parlamento Europeu, Autarcas, Dirigentes da Administração Pública, Dirigentes de Associações Sindicais e Profissionais.
Agora é que não percebo nada!
Mas agora já se pode 'atingir o topo'... mesmo estando 'fora' da escola?
Todas as mudanças que o ME quis fazer não foi para acabar com 'isso'?
Não ia ser titular apenas quem provasse, 'no terreno', a sua excelência?
Dizem uma coisa, fazem outra... a toda a hora!
Depois de se terem 'esquecido' dos que antes estiveram nessas funções, no primeiro concurso....: mais um concurso extraordinário? ou só conta daqui para a frente, e os «tristes» que ficaram para trás?
Tem que ser o tribunal a dar-lhes razão?
O novo 4º escalão será, provavelmente, para os 'Professores-titulares-avaliadores'.
Deste modo, cria um 'estatuto' diferente para quem é avaliador e foge às incompatibilidades de avaliador e avaliado concorrerem às mesmas cotas.
Quantos chegaram a titular por haver uma vaga na escola e não ter mais ninguém a concorrer, no entanto escolas houve em que colegas com quase o dobro dos pontos não acederam a PT porque não havia vaga, e com isto só quero dizer e afirmar da injustiça desta peça, monstruosamente montada e maquiavelicamente posta em prática que é a dos professores titulares.
Esta proposta do PM é inaceitável.
Espero que professores e sindicatos estejam bem conscientes desta proposta que é verdadeiramente ofensiva, para não dizer outra coisa!
Tenhamos dignidade e não nos deixemos vender.
Esta é das respostas mais repugnantes jamais feitas por um governo.
Oferecem tachos a sindicalistas, boys e girls das direcções gerais dos vários ministérios, há uma tentativa de oferecer aos professores avaliadores um 'acesso' ao 4º escalão de titular.
*Chegamos ao limite da indecência e a resposta só pode ser uma*: revisão do ECD, anulação da divisão da carreira e combate total a esta avaliação.

DEVEMOS OBRIGAR OS SINDICATOS A REJEITAR LIMINARMENTE ESTAS PROPOSTAS!


segunda-feira, novembro 03, 2008

Professores sem avaliação não progridem na carreira

"Aveiro, 31 Out (Lusa) - A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, advertiu hoje que os professores que não se submeterem ao processo de avaliação "não reunirão condições para progredir na carreira, como qualquer funcionário público".

A ministra, que falava aos jornalistas à margem do 2º Encontro de Educação de Anadia, disse que não há escolas a rejeitar a avaliação, mas sim alguns professores, e que a maioria dos estabelecimentos de ensino e dos docentes está a fazer um esforço, no quadro da autonomia das escolas, para implantar o sistema de avaliação.

"Há professores que não querem ser avaliados e já o sabemos há muito tempo, mas o país não entenderá que os professores sejam uma classe à parte, pelo que terão de estar sujeitos a regras de avaliação como os outros profissionais", comentou.

Questionada sobre as consequências para aqueles que não aceitarem ser submetidos ao modelo de avaliação, Maria de Lurdes Rodrigues foi peremptória: "A consequência imediata é que, não sendo avaliado, o professor não reúne as condições para progredir na carreira, como qualquer funcionário público".

A ministra sublinhou que as escolas públicas "estão a ter mais alunos e melhores resultados", de acordo com a avaliação feita pelo Ministério a 300 escolas, que revela as várias dinâmicas, para além dos exames.

Maria de Lurdes Rodrigues criticou os "rankings" das escolas feitos com base nos resultados dos exames, dizendo mesmo que "há interesse em desvalorizar o trabalho da escola pública, porque esses rankings promovem a comparação entre o que não é comparável, numa atitude pouco séria de exaltação dos colégios privados".

"Misturam escolas que levam dez alunos a exame e que os escolhem com escolas públicas que levam a exame mais de mil alunos, e reduzir a avaliação de uma escola à nota média dos exames é insuficiente", criticou.

Quanto à possibilidade de acabar com reprovações no ensino público básico, a ministra afirmou que não teve qualquer iniciativa nesse sentido, havendo apenas um parecer do Conselho Nacional de Educação que ainda não conhece e sobre o qual, a seu tempo, se irá pronunciar.

