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domingo, novembro 07, 2010

A CDEP apela à Greve Geral pela retirada do plano de austeridade

Todos unidos na greve geral para a

Retirada do plano de austeridade
que se abate sobre a Escola Pública

A Comissão para a Defesa da Escola Pública (CDEP) – saída da luta pela defesa de um ensino
de qualidade para todas as crianças e jovens, a começar pelos que revelam a necessidade de
uma educação especial – só pode partilhar a preocupação e angústia vividas pela esmagadora
maioria do povo português, em particular a de todos quantos estão directamente ligados à Escola
Pública, ou porque nela trabalham ou porque nela aprendem.

Por isso se associa às mobilizações do conjunto dos trabalhadores que se preparam para
responder, positivamente, ao apelo à greve geral de 24 de Novembro, feito em unidade
pelas duas Centrais sindicais e por todos os seus sindicatos.

O conjunto dos trabalhadores aspira a que esta greve sirva para fazer recuar o governo de
Sócrates / Durão Barroso na aplicação dos planos de austeridade, justificados pela necessidade
de redução do défice do Orçamento do Estado que, em dois anos, passou de 2,8% para 9,8%.
Notemos que este défice não resultou da existência de mais ou melhores serviços públicos, em
particular da Escola Pública, mas serviu sim para salvar quem fez – e continua a fazer – fortunas
com a especulação sobre a riqueza que deveria ter sido canalizada para esses serviços.

Notemos que, em todos os países, os povos e os trabalhadores estão sujeitos aos mesmos
planos, apresentados como os únicos possíveis para a situação criada, afirmando a Comissão
Europeia que eles são ainda insuficientes.

De facto, são as Direcções sindicais que afirmam que eles não irão senão agravar a situação já
existente e que preparam novos planos de austeridade.

Então, o que fazer para defender uma Escola Pública de qualidade, com recursos materiais e
humanos qualificados, estabilizados e a funcionar no quadro de equipas assentes na
colegialidade?

Não teremos que reconhecer que não é possível defender esta Escola que nos une a todos, sem
afirmar a necessidade de romper com as políticas de austeridade apresentadas como inevitáveis
– o que põe na ordem do dia a mobilização unida de toda a classe trabalhadora com os seus
sindicatos?

Mas a CDEP não pode deixar de partilhar o sentimento de muitas dezenas de milhar de docentes
que afirmam não ter sido por falta de mobilização que as coisas estão como estão nas escolas.

E constata que os próprios dirigentes dos sindicatos dos professores afirmam, publicamente, que
o “Acordo de pacificação” – por eles assinado com a nova Ministra da Educação – só serve para a
aplicação do que de mais negativo nele está contido: a avaliação docente, que mobilizou contra
ela quase todos os professores, por ser injusta, geradora das maiores fraudes e inexequível; tudo
o resto salta, nomeadamente o Concurso para vincular pelo menos 15 mil docentes.

É com base nestes factos que a CDEP – para continuar empenhada nas iniciativas ao seu
alcance que ajudem na mobilização para defender a Escola pública, de imediato a greve
geral, sem de modo algum pretender substituir-se à vida das organizações sindicais – só
pode apoiar os dirigentes das mesmas que declaram estar desfeito o Acordo assinado com
a Ministra da Educação, caso prevaleça a aplicação do plano de Austeridade que despede
30 mil docentes. A CDEP só pode apoiar todos quantos procuram fazer valer a posição de
greve geral para a retirada do Plano de austeridade do Governo, e nessa mesma base se
empenhará na mobilização nas escolas para a sua realização.

Lisboa, 5 de Novembro de 2010

CONTACTOS: Carmelinda Pereira carmelinda_pereira@hotmail.com (tm: 966368165); Adélia Gomes degomes@gmail.com (963262578)

segunda-feira, abril 12, 2010

Reunião CDEP: 13/04, pelas 16h30 em Algés


A reunião da CDEP realiza-se na próxima terça-feira - 13 de Abril, pelas 16h 30m na Biblioteca municipal de Algés.

Nesta reunião iremos tratar do seguinte:

- Organizar o plano de construção de um novo Encontro em Defesa da Escola Pública, da responsabilidade da nossa Comissão, com data prevista para 22 de Maio, conforme se decidiu na última reunião, realizada em Março.


- Além deste trabalho, propõe-se que haja um ponto de informaçõescom eventual tomada de posiçãosobre o 25 de Abril e sobre a iniciativa de um Encontro europeu, proposta por militantes da Alemanha, conforme o apelo que se segue, uma vez que os desenvolvimentos da situação não podem deixar de se repercutir de múltiplas maneiras, tanto na vida dos trabalhadores ligados ao ensino como na dos alunos:



Convite para participação na Conferência europeia

de 19/20 de Junho de 2010


Nós, sindicalistas, social-democratas, militantes do movimento operário dirigimo-nos aos nossos colegas em toda a Europa para os convidar para um Encontro de urgência, que consideramos indispensável face ao desenvolvimento dramático da situação.

