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sábado, janeiro 31, 2009

modelo de requerimento: Pedido de fundamentação legal

DA NÃO ENTREGA DE OBJECTIVOS INDIVIDUAIS NÃO RESULTA PERDA DE TEMPO DE SERVIÇO

Com a intenção de intimidar os professores e entregarem os objectivos individuais de avaliação, têm sido postos a circular diversos boatos, que vão desde a impossibilidade de concorrer nos próximos concursos até a alegadas perdas de tempo de serviço.

Por exemplo, há professores que foram informados, por escrito, de que, da não entrega de objectivos individuais, resultará a não contagem do tempo de serviço em avaliação para efeitos de futura progressão. Essa informação não tem qualquer fundamento legal pelo que, sempre que um professor receba tal notificação, deverá dirigir à entidade que o/a notifica, o seguinte Requerimento:


“Eu, (nome), professor do ___ grupo, da Escola/Agrupamento ________________, venho requerer a V.ª Ex.ª, nos termos do disposto nos artigos 120.º a 122.º e 124.º do Código de Procedimento Administrativo, que me sejam dados a conhecer os fundamentos legais da informação recebida de que, por não ter entregado os objectivos individuais de avaliação, me será descontado tempo de serviço para efeitos de progressão.”


A entidade a quem é requerida esta informação fica obrigada a responder por escrito devendo o/a professor/a, logo que receber a resposta, dirigir-se ao seu Sindicato.

A Direcção

sexta-feira, janeiro 30, 2009

SPRC - Info

SINDICATO DOS PROFESSORES DA REGIÃO CENTRO DEPARTAMENTO DE INFORMAÇÃO

inform@ção SPRC

Cara/o Colega,

São inúmeras, na quantidade e nas formas, as pressões que têm sido e vão continuar a ser exercidas pelo ministério da educação e pelas suas extensões na escolas e nas direcções regionais, para que os professores procedam à entrega dos seus objectivos individuais, para que quebrem esta resistência difícil, mas determinada.

Para esse efeito, a utilização da ameaça e da chantagem, acenando com demissões, exonerações e processos disciplinares, vai ser uma constante.

Contudo, muitos professores que não se deixam enganar, nem vergar, afirmando-se contra esse medo criado na imaginação de milhares de professores, recusam-se a entregar os objectivos individuais e a desenvolver qualquer procedimento relacionado com modelo de avaliação do desempenho em vigor.

Os Sindicatos têm uma obrigação: garantir as formas de intervenção e de luta que não ponham em causa a sua integridade profissional. E é o que estamos a fazer. Nós FENPROF. Nós SPRC.

OBJECTIVOS INDIVIDUAIS

ENTREGAR, NÃO ENTREGAR; ESSA NÃO É QUESTÃO

Com este texto, divulgamos um conjunto de esclarecimentos sobre as questões que, mais frequentemente, têm sido colocadas ao SPRC/FENPROF.

1. A proposta que é feita aos professores, pelos Sindicatos, é que mantenham suspensa a sua participação nesta Avaliação do Desempenho, sendo essa a principal e mais eficaz forma de luta que, neste momento, os professores deverão levar por diante.

Nesta fase, a suspensão da ADD concretiza-se na não entrega dos Objectivos Individuais.

2. Em qualquer luta que se trava, nomeadamente com as características da que está em curso, há sempre muitas dúvidas que surgem, designadamente sobre eventuais riscos que se correm. Nesta situação específica, os receios manifestados pelos professores resultam, não tanto do que está escrito e conhecem, mas de hipóteses, mais ou menos mirabolantes, que vão sendo aventadas.

3. As obrigações reais dos professores resultam dos diplomas legais que as estipulam e que seguem, aliás, de perto, o SIADAP (Sistema Integrado de Avaliação de Desempenho na Administração Pública). Em todos eles, a autoavaliação surge como um dever do funcionário o que, no nosso sector, está consagrado corresponder à entrega da respectiva ficha.

4. Nos professores:

ECD (D.L. nº 15/2007)

artº 10º, nº2 g) — deveres profissionais

“desenvolver a reflexão sobre a sua prática pedagógica, proceder à sua auto-avaliação e participar nas actividades de avaliação da escola”;

artº 44º — processo de avavaliação do desempenho

Não consta qualquer referência aos O. I.

Decreto Regulamentar n.º 2/2008

artº 11º, nº3, deveres

“constitui dever do docente proceder à respectiva auto-avaliação como garantia do envolvimento activo e responsabilização no processo avaliativo e melhorar o seu desempenho em função da informação recolhida durante o processo de avaliação”.

artº 15º processo (fases)

Não é feita qualquer referência aos O.I. A avaliação inicia-se com o “preenchimento de uma ficha de auto-avaliação sobre os objectivos alcançados na sua prática profissional”.

5. Em que ficamos então?

Ao contrário de outros modelos da Administração Pública, em que os objectivos são definidos pelo superior hierárquico, o nosso admite uma proposta prévia por parte do professores (é um direito!!) embora sujeita a alterações por parte do superior/avaliador.

Ao abdicar desse direito, o professor não pode ser penalizado nem fica afastado do seu dever de se autoavaliar, remetendo para o seu superior/avaliador a responsabilidade da definição dos objectivos, já que não existe proposta prévia. Isto é, nunca haverá um vazio no que respeita à existência dos OI, razão por que também não surge como obrigatória a sua fixação pelo próprio, nem qualquer penalização pela sua não apresentação. Aliás, nem as respostas que a DGRHE tem enviado às escolas apontam nesse sentido.

6. E se o avaliador não definir?

Esse já não é um problema do professor. Por hipótese, no momento da entrega da ficha de autoavaliação e só aí, o professor teria que explicitar, como terá sempre, os objectivos para reflectir sobre o grau de consecução. Por outro lado, tendo em conta o tipo de itens a avaliar, não faz diferença quem define os respectivos OI.