Já quanto a casos que têm sido relatados em alguns meios de comunicação social, de alunos que reprovam por faltas dadas por motivo de doença, Maria de Lurdes Rodrigues disse que "têm de ser corrigidas as situações anómalas e excessivas", mas devolveu o problema às escolas.

"O Estatuto do Aluno é uma lei geral e é importante que, na sua transposição para os regulamentos das escolas, se encontrem soluções equilibradas, ouvindo os pais e os próprios alunos se já tiverem idade para se pronunciar. Uma criança doente tem de ter, por parte da escola, a consideração da sua situação", concluiu."

(Lusa/Visão I MSO.
2008-10-31 12:58:19)

Recebido por mail
[De Luto e em Luta]

quarta-feira, outubro 08, 2008

Titulares sem irem à escola?

Os deputados do PS estão contra nós, mas querem ser titulares sem porem os
pés na escola.

Que VERGONHA!

Retirado da Ordem Trabalhos hoje ME / Plataforma:

Ponto 8. Acesso à categoria de Professor Titular para os Professores em
exercício de funções ou actividades de interesse público, designadamente,
enquanto Deputados à Assembleia da República e ao Parlamento Europeu,

Autarcas, Dirigentes da Administração Pública, Dirigentes de Associações
Sindicais e Profissionais.

Agora é que não percebo nada! Mas agora já se pode 'atingir o topo'...
mesmo estando 'fora' da escola?

Todas as mudanças que o ME quis fazer não foi para acabar com 'isso'?

Não ia ser titular apenas quem provasse, 'no terreno', a sua excelência?

Dizem uma coisa, fazem outra... a toda a hora!

Depois de se terem 'esquecido' dos que antes estiveram nessas funções, no
primeiro concurso....: mais um concurso extraordinário? ou só conta daqui
para a frente, e os «tristes» que ficaram para trás?

Tem que ser o tribunal a dar-lhes razão?

O novo 4º escalão será, provavelmente, para os

'Professores-titulares-
avaliadores'.

Deste modo, cria um 'estatuto' diferente para quem é avaliador e foge
àsincompatibilidades de avaliador e avaliado concorrerem às mesmas cotas.

Quantos chegaram a titular por haver uma vaga na escola e não ter mais
ninguém a concorrer, no entanto escolas houve em que colegas com quase o
dobro dos pontos não acederam a PT porque não havia vaga, e com isto só

quero dizer e afirmar da injustiça desta peça, monstruosamente montada e
maquiavelicamente posta em prática que é a dos professores titulares.

Esta proposta do PM é inaceitável.

Espero que professores e sindicatos estejam bem conscientes desta proposta
que é verdadeiramente ofensiva, para não dizer outra coisa!

Tenhamos dignidade e não nos deixemos vender.

Esta é das respostas mais repugnantes jamais feitas por um governo.

Oferecem tachos a sindicalistas, boys e girls das direcções gerais dos
vários ministérios, há uma tentativa de oferecer aos professores avaliadores
um 'acesso' ao 4º escalão de titular.

*Chegamos ao limite da indecência e a resposta só pode ser uma*:
revisão do ECD, anulação da divisão da carreira e combate total a esta
avaliação.

DEVEMOS OBRIGAR OS SINDICATOS A REJEITAR LIMINARMENTE ESTAS PROPOSTAS!

domingo, maio 25, 2008

Reclamações contra o Ministério da Educação

[in Público de hoje,
24.05.2008]
Quase metade das reclamações visaram o Ministério da
Educação