Dirigimo-nos particularmente aos nossos colegas da Grécia, de Portugal e de Espanha… países que se encontram sob o fogo cerrado das agências de notação e cujos respectivos governos (Papandreu, Sócrates e Zapatero) decidiram levar à prática planos estruturais, todos eles igualmente assassinos, para «assegurar a estabilidade e o crescimento».

Dizer que não vivemos nada de parecido desde a Segunda Guerra mundial, é subestimar o agravamento da situação na Europa. Pela primeira vez, desde essa época, há diversos Estados europeus à beira da bancarrota e a sua soberania é abertamente posta em causa pela União Europeia (UE) e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

Vinte anos depois da queda do Muro de Berlim, que tinha despertado todas as esperanças entre nós, o futuro que o governo Kohl reservou aos Länder do Leste – a desertificação industrial, a desregulamentação do trabalho e a pobreza – ameaça estender-se a toda a Alemanha. A verdadeira unificação social do Leste e do Oeste da Alemanha recua.

Neste contexto, estamos escandalizados com as declarações e os discursos chauvinistas e abertamente xenófobos que ocorrem na Alemanha contra os povos grego e português, e – se dermos crédito às notícias da Comunicação Social – uma campanha similar está a ser desenvolvida contra o povo alemão, nos vossos países. Todos pensávamos que este tipo de demagogia pertencia ao passado.

E isso tem lugar precisamente no momento em que o nosso Governo decide, como se de nada se tratasse, reforçar o contingente alemão às ordens da NATO no Afeganistão, violando deliberadamente o juramento do povo alemão: «Guerra nunca mais!» («Nie wieder Krieg!»).

Onde vamos parar?

Acusamos todos aqueles que, durante anos a fio, repetiram discursos sobre «a paz, a amizade e a fraternidade entre os povos» para justificar os sacrifícios que a União Europeia e o euro exigiam aos trabalhadores.

Nós acusamo-los porque são eles que hoje levam a cabo aqueles discursos chauvinistas, ou são os seus instigadores. No nosso país, ousam acusar os trabalhadores e a maioria do povo de apoiar Merkel, quando esta impõe condições draconianas aos empréstimos a conceder à Grécia.

Como se os biliões em questão fossem destinados a ajudar o povo grego, como se estas somas colossais não fossem exclusivamente destinadas aos especuladores, quer sejam «anglo-saxónicos» ou simplesmente europeus.

Os bancos e os fundos especulativos – numa palavra, o capital financeiro – provocaram uma catástrofe mundial, ilustrando, uma vez mais, a crise de todo o sistema fundado sobre a propriedade privada dos meios de produção.

Eles exigiram e receberam biliões do dinheiro público. Com estas somas especularam, tomando como base o pior dos cenários. Conduziram a Grécia, Portugal e Espanha à bancarrota. Ameaçam toda a Europa e exigem de todos os governos europeus a adopção imediata dos mesmos planos de rigor contra os povos, centrados na liquidação dos sistemas de Segurança social e de Aposentação, e na privatização de todos os serviços públicos.

Exigem reduções drásticas em todos os orçamentos públicos, a privatização de tudo o que puder ser privatizado. Fizeram da Europa – de todas as nossas grandes e históricas conquistas sociais, a Leste como a Oeste – um campo de ruínas. Eis o resultado da União Europeia.

Tudo isso teve lugar para «salvar» o euro nos mercados financeiros e para engordar os especuladores, com base na destruição do produto do trabalho de gerações inteiras e com base na destruição da própria força de trabalho.

Na Alemanha, a pressão brutal exercida, desde há quinze anos, sobre os salários, os sistemas sociais, os «custos do trabalho» e as convenções colectivas – antes do mais, graças à política da Agenda 2010 do governo Schröder e da sua continuação pela «Grande Coligação» da CDU/CSU com o SPD – conduziu a uma baixa sem precedentes dos salários reais, à explosão de um sector de oito milhões de baixos salários e a uma pobreza massiva. Ao mesmo tempo que se amplifica o movimento de resistência social dos trabalhadores e da juventude, Merkel anuncia que tem de ir ainda mais longe nos seus ataques.