7. No caso da não entrega dos O. I., pode o avaliador recusar-se a aceitar a ficha de auto-avaliação?

O artº 38º do Decreto Regulamentar nº2/2008, de 10/01, deixa claro que “a não aplicação do sistema de avaliação por razões imputáveis aos avaliadores determina a cessação das respectivas funções, sem prejuízo de eventual procedimento disciplinar”. Portanto, nenhum avaliador pode recusar-se a receber a ficha de auto-avaliação dos avaliados.

8. E para o “Excelente”e “Muito Bom”?

Fica claro que ao requerer a avaliação da componente científico-pedagógica, o professor aceita todas as condições do modelo. Isso não significa que atinja aquela classificação; significa, apenas, que é candidato a um Excelente ou um Muito Bom, mas que se sujeitará às quotas. Seria uma incoerência dos professores que o ME utilizaria a seu bel-prazer. Além disso, não parece que os professores queiram sujeitar-se à afixação pública das classificações em que se verifique que não conseguiram ser classificados como pretendiam ao requerer a “avaliação completa”, ainda que a razão fosse a que sabemos: a aplicação das quotas.

De qualquer modo, há que realçar os benefícios práticos destas classificações: para titulares, nenhum; para contratados, nenhum também, mesmo mais tarde, quando, já na carreira, fizerem a contagem do tempo de serviço; para os professores diminui o número de anos necessários para concorrer a titular (não diminui nada nos anos de cada escalão). Depois, é necessário que haja concurso; que, havendo concurso, haja vagas onde o docente pretende que, havendo vaga, lhe seja destinada.

9. Alguns colegas consideram que seria uma boa forma de luta: requerer tudo (avaliador e do grupo disciplinar) para “entupir” o sistema. Isso é válido?

Também foi equacionada esta hipótese, na base da pura táctica. Poderia ser até eficaz, se executado pela esmagadora maioria dos professores. Seria, também, uma opção sem princípios, sem moral: significava aceitar um modelo que passámos um ano a rejeitar e, lembre-se, a Avaliação do Desempenho não foi rejeitada apenas porque era difícil de aplicar.

Assumida que fosse essa táctica por umas dezenas de Escolas, não teria qualquer significado, nem causaria embaraços ao ME. Propor essa acção, neste momento, é um puro oportunismo, disfarçado de postura radical. Serve apenas para baralhar e desunir os professores. E o ME, provavelmente, aproveitaria para dizer que os professores tinham sido contra algo que agora requeriam… e não o faria, afirmando que se tratava de uma forma de luta.

10. Reflexos disto tudo nos concursos? E para os contratados?

Ao nível a que estamos, nenhum para ninguém. Abordámos apenas a suspensão até à fase limite da entrega da ficha de auto-avaliação. Até esse momento, é de uma “coragem” sem riscos. É verdade que, como de costume, surgem todo o tipo de boatos, cada um mais imaginoso que o anterior, tentando agora misturar também os concursos. Está expresso na norma transitória que não se aplica em 2009. Quanto a uma futura aplicação, em 2013, o que aqui valeria seria a última avaliação antes desse concurso e nunca esta, ou seja, a do ciclo de 2010/2012.

Poderia haver, futuramente, outras consequências mas, mais uma vez, se os professores, contratados ou dos quadros, não entregassem a sua ficha de autoavaliação. É verdade também que a DGRHE e mesmo as DRE’s alimentam a confusão, baralhando as obrigações face à entrega da ficha de auto avaliação com os O.I. Comportam-se, neste caso e sempre, como o braço executor das políticas do Governo.

11. E na Escola?

A não entrega dos O.I. é, em última análise, uma decisão individual e assim deve ser assumida. Em termos de luta política, é importante que a Escola, colectivamente, a assuma e o publicite. Tem a vantagem de clarificar a situação e as relações dentro da Escola, ainda que alguns professores os possam vir a entregar.

Quanto aos PCE’s, é verdade que o Dec. Reg, 1-A/2009, apertou ainda mais as “tenazes” do ME sobre eles. Continuam, no entanto, a poder ser enquadrados em 3 tipos:

a) os que, deliberada e convictamente, “empurram” os professores para o cumprimento integral deste modelo, por motivações variadas;

b) os que, ainda que cumprindo as suas obrigações legais, se opõem à sua aplicação de forma mais ou menos assumida;

c) os que, por ignorância ou medo, acham mais fácil pressionar os colegas, para que “corra tudo bem”, do que se sujeitarem a eventuais problemas. Prejudicam os professores, às vezes inadvertidamente, mas pedem desculpa e afirmam sempre que estão solidários com esta luta.

Em função disto, percebe-se que os professores tenham que, a par e passo, ajustar na Escola, alguns comportamentos. Mas se se conseguir a unidade entre os professores, estas dependências serão, decerto, superadas.

Como já foi dito, esta é a luta que conta agora: que cada professor, cada Escola, a saiba assumir.

É uma luta diferente; se for perdida, de nada terão valido as extraordinárias demonstrações de vontade a que temos assistido, em que temos participado, de há um ano até agora.

quarta-feira, janeiro 21, 2009

Açores: Professores descontentes com o SPRA

Professores da região descontentes: Sindicato está em "conluio" com o Governo

21 Janeiro 2009 [Regional]


Há docentes açorianos descontentes com o Sindicato dos Professores da Região Açores (SPRA). Acusam o SPRA de conluio com a secretária da tutela e afirmam que, antes do plenário de professores este mesmo sindicato terá acordado com Lina Mendes medidas que os professores não quiseram aprovar. Falam mesmo em mal-estar com o que o sindicato negociou e classifica de positivo, uma vez que nada tem a ver com o que foi deliberado por mais de 600 professores (apenas dois votos contra).