Em ano de concurso para a nova categoria de professor
titular, de cujo acesso está dependente a progressão
na carreira, este foi mesmo um dos assuntos que mais
queixas motivaram junto do provedor de Justiça. Basta
ver que, na área que respeita ao emprego público,
quase metade das queixas (45 por cento) visou a
actuação dos serviços e organismos do Ministério da
Educação (ME). O Ministério da Saúde surge a seguir,
mas com apenas 11 por cento.
A verdade é que a definição de um novo estatuto da
carreira docente e a abertura do concurso
extraordinário que permitiu a entrada de 32 mil
professores na categoria mais alta foram dos assuntos
que mais polémica causaram no sector. Em muitos casos,
o "volumoso número de queixas" mereceu a concordância
de Nascimento Rodrigues, que decidiu enviar um ofício
à ministra da Educação, recomendando medidas para
corrigir "flagrantes injustiças" originadas no
concurso.
Apesar de a ministra da Educação não ter dado resposta
positiva às propostas de Nascimento Rodrigues, já este
ano o Tribunal Constitucional veio confirmar uma das
reservas feitas então pelo provedor. A impossibilidade
de os professores temporariamente dispensados da
componente lectiva concorrerem a titulares foi
declarada inconstitucional e a tutela vai mesmo ter de
fazer um concurso extraordinário.
Mas não foram apenas professores e funcionários que se
queixaram ao provedor de Justiça. Também os pais
reclamaram do funcionamento do sistema educativo, em
particular no que respeita à entrada dos filhos nas
escolas do 1.º ciclo. A provedoria registou um aumento
de dúvidas sobre os critérios de colocação dos alunos
nos estabelecimentos que não conseguem dar resposta a
todos os pedidos de inscrição.
O provedor não se pronunciou sobre os critérios
definidos pelo ME, mas considera "inadmissível que as
estruturas regionais possam aplicar de modo diverso a
mesma estrutura normativa de prioritarização". A
situação mereceu uma chamada de atenção de Nascimento
Rodrigues, "tendo em vista a correcção de
comportamento para 2008/2009".
As matérias relacionadas com o ensino superior também
aumentaram muito em 2007, nomeadamente no que respeita
à avaliação, recusas de apreciação de equivalências
estrangeiras e acesso, com reclamações sobre o regime
especial de ingresso em Medicina e os concursos para
maiores de 23 anos.

sexta-feira, maio 23, 2008

-Que VERGONHA!

(recebido por mail)


Mais uma deste governo Socialista:


Os deputados socialistas, professores, querem passar de imediato a professores titulares, sem darem aulas e sem serem avaliados e tudo isto com o beneplácio do sr josé pinto de sousa.

Os deputados do PS estão contra nós, mas querem ser titulares sem porem os pés na escola.
Que VERGONHA !

Retirado da Ordem Trabalhos hoje ME / Plataforma:

Ponto 8.
Acesso à categoria de Professor Titular para os Professores em exercício de funções ou actividades de interesse público, designadamente, enquanto Deputados à Assembleia da República e ao Parlamento Europeu, Autarcas, Dirigentes da Administração Pública,
Dirigentes de Associações Sindicais e Profissionais.

Agora é que não percebo nada!

Mas agora já se pode 'atingir o topo'… mesmo estando 'fora' da escola?
Todas as mudanças que o ME quis fazer não foi para acabar com 'isso'?
Não ia ser titular apenas quem provasse, 'no terreno', a sua excelência?

Dizem uma coisa, fazem outra… a toda a hora!

Depois de se terem 'esquecido' dos que antes estiveram nessas funções, no primeiro concurso….: mais um concurso extraordinário?

Ou só conta daqui para a frente, e os «tristes» que ficaram para trás? Tem que ser o tribunal a dar-lhes razão?

O novo 4º escalão será, provavelmente, para os 'Professores-titulares-avaliadores'.
Deste modo, cria um 'estatuto' diferente para quem é avaliador e foge às incompatibilidades de avaliador e avaliado concorrerem às mesmas cotas.

Quantos chegaram a titular por haver uma vaga na escola e não ter mais ninguém a concorrer, no entanto escolas houve em que colegas com quase o dobro dos pontos não acederam a PT porque não havia vaga, e com isto só quero dizer e afirmar da injustiça desta peça, monstruosamente montada e maquiavelicamente posta em prática que é a dos professores titulares.

Esta proposta do PM é inaceitável.

Espero que professores e sindicatos estejam bem conscientes desta proposta que é verdadeiramente ofensiva, para não dizer outra coisa!
Tenhamos dignidade e não nos deixemos vender.

Esta é das respostas mais repugnantes jamais feitas por um governo. Oferecem tachos a sindicalistas, boys e girls das direcções gerais dos vários ministérios, há uma tentativa de oferecer aos professores avaliadores um 'acesso' ao 4º escalão de titular.

Chegamos ao limite da indecência e a resposta só pode ser uma:

revisão do ECD, anulação da divisão da carreira e combate total a esta avaliação.

DEVEMOS OBRIGAR OS SINDICATOS A REJEITAR LIMINARMENTE ESTAS PROPOSTAS!