Para isso, ela não hesita em empregar os meios de chantagem a que habitualmente recorrem os círculos dirigentes nas situações de crise. Entre outros, a calúnia segundo a qual o povo alemão se recusaria a prestar auxílio à Grécia, sendo esta a razão que levou a Grécia a apelar ao FMI. Trata-se de uma infâmia. É Merkel que exprime o seu desprezo pelo povo grego e por todos os povos do «Clube Mediterrâneo». Nós empenhar-nos-emos, com todas as nossas forças, no desmascaramento desta tentativa de manipulação, uma vez que o povo alemão já pagou um preço desumano por outras manipulações, ao longo da sua história.

A pilhagem continua e amplia-se em toda a Europa. Citemos apenas um exemplo, no nosso próprio país: a General Motors (GM) – um dos maiores trusts dos EUA – exige novos subsídios dos Estados europeus para não declarar a falência imediata da Opel. A GM exige novos financiamentos públicos para “reestruturar” a empresa, suprimir empregos, diminuir os salários e – evidentemente – deslocalizar mais fábricas. Ela joga com o fecho da fábrica de Anvers contra a de Bochum. Tenta lançar os trabalhadores belgas contra os trabalhadores alemães. Com jogadas destas é toda a indústria do continente europeu que está ameaçada. Na Alemanha, tal como nos vossos países, a supressão de milhares de empregos – imposta com base no pretexto de “preservar a competitividade das nossas empresas” – arruína os cofres da Segurança Social, justifica o fecho ou a privatização dos nossos hospitais e a desaparição de tudo o que é serviço público. Os recursos das nossas autarquias são extorquidos e regiões inteiras são transformadas em desertos sociais e industriais…

Não podemos aceitar isto. Mobilizamo-nos para esta acção comum porque combatemos contra o desmantelamento da Opel, e sabemos que vocês estão empenhados em combates semelhantes. Batemo-nos para que o Estado coloque imediatamente a Opel sob a sua protecção, o que para vocês corresponde a exigir a nacionalização de toda uma série de ramos industriais. É urgente que troquemos informações e nos ajudemos uns aos outros.

Na Alemanha – como em todo o resto da Europa – os nossos sindicatos são intimados a submeter-se aos superiores imperativos da competitividade. São intimados a acompanhar, de maneira “socialmente suportável”, os planos de destruição dos empregos, dos direitos e das convenções colectivas.

Eles são atraídos, cada vez mais profundamente, num processo de integração corporativista e em alianças dos governos com os «parceiros sociais». Ficam assim ameaçados a tornarem-se simples engrenagens na realização dos planos das multinacionais, às quais os governos também se submetem.

As nossas direcções políticas deixam-se arrastar, com o pretexto de que não haveria alternativa política. Quem pode deixar-se enganar por um tal argumento? A saída política mais segura não reside na recusa de aceitar a “inevitável desmontagem social”, a “parceria social” e o “consenso”, todas as eliminações de postos de trabalho, bem como qualquer «reforma» das aposentações e dos sistemas de protecção social?

Unamo-nos, troquemos as nossas experiências, ajamos de forma coordenada para reconquistar as nossas velhas organizações – as organizações operárias. Não é a Confederação Europeia dos Sindicatos (CES) que nos representa. Nós construímos as nossas organizações (sindicatos): elas existem e continuam a ser o quadro de junção indispensável a qualquer mobilização das nossas forças, a qualquer mobilização operária – à sua mobilização independente, como classe social, decorrendo dela, em última análise, o futuro da Europa.

Existem entre nós militantes do SPD, ex-militantes do SPD, responsáveis sindicais… Todos estamos convencidos que nem Merkel (CDU) nem Gabriel (SPD) poderão responder, hoje, às mais vitais exigências dos trabalhadores.

Não pensamos estar enganados quando dizemos que a maioria dos trabalhadores dos vossos países também não alimenta grandes esperanças em Papandreou, Zapatero, Sócrates,…todos governos de maioria PS; e, contudo, foram muitos os que saudaram a sua ascensão ao poder, porque esperavam que representantes de velhos partidos operários fizessem outra política, aquela para que estes partidos foram construídos.

Qualquer governo que persista em conduzir uma política no quadro do espartilho da União Europeia, do euro e da satisfação das exigências dos banqueiros e dos especuladores, só pode renunciar a todas as prerrogativas da soberania dos povos e às mais elementares exigências da democracia. Tal governo só pode fazer de aprendiz de feiticeiro para tentar atacar mais duramente a população trabalhadora.

Não haverá saída sem ruptura com este quadro.