Nos Açores, há vários docentes preocupados com as negociações que estão a decorrer entre o Governo Regional e os sindicatos. Em causa está o facto de, alegadamente, os sindicatos não estarem a defender as posições assumidas maioritariamente em plenário.
Segundo o Correio dos Açores conseguiu apurar, a preocupação e descontentamento dos docentes prende-se com matérias relativas à avaliação do desempenho. De acordo com as nossas fontes, o Sindicato dos Professores da Região Açores (SPRA) estava mandatado para defender a entrada em vigor do novo modelo de avaliação no ano lectivo que se inicia em Setembro próximo. Nos termos da deliberação aprovada a 12 de Janeiro, aquele sindicato devia também defender à mesa das negociações que no corrente ano lectivo apenas os professores que reúnam as condições para progredir na carreira ficariam obrigados a produzir um documento crítico de auto-avaliação, conforme previsto no regime transitório estabelecido pelo Estatuto da Carreira que ainda vigora.
Vários docentes ouvidos pelo Correio dos Açores alegam, porém, que o resultado das negociações não só respeita aqueles princípios como apresenta em termos positivos um processo de avaliação que obriga todos os professores a realizarem, até Junho, um relatório com o máximo de quinze páginas. Ora, aqui começa uma parte das reservas sobre o papel assumido pelo SPRA nas negociações, já que esta era a posição inicial dos dirigentes sindicais, aquando da reunião do passado dia 12, na Aula Magna da Universidade dos Açores. Porém, na sequência de uma proposta apresentada ao Plenário, e votada apenas com dois votos contra, os professores mandataram os dirigentes do SPRA para a defesa de um processo mais transparente e consequente.
O outro sindicato mais representativo dos professores da Região, o Sindicato Democrático dos Professores (SDPA), sobre esta matéria já manifestou publicamente a sua posição, rejeitando liminarmente que todos os docentes dos Açores sejam sujeitos a um regime de avaliação, ainda que simplificado, por considerar que uma avaliação generalizada acarretará constrangimentos vários na organização das escolas, agravadas pela calendarização prevista para tal.
Recorde-se que na ocasião os professores foram firmes na defesa da avaliação, mas sem os subterfúgios e o simulacro do regime simplificado, proposto pelo sindicato e aparentemente aceite pelo Governo Regional, apenas para fazer constar junto da opinião pública de que o processo está em curso e os professores sujeitos a uma avaliação. Aliás, os professores queixam-se também da insuficiência da informação veiculada pelo sindicato, na medida em que esta é omissa sobre os efeitos da avaliação a realizar neste ano lectivo, ou seja, se releva ou não para a progressão na carreira, no caso de o docente perfazer, entretanto e até à entrada em vigor do novo modelo.
As divergências entre alguns professores e sindicatos não são de agora. Ao longo deste ano lectivo tem sido evidente o afastamento de muitos docentes relativamente às principais estruturas sindicais, nomeadamente através de iniciativas públicas de protesto. Exemplo disso foi a manifestação do passado dia 3 de Dezembro, por altura da greve nacional, que juntou em Ponta Delgada várias centenas de professores, à margem dos sindicatos. No processo de contestação ao modelo de avaliação que vigora na Região, os professores também se organizaram em estruturas próprias e informais, como é o caso do Colectivo Açoriano em Defesa da Escola Pública (CADEP), precisamente por não se reverem nalgumas das posições dos sindicatos. Os professores ouvidos pelo Correio dos Açores dizem que o seu principal objectivo é verem consagrado nos Açores um Estatuto da Carreira Docente que dignifique a classe e contribua para a efectiva melhoria do sistema de ensino regional.
A Região dispõe desde o Verão de 2007 de um Estatuto da Carreira próprio, diferente do que vigora no Continente e na Madeira. Todavia, o sistema de avaliação previsto naquele diploma apenas entrou em vigor em Setembro passado. Desde a sua aprovação os professores contestaram o modelo avaliativo, considerando-o inexequível, mas as críticas nunca tiveram acolhimento junto do Governo Regional. Recentemente, com a mudança de titular na pasta Educação, o Executivo fixou como prioridade a revisão do Estatuto, estando presentemente interrompido o processo de avaliação, até que a Assembleia Legislativa fixe as novas regras e, posteriormente, o Governo proceda à regulamentação das matérias que neste âmbito são da sua competência.

Autor: CA

Extraído do Jornal Correio dos Açores, 20 de Janeiro de 2009

MEP - Debate sobre a Escola Pública: 31/01/2009, Escola Secundária Camões

Debate sobre a Escola Pública a 31 de Janeiro

Escola: o que temos, o que queremos

Há mais escola para lá da avaliação de professores e do Estatuto da Carreira Docente. Que escola procuramos e defendemos?
A escola inclusiva é uma miragem?
O sucesso para todos é facilitismo?
A escola é prazer, esforço ou disciplina?
Professores: profissionais livres e responsáveis ou funcionários obedientes?
Alunos: aprender como e o quê?
É urgente.....Agir sobre o que conta!


31 de Janeiro, Auditório da Escola Secundária Camões, Lisboa (Metro Picoas)

15h: Debate - Escola: o que temos, o que queremos

Com:
Luíza Cortesão (docente na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Univ. do Porto, Presidente do Insitituto Paulo Freire – Portugal)
Manuel Sarmento (docente na Universidade do Minho)

Painel de comentadores:
Isabel Salavessa (Associações de Pais e Encarregados de Educação das Escolas Inês de Castro e Avelar Brotero, de Coimbra)
Joaquim Raminhos (Director do Centro de Formação de Professores de Escolas do Barreiro e Moita)
Rosário Matos (Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas Francisco Arruda, de Lisboa)

17h30: Sessão com representantes de movimentos e sindicatos de professores para debater futuras acções de luta

Iniciativa promovida pelo Movimento Escola Pública, Igualdade e Democracia

Proposta da ES Francisco Rodrigues Lobo - greve de duração indeterminada

Os professores da Escola Secundária de Francisco Rodrigues Lobo reunidos em plenário no dia 20 de Janeiro de 2009 APROVARAM, por UNANIMIDADE, a seguinte proposta:

Proposta Considerando que, de momento, a melhor forma legal de provocar a suspensão do actual Estatuto da Carreira Docente e o presente modelo de avaliação de professores é a greve,

O Corpo Docente da ESFRL (Escola Secundária de Francisco Rodrigues Lobo) solicita às estruturas sindicais, suas representantes legais, que promovam, a curto prazo, uma greve de duração indeterminada.

Leiria, 20 de Janeiro de 2009.

Os professores da ESFRL

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http://educarresistindo.blogspot.com/

terça-feira, janeiro 20, 2009

GREVE NACIONAL DE PROFESSORES - Dados dos Sindicatos




Greve 19 de Janeiro Escolas encerradas ou com percentagens elevadas de adesão
Greve Nacional - 2 anos ECD - 19-01-2009
LISTA DE ESCOLAS FECHADAS - 19-01-2009 12:01:34


Escolas Fechadas - 144


CEPI- CENTRO EDUC.PROTEC.INFANTIL REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 A DOS BISPOS REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 A DOS LOUCOS REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 ALDEIA JUSO N 2 REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 ALHANDRA N 1 REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 ALHANDRA N 2 REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 ALICE VIEIRA REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 AMOREIRA N 1 REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 ANTONIO REBELO ANDRADE REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 ARTUR MARTINHO SIMOES REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 BIRRE N 2 - COBRE REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 BIRRE N 3 REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 C / J I CORTEGACA REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 C/ J I BRAGADAS REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 C/ J I CASAL SERRA REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 C/ J I PERO PINHEIRO REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 C/ J I POVOA SANTA IRIA (NORTE) REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 C/ J I QUINTA CONDESSA REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 C/ J I QUINTA GRANDE REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 C/ J I SACADURA CABRAL REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 C/ J I SANTOS MATTOS REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 C/ J I TERRA DOS ARCOS REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 C/ J I VEIGA FERREIRA - FAMOES REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 C/JI CASAL COTAO REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 CACEM N 1 REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 DIONISIO SANTOS MATIAS REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 ESTORIL REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 FREI LUIS SOUSA REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 GAGO COUTINHO REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 JOAQUIM MATIAS REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 LISBOA MANUEL TEIXEIRA GOMES REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 LISBOA N 183 REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 LOIOS (9) REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 LUISA DUCLA SOARES REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 LUIZA NETO JORGE REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 MALVEIRA SERRA REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 MARIO MADEIRA REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 MASSAMA N 2 REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 MELLO FALCAO DA PONTINHA REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 MESTRE ARNALDO LOURO ALMEIDA REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 MONTE ESTORIL REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 N 195 REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 ODIVELAS Nº 7 REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 PADRE AGOSTINHO SILVA REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 PAREDE N 4 REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 POVOA SANTA IRIA N 4 REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 QUINTA DALIAS (FAMOES N 1) REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 QUINTA PRETAS (FAMOES N 4) REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 S JOAO BRITO REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 S SEBASTIAO PEDREIRA REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 TRIGACHE (FAMOES 3) REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 VALE GRANDE REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 VALE PARAISO REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 2 3 ANTONIO PEREIRA COUTINHO REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 2 3 ANTONIO GEDEAO - ARROJA REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 2 3 AVELAR BROTERO REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 2 3 BAIRRO PADRE CRUZ REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 2 3 CONDE OEIRAS REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 2 3 MARQUESA ALORNA REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 2 3 PISCINAS REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 2 3 PONTINHA REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 2 3 SOEIRO PEREIRA GOMES REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 2 3 SOPHIA MELLO BREYNER ANDERSEN REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 2 3 VASCO SANTANA - RAMADA REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 2 JOAO DEUS - MONTE ESTORIL REGIÃO LISBOA
ESCOLA SECUNDARIA GIL VICENTE REGIÃO LISBOA
ESCOLA SECUNDARIA LINDA A VELHA REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA A DOS BISPOS REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA AREIA REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA ARROJA REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA BOBA (S BRAS) REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA COBRE REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA COTOVIOS REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA DOS PALMEIROS REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA GIL EANES REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA JOSE MARTINS( LINDA A VELHA) REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA MALVEIRA SERRA REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA MANIQUE INTENDENTE REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA MONTELAVAR REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA MURCHES REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA N 1 STA MARIA OLIVAIS REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA N 2 MARVILA REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA N 3 MARVILA REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA N 4 MARVILA REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA N 5 STA MARIA OLIVAIS REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA PAI VENTO REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA TOMAS RIBEIRO REGIÃO LISBOA
JARDIM INFANCIA TORRE REGIÃO LISBOA
ESCOLA BASICA 1 C/JI AVENAL REGIÃO OESTE
ESCOLA BASICA 1 C/JI LAGOA PARCEIRA REGIÃO OESTE
ESCOLA BASICA 1 NADADOURO REGIÃO OESTE
ESCOLA BASICA 1 PARQUE REGIÃO OESTE
ESCOLA BASICA 1 2 3 FERNANDO CASIMIRO P SILVA REGIÃO SANTAREM
ESCOLA BASICA 1 ALMEIRIM REGIÃO SANTAREM
ESCOLA BASICA 1 C/ J I VALE FIGUEIRA REGIÃO SANTAREM
ESCOLA BASICA 1 FAZENDAS ALMEIRIM REGIÃO SANTAREM
ESCOLA BASICA 2 3 MARINHAIS REGIÃO SANTAREM
ESCOLA BASICA 2 3 ALEXANDRE HERCULANO REGIÃO SANTAREM
ESCOLA BASICA 2 3 DR ANTONIO CHORA BARROSO - RIACHOS REGIÃO SANTAREM
ESCOLA BASICA 2 3 FAZENDAS ALMEIRIM REGIÃO SANTAREM
ESCOLA BASICA 2 3 FEBO MONIZ REGIÃO SANTAREM
ESCOLA BASICA 2 3 MEM RAMIRES REGIÃO SANTAREM
ESCOLA SECUNDARIA ALCANENA REGIÃO SANTAREM
ESCOLA SECUNDARIA C/ 3º CEB ENTRONCAMENTO REGIÃO SANTAREM
ESCOLA SECUNDARIA DR AUGUSTO CESAR S FERREIRA-RIO MAIOR REGIÃO SANTAREM
JARDIM INFANCIA FAZENDAS ALMEIRIM REGIÃO SANTAREM
JARDIM INFANCIA FAZENDAS ALMEIRIM REGIÃO SANTAREM
JARDIM INFANCIA FAZENDAS ALMEIRIM N 2 REGIÃO SANTAREM
ESCOLA BASICA 1 ALCOCHETE N 1 REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 AMORA REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 C/ J I ALMADA N 1 REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 C/ J I ALTO MOINHO REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 C/ J I CASAL MARCO REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 C/ J I INFANTE D AUGUSTO REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 C/ J I MARIA ROSA COLACO REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 C/ J I MIRATEJO REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 C/ J I PRAGAL REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 C/ J I SOBREDA REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 C/ J I VILA NOVA CAPARICA REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 C/JI RESTAURACAO REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 CJ I PASSIL REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 CONDE FERREIRA REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 COSTA CAPARICA REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 COVA PIEDADE N 2 REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 D NUNO ALVARES PEREIRA REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 FEIJO N 2 REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 FEIJO N 3 REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 JOSE AFONSO REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 QUINTA PRINCESA REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 SAMOUCO REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 SAO FRANCISCO REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 VALE MILHACOS REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 1 VALE FIGUEIRA N 1 REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 2 3 D ANTONIO COSTA - ALMADA REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 2 3 NUNO ALVARES- SEIXAL REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA 2 3 PEDRO EANES LOBATO - AMORA REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA ALCOCHETE N 2 REGIÃO SETUBAL
ESCOLA BASICA C/ J I VALE FLORES REGIÃO SETUBAL
ESCOLA SECUNDARIA C/ 2 3 CEB ANSELMO ANDRADE REGIÃO SETUBAL
ESCOLA SECUNDARIA ROMEU CORREIA - FEIJO REGIÃO SETUBAL
JARDIM INFANCIA FEIJO N 1 REGIÃO SETUBAL
JARDIM INFANCIA QUINTA CONDE PORTALEGRE REGIÃO SETUBAL
JARDIM INFANCIA SAMOUCO REGIÃO SETUBAL
JARDIM INFANCIA SAO FRANCISCO REGIÃO SETUBAL