Essa ruptura é a condição para construir, à escala de todo o continente europeu, a cooperação a que os povos aspiram para se empenharem numa reorganização racional da produção. Uma cooperação que só pode ser a de governos libertos do espartilho da União Europeia, das manipulações monetárias ligadas à existência do euro e da ditadura do capital financeiro – governos que tenham a audácia de colocar a indústria sob protecção, de restabelecer os serviços públicos e todas as infra-estruturas públicas, e que, deste modo, assegurem a sobrevivência de milhões de famílias de trabalhadores.

O nosso destino nunca esteve tão estreitamente ligado. É por resta razão que tomamos a iniciativa de vos convidar, imediatamente, para um primeiro Encontro – cujo objectivo é estabelecer uma cooperação permanente para a realização das tarefas com que todos estamos confrontados.

É impensável deixar aos nossos inimigos a vantagem da colaboração que eles desenvolvem – nas instâncias da União Europeia – contra os nossos povos. Elaboremos, nós próprios, um «pacto operário», a fim de melhor nos armarmos para os combates a que temos de responder de imediato.

Primeiros signatários:

Colónia
Matthias Cornely
, membro do IGMetall (Sindicato dos Metalúrgicos), Presidente do Conselho de Empresa; Paul Paternoga, IGMetall, Presidente do Conselho de Empresa, membro da Direcção Regional das Comissões Operárias (AfA) do SPD; Metin Mert, IGMetall, membro do Conselho de Empresa; Henning Frey, Sindicato dos Professores (GEW), membro do SPD; Winfried Sichelt (antigo trabalhador da Opel).

Düsseldorf
Mirco Kischkat
, membro do SPD, Vice-presidente da Associação Local das AFA e membro do Secretariado Regional da Juventude do ver.di (Sindicato dos Serviços Públicos) na Renânia do Norte-Westfália; Peter Kreutler, membro das AfA do SPD, membro do ver.di; Wolfgang Freitag, membro do IGMetall e do Conselho de Empresa; Dirk Weiß, SPD, Sindicato das Minas, da Química e da Energia (IG BCE), membro do Conselho de Empresa; H.-W. Schuster, delegado do pessoal, membro do ver.di, Presidente das AFA do sub-distrito de Düsseldorf.

Berlim
Rainer Döring, membro da Direcção do ver.di do distrito de Berlim; Kerstin Fürst, delegado do pessoal, Sindicato dos Ferroviários (Transnet); Peter Polke, membro do Conselho de Empresa e do Transnet; Gotthard Krupp, membro da Direcç
ão Distrital do ver.di, membro da Direcção Regional da AfA; Volker Prasuhn, membro do ver.di, membro da Direcção da AfA do Estado de Berlim; Monika Wernecke, membro do ver.di; Herbert Wernecke, membro do ver.di; Gerlinde Schermer, membro do SPD; Peter Jaremischak, desempregado.

Erfurt
Klaus Schüller
, Secretário da Central Sindical (DGB), membro da Direcção Regional da AfA de Thuringe.

Chemnitz

Gaby Hahn, delegado do pessoal do ver.di, SPD, membro da Direcção Regional da AfA de Saxe.

Leipzig

Cornelia Matztke, médica; Heike Böhm, membro do SPD, membro do Conselho Municipal de Leipzig.

Wismar

Lothar Hesse, ex- Secretário do ver.di.


quarta-feira, maio 27, 2009

«Há um debate urgente a fazer!»

Na linha do que tenho aqui defendido, penso que há um debate urgente a fazer que não verse apenas as questões do ECD, embora estas obrigatoriamente lá tenham de estar incluídas.
Lembrei-me destas questões em relação às quais me parece urgente interpelar os partidos para chamar a atenção da opinião pública para a situação da Escola.

- Cheque-educação;
- escola estatal ou municipal (ensino universalista ou comunitarista, que eduque para a cidadania universal ou para a integração no grupo de pertença);
- escola laica ou escola permeável às confessionalidades (venham elas donde vierem);
- manuais (propriedade dos alunos ou da escola, manuais adoptados ou de livre escolha no menu das editoras);
- que instrução e que educação;
- repensar os currículos / reformas curriculares;
- horários - manter o regime duplo que cria desigualdades marcantes na aprendizagem dos alunos? (comparar com os horários das escolas europeias);
- mais escolas, mais bem apetrechadas e com verbas suficientes para gastos e manutenção dos equipamentos;
- disciplina nas escolas/autoridade do professor;
- escola a tempo inteiro ou não, com que objectivos e em que moldes;
- cantinas - escola aberta às multinacionais ou gestão racional da cantina controlada por dietistas;


Querem apontar outras?

Isabel

segunda-feira, março 30, 2009

Pedido urgente dos professores iraquianos para impedir a tomada do seu sindicato pelo governo

In the last few minutes LabourStart has been asked to launch a major international campaign in defense of the Iraqi Teachers Union which faces the threat of a government takeover.

The teachers are demonstrating tomorrow in their thousands in Baghdad.

Today, they're asking all of us to take just a minute and send off a message of protest.

Please click here to do so - and forward this message on to other members of your union.

Thank you.

Eric Lee

sexta-feira, janeiro 23, 2009

MENSAGEM AOS GRUPOS PARLAMENTARES E DEPUTADOS

Colegas:
O projecto de diploma do CDS sobre a avaliação a ser votado no dia 23, é mais uma esperança contra esta carcaça de modelo de avaliação e o INJUSTO ECD que nos divide.

Já perdemos uma eleição por ausências, já perdemos uma eleição por APENAS 1 único voto.

Este dia 23 é IMPORTANTE
Vamos enviar o seguinte e-mail para os diferentes grupos parlamentares de forma a recordar-lhes a nossa luta:

Caros deputado(a)s

Vão ter a possibilidade de FAZER JUSTIÇA, votando favoravelmente a proposta apresentada pelo grupo parlamentar do CDS!

Vão ter 150.000 Professores a olhar, atentamente, para cada um de vós.

Queremos ser avaliados, mas não por este modelo "remendado" e pedagogicamente duvidoso.

PEDIMOS UMA ÚLTIMA VEZ: FAÇAM JUSTIÇA

VOTEM FAVORAVELMENTE E SUSPENDAM ESTE MODELO DE AVALIAÇÃO DO ME!

Façam tréguas nas vossas "guerras" partidárias!»
O Professor(a)______________________________

Como enviar esta mensagem?
. Clicando no sítio http://www.parlamento.pt/Paginas/Contactos.aspx#gp e fazer um "copy/paste" do texto a verde (a cor da esperança!), para cada grupo parlamentar e para cada um dos deputados da oposição e os seis do PS... e enviar o mais depressa possível!

. Copiar o texto a verde e enviar para os seguintes e-mails:

Podem seleccionar os endereços e copiá-los para a janela de endereços BCC

Ana.Drago@be.parlamento.pt;
apb@pcp.parlamento.pt;
blocoar@ar.parlamento.pt;
carlos-lopes@psd.parlamento.pt;
carlos-lopes@psd.parlamento.pt;
claudia@ps.parlamento.pt;
cp@psd.parlamento.pt;
davidmartins@ps.parlamento.pt;
dpacheco@psd.parlamento.pt;
emidioguerreiro@psd.parlamento.pt;
esmeralda-ramires@ps.parlamento.pt;
f.negrao@psd.parlamento.pt;
fbduarte@psd.parlamento.pt;
fernandoantunes@psd.parlamento.pt;
fernandocabral@ps.parlamento.pt;
fernandojesus@ps.parlamento.pt;
fernandosantospereira@ar.parlamento.pt;
francisco.louca@be.parlamento.pt;
gabpar@ar.parlamento.pt;
ginestal@ps.parlamento.pt;
gp_pcp@pcp.parlamento.pt;
gp_pp@pp.parlamento.pt;
gp_ps@ps.parlamento.pt;
gp_psd@psd.parlamento.pt;
gsilva@psd.parlamento.pt;
helena.pinto@be.parlamento.pt;
isabelcoutinho@ps.parlamento.pt;
isabelvigia@ps.parlamento.pt;
jacarvalho@ps.parlamento.pt;
jalmeida@ps.parlamento.pt;
joaohorta@psd.parlamento.pt;
josejunqueiro@ps.parlamento.pt;
joselello@ps.parlamento.pt;
jpereira@psd.parlamento.pt;
jseguro@ps.parlamento.pt;
jstrecht@ps.parlamento.pt;
m.pignatelli@psd.parlamento.pt;
marisa.costa@ps.parlamento.pt;
maximiano@ps.parlamento.pt;
mdavid@psd.parlamento.pt;
melchior@psd.parlamento.pt;
mfrasquilho@psd.parlamento.pt;
miguelmacedo@psd.parlamento.pt;
mjgamboa@ps.parlamento.pt;
mjunior@ps.parlamento.pt;
mmachado@psd.parlamento.pt;
motaandrade@ps.parlamento.pt;
mpantao@psd.parlamento.pt;
mrelvas@psd.parlamento.pt;
nmagalhaes@pp.parlamento.pt;
osvaldocastro@ps.parlamento.pt;
pedro.pinto@psd.parlamento.pt;
pedromotasoares@pp.parlamento.pt;
pedroquartin@psd.parlamento.pt;
pev.correio@pev.parlamento.pt;
pndeus@ps.parlamento.pt;
ppc@psd.parlamento.pt;
raguas@psd.parlamento.pt;
ramospreto@ps.parlamento.pt;
rgoncalves@ps.parlamento.pt;
rmartins@psd.parlamento.pt;
rosalina@ps.parlamento.pt;
sfertuzinhos@ps.parlamento.pt;
svieira@psd.parlamento.pt;
tcaeiro@pp.parlamento.pt;
tvenda@ps.parlamento.pt;
vcosta@psd.parlamento.pt;