Professores e Educadores: Mais uma extraordinária Greve
Às 11 horas deste dia 19 de Janeiro de 2009, é já possível afirmar que na área do SPGL, como em todo o país, a greve dos Professores e Educadores volta a atingir valores de adesão muito elevados. De acordo com os dados que nos foram enviados pelos Conselhos Executivos e recolhidos pelos delegados sindicais, a adesão aproxima-se dos 90% dos docentes com aulas no dia de hoje. Registava-se a essa hora que estavam encerradas, só na área do SPGL, 144 escolas e jardins de infância. Estes dados, apesar das ameaças, dificuldades e mesmo de um certo cansaço provocado pelo arrastar desta luta, sublinham bem a determinação dos docentes em prosseguir a sua luta pela revisão do Estatuto de Carreira Docente, revisão cujas negociações se iniciarão em 28 de Janeiro próximo, exigindo medidas que conduzam ao fim da divisão da carreira docente em “titulares” e “professores”, ao fim das quotas para a atribuição de muito bom e excelente e que permitam a integração nos quadros de docentes que, apesar de vários anos de serviço, se mantêm em situação de permanente instabilidade.

A elevada adesão à greve que se vem registando dá ainda mais força à luta contra um modelo absurdo e profundamente iníquo de avaliação de desempenho docente, situação que só uma doentia teimosia do ME (e do Governo) arrasta, com graves prejuízos para o ambiente de trabalho das nossas escolas públicas. A adesão a esta greve assinala de forma inequívoca que os professores e educadores não desistirão de lutar pela sua dignidade profissional que associam necessariamente à qualidade da escola pública.

Compete ao Ministério da Educação tirar as ilações necessárias de duas greves tão próximas com elevadíssima adesão – que o ME aliás reconhece – que se seguem a duas gigantescas manifestações.

Da parte dos docentes, a capacidade de luta é compatível com abertura negocial. Da parte do ME exige-se uma posição negocial séria e aberta. E que ponha o interesse das escolas (dos alunos e dos professores) acima de conjunturais situações político-partidárias.

A Direcção do SPGL
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GREVE NACIONAL DOS PROFESSORES - 19 DE JANEIRO

Greve dos professores tem uma enorme dimensão
Mais uma vez os professores e educadores denunciam esta política e exigem respeito

Às primeiras horas da manhã confirma-se o elevado nível de adesão dos docentes à GREVE.

Dados de Adesão à Greve - 10H30
http://www.sprc.pt/upload/File/PDF/Novidades/Grve_19Jan/dados%2010.30.pdf

Dados de Adesão à Greve - 11H30
http://www.sprc.pt/upload/File/PDF/Novidades/Grve_19Jan/Dados%2011.20.pdf

Dados de Adesão à Greve - 12H00
http://www.sprc.pt/upload/File/PDF/Novidades/Grve_19Jan/Dados%2012.00%20horas.pdf






Escola Secundária Jaime Cortesão - reportagem ao início da manhã
Nem um professor compareceu!



Na EB 2, 3 Alice Gouveia, havia uma surpresa para a comunicação social
Professores concentravam-se à porta deste estabelecimento de ensino, envergando uma faixa de exigência da suspensão deste modelo de avaliação do desempenho, ao mesmo tempo que liam a moção aprovada por unanimidade em reunião geral de docentes, que anuncia a suspensão do modelo, naquele agrupamento.



http://www.sprc.pt/upload/File/PDF/Novidades/Grve_19Jan/Dados%2012.00%20horas.pdf



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segunda-feira, janeiro 19, 2009

Duas jornadas de luta importantes



DUAS JORNADAS DE LUTA NUMA SEMANA

Caro(a) colega,


A semana de 19 a 24 de Janeiro de 2009 vai ficar na história de Portugal, pela determinação, mobilização e participação dos PROFESSORES em duas jornadas de luta.

A semana inicia-se (19 de Janeiro) com uma GREVE e termina com uma CONCENTRAÇÃO/MANIFESTAÇÃO em frente do Palácio de Belém (24 de Janeiro, às 14:30h).

Uma e outra necessitam de uma adesão e participação massiva dos professores.

É importante que demonstres a tua determinação na luta contra a política educativa que continua a fazer de ti um "indigno" e a destruir a tua profissão e escola pública.

Vê como te consideram:

«quando se dá uma bolacha a um rato, ele a seguir quer um copo de leite!» (Jorge Pedreira, Auditório da Estalagem do Sado, 16/11/2008, referindo-se aos professores e à sua luta).

«vocês [deputados do PS] estão a dar ouvidos a esses professorzecos» (Valter Lemos, Assembleia da República, 24/01/2008).

«caso haja grande número de professores a abandonar o ensino, sempre se poderiam recrutar novos no Brasil» (Jorge Pedreira, Novembro/2008).

«admito que perdi os professores, mas ganhei a opinião pública» (Maria de Lurdes Rodrigues, Junho/2006).

«[os professores são] arruaceiros, covardes, são como o esparguete (depois de esticados, partem), só são valentes quando estão em grupo!» (Margarida Moreira - DREN, Viana do Castelo, 28/11/2008).

É POR TUDO O QUE TÊM FEITO E DITO...

É preciso dizer não!
É por tudo isto ...


... que é determinante fazer greve no dia 19;


... que é importante participar na concentração/manifestação em frente do Palácio de Belém, no dia 24, às 14:30 h;

... que não entregues os "objectivos individuais".


MOBILIZAR! UNIR! RESISTIR!

quarta-feira, janeiro 14, 2009

Plataforma - «Milhares de professores reflectiram e lutaram nas suas escolas»




Milhares de professores reflectiram e lutaram
nas suas escolas


A Jornada Nacional de Reflexão e Luta promovida pela Plataforma Sindical dos Professores contou com a participação de milhares de docentes em todo o país que se envolveram neste dia muito importante para a continuação da acção e da luta dos professores e educadores portugueses.
Desta jornada retira-se, em
primeiro lugar, a grande disponibilidade demonstrada pelos docentes para continuarem a lutar por uma política educativa que tenha no centro das preocupações a valorização da escola e a dignificação dos professores, o que não acontece com a que é desenvolvida pelo actual Governo.
Releva desta jornada a grande mobilização dos professores para a Greve que terá lugar no próximo dia 19 de Janeiro – data em que se completam dois anos sobre a publicação do ECD –, uma Greve que cresce de importância na medida em que, na semana seguinte, se inicia um processo de revisão do estatuto da carreira docente do qual deverá resultar a eliminação da divisão da carreira em categorias e a substituição do actual modelo de avaliação, incluindo a abolição das quotas.
Destaca-se, ainda, a rejeição generalizada do actual modelo de avaliação, ainda que aplicado de forma simplificada, pois, apesar dessa simplificação de procedimentos, a sua essência, incluindo no que respeita ao recurso a quotas para a atribuição das classificações mais elevadas, mantém-se. Caso a teimosia do ME não permita que seja suspenso o modelo que impôs, prevê-se um resto de ano lectivo muito complicado nas escolas, na medida em que tenderá a agravar-se o clima de insatisfação, mal-estar e conflitualidade que marcou todo o primeiro período lectivo.
Quanto à revisão do Estatuto da Carreira Docente, cujo processo terá início no próximo dia 28 de Janeiro, as posições dos professores são claras ao considerarem como determinante a matéria relativa à estrutura da carreira. É aqui que se jogará a matriz do próprio estatuto, pois a manutenção ou eliminação das categorias ditará todas as soluções que, para as restantes matérias, poderão ser encontradas.
Esta foi uma excelente jornada de reflexão e de luta dos
professores e educadores portugueses, seguindo-se, agora, um dia de extraordinária importância neste percurso de luta dos docentes portugueses: a Greve Nacional do próximo dia 19 de Janeiro.

A Plataforma Sindical dos Professores
13/01/2009

terça-feira, janeiro 13, 2009

SPGL/FENPROF - Orientações para a reunião de 13/01/2009


Colegas,

Quem precisar consulte o site do SPGL.

Está lá o cartaz e o guião para a reunião geral de professores a realizar nas escolas.

Como nem todas as reuniões vão ser acompanhadas por Dirigentes ou Delegados peço-vos que tomem posições nas vossas escolas, preenchendo o abaixo–assinado que se encontra no post imediatamente abaixo deste, que o copiem e o enviem por mail para:

Ministra da Educação: gme@me.gov.ptou Fax 21 781 17 63

Secretário de Estado Adjunto e da Educação: se.adj-educação@me.gov.pt -ou Fax 21 781 17 63

Secretário de Estado da Educação: see@me.gov.ptou Fax 21 781 17 21


Dirigente Sindical do SPGL

FENPROF: Perguntas e Respostas Avaliação

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO:

QUE OBRIGAÇÕES PARA OS PROFESSORES?