(recebido por mail)

quarta-feira, janeiro 21, 2009

PROPOSTA DO CDS/PP - Votada a 23/01/2009 na AR

Sobre a proposta do CDS-PP - leitura de Cristina Ribas

A proposta de lei do CDS é votada no dia 23/1. Se for aprovada, fará regressar alguma tranquilidade às escolas


Parece-me importante ter em conta alguns "pormenores" da proposta de lei do CSD: é transitória, serve para resolver, neste ano lectivo,o impasse provocado pelo decreto regulamentar 1-A/2009 e pode fazer regressar alguma tranquilidade às escolas. O aspecto mais positivo é o de recentrar o processo de avaliação de desempenho, para este ano lectivo, no conselho pedagógico e no conselho executivo. Outro aspecto positivo é o de libertar da avaliação de desempenho os professores que, neste ano lectivo, não têm condições para progredir na carreira.

Eis a minha argumentação a favor da aprovação da proposta de lei do CDS:


1. Somos a favor da suspensão do simplex2 (complicadex na realidade), que não serve de forma alguma.

2. Os projectos do PSD e do BE já foram chumbados.

3. O projecto de lei do CDS de suspensão da ADD é transitório.

4. Integra vertentes básicas da profissão e, ao abolir as aulas assistidas, retira uma parte importante do mau ambiente nas escolas.

5. A avaliação tem um carácter mais plural porque nela intervêm órgãos colegiais e não pessoas individuais e o docente tem nela um papel central (apela para o sentido democrático que tem andado muito longe das políticas de Sócrates, MLR e sua equipa e valoriza o papel do professor).

6. Com a nova calendarização, permite que todos os professores entreguem os objectivos sem que ninguém seja penalizado, valorizando e premiando a luta dos professores

7. Suspende de facto a avaliação porque apenas avalia os professores que precisam de ser avaliados para progredir na carreira (não esqueçamos que continuam congelados, injustamente, todos os professores que progridem este ano mas que só o vão ser a posteriori rectroactivamente depois de serem avaliados).


8. É um projecto que tem em conta apenas a Avaliação de Desempenho e não todos os outros DL e DR que precisam urgentemente de ser revogados ou grandemente revistos, como é o caso do Estatuto do Aluno, da Nova Lei de Gestão e do Estatuto da Carreira Docente, contudo. O projecto de lei do CDS visa resolver, para este ano, o impasse provocado pelo decreto regulamentar 2/2008 e pelo decreto regulamentar 1-A/2009 (Simplex2).

9. Para já parece-me prioritário suspender este modelo que não serve de todo e começar-se já a pensar noutro, que pode ser completamente diferente deste. Claro que falta, falta tudo o que já referi, mas também ninguém disse que a nossa luta acaba com a aprovação do projecto do CDS...

Aprove-se transitoriamente o projecto de lei do CDS que nós cá continuaremos a lutar pela revisão do ECD.

Cristina Ribas

Leia aqui a proposta de lei do CDS

in ProfAvaliação

Educar resistindo - Fernando José Rodrigues0 comentários

http://educarresistindo.blogspot.com/2009/01/sobre-proposta-do-cds-pp-leitura-de.html

Os Professores da Escola Secundária de Francisco Rodrigues Lobo, reunidos em Assembleia, aprovaram carta a enviar à Drª Odete João, deputada do Partid

Os Professores da Escola Secundária de Francisco Rodrigues Lobo, reunidos em Assembleia, aprovaram carta a enviar à Drª Odete João, deputada do Partido Socialista pelo distrito de Leiria e Professora na mesma escola, solicitando-lhe que vote a favor da iniciativa do CDS-PP, no próximo dia 23.
TEXTO APROVADO

Carta assinada pelos Professores e enviada à Drª Odete João e a todos os grupos parlamentares