Face à confusão que tem sido criada junto dos professores com a publicação do Decreto Regulamentar 1-A/2009, de 5 de Janeiro, e com as ameaças de exercício de acção disciplinar caso não sejam avaliados, a FENPROF esclarece:

1.Com a saída do Decreto Regulamentar 1-A/2009, de 5 de Janeiro, passou a existir alguma situação nova no que respeita a obrigações ou sanções disciplinares?

R.: Não. Este Decreto Regulamentar veio substituir, para este ano, o Decreto Regulamentar 2/2008, de 10 de Janeiro, mas apenas no que respeita a procedimentos. A essência do modelo mantém-se inalterável, como confirmam as quotas. Quanto a acção disciplinar, não há qualquer novidade deste para o anterior Decreto Regulamentar, como também não se passou de uma situação de vazio legal para outra de existência de quadro legal.

(Sem intuito de divulgação, importa referir a entrada em vigor do Estatuto Disciplinar dos Trabalhadores Que Exercem Funções Públicas – Lei 58/2008, de 9 de Setembro, nomeadamente a alínea i), do Artigo 17º).

2. Pode ser alvo de acção disciplinar o professor que não entregue os objectivos individuais?

R.: Nada o prevê! O que o próprio ME tem vindo a referir são eventuais sanções a quem recuse fazer a sua auto-avaliação. Mas a auto-avaliação concretiza-se, apenas, no final do ano lectivo, com o preenchimento da respectiva ficha. Neste momento, esse não é o procedimento em causa.

3. Qual o fundamento dessa interpretação?

R.: O Decreto Regulamentar 2/2008, de 10 de Janeiro, estabelece como dever do docente, no âmbito do processo de avaliação, a sua auto-avaliação (art.º 11.º), que é considerada obrigatória. O artigo 14.º, que define as diversas fases de avaliação, consagra a auto-avaliação como a primeira dessas fases. Esse momento tem apenas lugar no final do ano lectivo. Não há qualquer norma de onde se retire, de forma explícita, que a apresentação de objectivos individuais tem carácter obrigatório e que da sua não apresentação se infere uma recusa de ser avaliada(o). Assim, não há lugar a qualquer sanção disciplinar.

4. No caso de, numa escola, continuar suspenso o processo de avaliação, que consequências advirão, para os docentes dos quadros, a nível da sua carreira?

R.: A não contagem daquele período de tempo para efeitos de progressão na carreira, incluindo o acesso à categoria de Professor Titular, embora sem colocar em causa futuras progressões. Obviamente que, por decisão política do Governo e tendo em conta a conturbação existente, mesmo esse efeito poderá ser anulado.

5. E para os professores contratados?

R.: A consequência imediata prende-se com a renovação de contrato. Porém, esse efeito não se produzirá por, este ano, não haver lugar a renovação de contratos, pois, em 2009, todos os docentes contratados terão de ser opositores ao concurso que se realizará previsivelmente em Fevereiro.

(Isto, sempre acrescido da não contagem de tempo de serviço no acesso à carreira.)

6. Poderão os Presidentes dos Conselhos Executivos ser alvo de processo disciplinar por não garantirem, na sua escola/agrupamento, a aplicação do processo de avaliação?

R.: Os presidentes dos Conselhos Executivos não podem ser disciplinarmente responsabilizados por actos (instrumentais ou procedimentais) não incluídos na respectiva competência, ou seja, que competem a terceiros. Apenas lhes poderão ser assacadas responsabilidades pelo incumprimento das obrigações legais que lhes são cometidas (cfr., por ex., a calendarização a que se refere o artigo 2º, do Decreto Regulamentar n.º 1-A/2009, de 5 de Janeiro).

7. Quais as consequências de uma eventual avaliação negativa (desempenho inadequado) dos órgãos de gestão? Poderá haver lugar à sua demissão?

Os membros dos órgãos de gestão foram considerados como dirigentes intermédios de serviço da Administração Pública (artigo 11.º do Decreto Regulamentar n.º 1-A/2009, de 5 de Janeiro). Como tal, no seu processo de avaliação do desempenho, uma eventual atribuição da menção de “Desempenho inadequado”, de acordo com o previsto no SIADAP, aprovado na Lei n.º 66-B/2008 de 28 de Dezembro, terá os efeitos constantes do artigo 53.º, da mesma Lei, não se prevendo qualquer sanção disciplinar, nomeadamente a demissão, que, a existir, seria ilegal.

8. Deverão os professores entregar, individualmente, algum documento escrito recusando ser avaliados?

R.: Não, porque os professores não recusam ser avaliados, apenas assumem não entregar os objectivos individuais nos casos em que o processo não seja suspenso na sua escola. O mais importante é que, em cada escola, os professores mantenham suspenso o processo de avaliação colectiva que seja subscrito pelos docentes.

9. Como agir no caso de serem exercidas pressões, ameaças, ou de existirem quaisquer manobras de carácter intimidatório ou, simplesmente situações que levantem dúvidas aos professores?

R.: Contactar imediatamente o respectivo Sindicato que os apoiará juridicamente.

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Reunião Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras, 09/Jan, 18:30

CDEP – Comissão de Defesa da Escola Pública

escolapublicablog@gmail.com



9 de Janeiro de 2009 : reunião de docentes

no auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras


A luta exemplar dos professores e educadores,

para defender a dignidade de ensinar,

a escola pública e a democracia,

exige a solidariedade activa de todo o movimento sindical


5 de Outubro de 2006: fomos 25 mil a desfilar na Avenida da Liberdade, em unidade com os nossos sindicatos, para recusar um novo ECD, que nos dividia artificialmente em duas categorias.

8 de Março de 2008: fomos 100 mil a desfilar até ao Terreiro do Paço, em unidade com as nossas organizações sindicais e movimentos de professores, para exigir a revogação do ECD, a retirada da avaliação que dele decorria, a garantia de manutenção de uma gestão democrática.

8 de Novembro de 2008: fomos 120 mil a rasgar o memorando de entendimento; perante a nossa concentração, a Plataforma de todos os nossos sindicatos apelou a que suspendêssemos o processo de avaliação em todas as escolas, comprometeu-se a abandonar a Comissão paritária e a exigir negociações para um ECD, sem a divisão dos professores em “titulares” e “professores não titulares”, sem quotas, sem prova de ingresso, bem como exigiu uma gestão democrática para as escolas.

15 de Novembro: apenas uma semana após uma manifestação grandiosa, fomos cerca de 15 mil a regressar às ruas de Lisboa para reafirmar, frente à Assembleia da República, a determinação dos professores em erguer bem alto a independência da sua luta e a sua capacidade de organizar a resistência nas escolas, num combate que visa, acima de tudo, preservar uma Escola pública democrática, socialmente inclusiva e alicerçada num ensino de qualidade e de rigor.

3 de Dezembro de 2008: realizámos uma greve a 95%, ratificando todas as exigências assumidas nas manifestações anteriores, incluindo a suspensão do processo de avaliação, em centenas e centenas de escolas.

E agora, o que fazer?

Vamos deixar que esta luta histórica, para defender uma escola onde os alunos têm que ser o centro e os professores a pedra angular, uma escola assente na democracia, fique acantonada em cada agrupamento, sob a pressão do Governo, que vai usar cada Conselho executivo para constranger e chantagear cada professor, individualmente, a fim de o fazer aceitar um processo de avaliação simplificado, mas que não abdica do essencial que é a institucionalização da divisão dos professores, para que só um terço possa aceder à categoria de titular?

Não cabe à Plataforma sindical organizar plenários de professores, por toda a parte, para em conjunto decidirmos como responder às tentativas do Governo de nos aliciar e dividir?

Não cabe às direcções sindicais dos professores apelarem, publicamente, a todo o movimento sindical para que os seus dirigentes assumam a responsabilidade de defender os docentes e a Escola Pública, tal como todo o Governo assume a defesa da ministra da Educação e das suas contra-reformas?


Para debatermos o que podemos fazer e decidirmos como ajudar a realizar a unidade dos professores com todo o movimento sindical, vai ter lugar uma reunião no próximo dia 9 de Janeiro (6ª feira), às 18 h 30 m, no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras, prioritariamente dirigida a professores e educadores dos concelhos de Cascais e de Oeiras


Subscrevo esta iniciativa:

(Por favor faça um copy deste documento e subscreva-o reenviando essa cópia para

escolapublicablog@gmail.com

a fim de apoiar esta iniciativa

ou simplesmente envie à CDEP um mail de apoio a esta iniciativa, informando que vai comparecer à reunião)

PARTICIPE nas reuniões de professores que se realizem na área da vossa escola

Mais do que nunca é urgente unirmo-nos em defesa da Escola Pública!

Comissão de Defesa da Escola Pública

terça-feira, janeiro 06, 2009

Reunião 6/Janeiro, 21h

Caros colegas,
Acabei de receber esta mensagem da nossa colega Cristina Didelet, que ficou de estabelecer o contacto com as direcções sindicais:
Colegas,

O Manuel Grilo voltou a contactar-me e ficou combinado a reunião no dia 6 de Janeiro às 21 H na sede da Fenprof.
Pediu-me para vos dizer que na reunião vão estar representantes de vários sindicatos que integram a Plataforma. Na verdade, segundo ele, a Plataforma só existe formalmente em sede de negociações, não existindo "os" representantes da Plataforma, mas sim representantes dos vários sindicatos. E são esses representantes que irão lá estar presentes.
Isto quererá dizer que nem todos estarão de acordo com este encontro? Ou será que é só difícil juntar tanta gente?

Um beijo para todos e um grande 2009

Cristina Didelet
É agora fundamental que diversos representantes dos movimentos estejam presentes, para além da APEDE e do MUP. O Octávio Gonçalves do PROmova já me contactou manifestando todo o seu apoio a esta iniciativa e dizendo que, se for impossível a deslocação de membros do seu movimento a Lisboa, o PROmova delega nos colegas presentes nessa reunião a representação do seu movimento (penso que estou a interpretar correctamente as suas palavras, mas ele, que está também a receber esta mensagem, poderá confirmar). Aguardo, pois, o contacto de membros de outros movimentos. Escuso de salientar que é muito importante haver uma representatividade significativa dos movimentos, visto que nos vamos encontrar com vários sindicatos e não necessariamente apenas com a Fenprof. Seria bastante pífio aparecer nessa reunião apenas dois ou três movimentos! Proponho, assim, que cada movimento seja representado por dois colegas.
Recordo que o objectivo principal desta reunião com a Plataforma Sindical é acertar agulhas com vista à organização conjunta da manifestação/concentração em Belém para o dia 19 de Janeiro. Isso não é, contudo, impeditivo de aproveitarmos a referida reunião para colocarmos outras questões às direcções sindicais, particularmente as que se prendem com a continuação da luta dos professores e o que elas tencionam fazer em sede negocial com o Ministério. Nesse sentido, reenvio a todos o texto da carta aberta aos sindicatos que a Comissão Provisória de Coordenação das Escolas em Luta subscreve.
Sei que não vai haver tempo últil para reuniões prévias, mas, mesmo assim, seria bom que os representantes dos movimentos se reunissem umas horas antes do encontro que vão ter com a Plataforma Sindical, para assegurar uma sintonia de posições.
Um abraço a todos,
Mário Machaqueiro