Cara Drª Odete João,
Cara Deputada,
Cara Professora,
Cara Colega,
Como sabe, no próximo dia 23 a Assembleia da República vai ser chamada a votar um projecto do CDS-PP, a fim de suspender o actual modelo de avaliação.
Não será preciso realçar que a suspensão e a discussão de um novo modelo, que seja simples, eficaz e formativo, é essencial para que a tranquilidade regresse às escolas.
Foram precisos onze meses, duas grandes manifestações, duas greves históricas e muitas e muitas actividades para que a Senhora Ministra da Educação se desse conta de que o modelo que defendia não era viável. Por isso, ao fim de onze meses, repito, apresentou um Simplex que não é mais que um mau remendo, num tecido de si já muito desgastado. Este Simplex, feito só para este ano, não resolve, em nada, o problema maior com que nos deparamos: o Estatuto da Carreira Docente, a divisão dos professores e todo um processo de asfixiamento dos docentes enquanto cidadãos.
Os professores são cidadãos esclarecidos, ponderados e dignos. E, como sabe, esta política ministerial veio apoucar o trabalho dos docentes, querendo-os transformar em meros serviçais, capazes de preencher grelhas e mais grelhas, desgastando-os, intranquilizando-os e retirando-lhes tempo para a sua missão: ensinar.
Mas tudo isto sabe a Drª Odete João: primeiro, porque é capaz de reconhecer, enquanto deputada, os malefícios de uma má política; segundo, porque enquanto cidadã empenhada e participativa está atenta aos valores da democracia e do diálogo; terceiro, porque sendo Professora não pode deixar de reconhecer valor e seriedade às exigências dos seus colegas professores que, nas escolas, vão lutando contra imposições, ameaças e legislações, estas muitas vezes por mail.
Por outro lado, a Drª Odete João é deputada eleita pelo distrito de Leiria pelo Partido Socialista e é, de profissão, Professora nesta cidade.
Assim sendo, nós, professores e eleitores neste distrito, vimos chamar a sua atenção para o projecto que vai ser votado no dia 23. A sua aprovação é vital, como já referi, para toda uma Comunidade escolar.
No dia 23 espera-se dos deputados sentido de que representam a Nação e não, meramente, o partido pelo qual foram eleitos. E dos deputados que são professores espera-se muito mais: a capacidade de entenderem as condições em que trabalham os seus colegas, do clima que se respira nas escolas e o discernimento de que a tranquilidade dos professores, o valor das aprendizagens e a preocupação acrescida com os alunos só será possível com uma medida sensata: a aprovação da inicativa do CDS-PP, com a suspensão do actual modelo de avaliação.
Pedimos-lhe, em consequência que, tal como muitos outros deputados do Partido Socialista, vote a favor da iniciativa legislativa do CDS-PP e seja um dos parlamentares que venha trazer paz e tranquilidade às escolas.
Acreditando que em democracia os deputados são pessoas livres e independentes dos directórios partidários, apresentamos os nossos melhores cumprimentos.
Os Professores da Escola Secundária de Francisco Rodrigues Lobo
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____________________
http://educarresistindo.blogspot.com/

Blogosfera - Apelo aos professores deputados do PS

Suspensão da avaliação
Professores pressionam deputados socialistas
Por Margarida Davim
Docentes estão a enviar e-mails aos deputados socialistas, pedindo que ajudem a aprovar, na próxima sexta-feira, o projecto de lei do CDS para suspender a avaliação do desempenho dos professores

Os textos estão em blogues e sites de professores, prontos para serem copiados e enviados directamente para as caixas de correio electrónico dos deputados do PS.

O objectivo é convencer os socialistas a aprovar o projecto de lei do CDS que visa a suspensão da avaliação do desempenho dos docentes. E o alvo são, sobretudo, os deputados que são ou já foram professores.

«Podem ainda escrever aos colegas que são deputados do PS para que reflictam no que estão a fazer à Escola Pública em Portugal» , escreve-se no blogue do movimento Em Defesa da Escola Pública, que apresenta mesmo uma lista com os e-mails dos «professores deputados do PS».

O repto está dado e a mensagem é clara: «Nada de choraminguices, de insultos ou de provocações: basta dizer, de modo cordato, os problemas que a avaliação está provocar de facto nas Escolas», lê-se no mesmo site.

O blogue A Sinistra Ministra diz que «está na altura de dar resposta aos e-mails que o Ministério da Educação enviou»«copiar/colar» a uma mensagem já preparada para os membros da bancada parlamentar socialista, que vão votar a proposta do CDS na próxima sexta-feira. aos professores e sugere que se faça

«Nessa altura V. Ex.ª tem mais uma oportunidade (talvez a última) para suspender algo que nunca será posto em prática, pois não se pode avaliar quem se recusa a ser avaliado e, com este modelo de avaliação, assim será» , diz a mensagem do blogue.

«A única forma de limparem um pouco a face é mesmo através de uma ajudinha dos deputados do PS, muitos deles professores que pouco ou nada conhecem da escola, visto os bancos de S. Bento serem bem mais confortáveis» , afirma noutro blogue o líder do movimento Mobilização e Unidade dos Professores, Ilídio Trindade.

A votação do projecto do CDS pode, no entanto, abrir uma crise política no PS, já que o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, deixou bem claro que avaliação dos professores é «uma questão crítica» e que «dessa reforma depende a agenda reformista do Governo».

Motivos mais que suficientes para que o PS exerça pressão sobre os seus deputados no sentido de inviabilizarem a proposta centrista.

Recorde-se que, no inicio deste mês, o PS chumbou os projectos do PSD, BE e PEV para suspender a avaliação dos professores, com os votos favoráveis de todos os partidos da oposição. O documento social-democrata contou com a abstenção dos socialistas Manuel Alegre, Teresa Portugal, Júlia Caré, Eugénia Alho e da independente socialista Matilde Sousa Franco.

Em Dezembro, os projectos de lei do BE e do PEV foram chumbados no Parlamento por apenas um voto, com o apoio de toda a oposição e de quatro socialistas. Na altura, Manuel Alegre, Teresa Alegre Portugal, Julia Caré e Eugénia Alho foram os quatro socialistas que votaram favoravelmente, juntando-se às bancadas da oposição.

margarida.davim@sol.pt

terça-feira, janeiro 06, 2009

PROmova: apelo à demissão dos CE e coordenadores da ADD

PROmova apela à demissão dos conselhos executivos e membros dos CCAD

A associação PROmova divulgou um comunicado que apela à demissão dos
conselhos executivos e membros dos conselhos coordenadores da
avaliação de desempenho:



"Conselhos Executivos, Coordenadores e Avaliadores que recusam este
modelo de avaliação e/ou são pressionados para o implementarem devem
tomar a única atitude digna, ou seja, DEMITIREM-SE!

Professores sérios, credíveis e com sentido de justiça não vão querer
ficar associados a um modelo absurdo, conflitual e suportado numa
decisão leviana e injusta de divisão da carreira. Decerto, não vão
querer ser confundidos com o oportunismo e o deslumbramento de uns
poucos.

ESTÁ NA HORA DAS DEMISSÕES EM BLOCO. NINGUÉM COLABORA COM QUEM NOS
AFRONTA E HUMILHA! NINGUÉM SE VENDE!

Sejam solidários com os colegas a seguir referenciados e sigam-lhes o
exemplo de coragem, determinação e coerência.

Os membros da CCAD do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga
demitiram-se. Sigam o exemplo!"

sexta-feira, dezembro 12, 2008

PROmova: Campanhas «do lado certo»

PROmova.jpg

CAMPANHA "ESCOLAS DO LADO CERTO"

Colega,
Só a resistência interna, traduzida na recusa em entregar os objectivos individuais e em participar em qualquer acto relacionado com este modelo de avaliação, permite parar, definitivamente, a implementação desta avaliação absurda e injusta.
Se a tua escola ainda não assinou nenhuma Moção neste sentido, está na hora de o fazer.
Vais sentir orgulho de ver a tua escola/agrupamento integrada nesta campanha pela dignidade, pela razão e pela justiça!
Na história da humanidade, este foi sempre o LADO CERTO!

CAMPANHA "PROFESSORES DO LADO CERTO"

Colega,
Se integras o Conselho Executivo da tua escola/agrupamento, se és coordenador e/ou se és avaliador, então, está na hora de seguires o exemplo dos colegas da Escola Secundária de Bocage, em Setúbal, pedindo a tua demissão.
A história da humanidade é feita de actos de coragem, em coerência com a justeza dos princípios que defendemos. É este o LADO CERTO!

Aquele Abraço,

PROmova

quarta-feira, dezembro 10, 2008

A CDEP no Encontro Nacional de Escolas de Leiria (6/Dez) + APELO da CDEP

Professores de 60 escolas, reunidos em Leiria a 6 de Dezembro, aprovaram uma moção com um Apelo aos dirigentes da CGTP e da UGT para que assumam a defesa do professores e da Escola Pública, organizando "a mobilização solidária de todos os sectores da população trabalhadora portuguesa, incluindo se necessário a greve geral nacional".

Esta moção (ver anexo) foi colocada como abaixo-assinado na Internet, por iniciativa da Comissão de Defesa da Escola Pública (CDEP).

Depois das extraordinárias manifestações e da greve dos professores, temos agora uma nova etapa: como pode continuar a mobilização deste sector, por reivindicações tão legítimas como imperiosas, não deixando baixar o elevado patamar a que chegou?

O Apelo considera que a saída para esta situação está nas mãos dos dirigentes das centrais sindicais.

De facto, além da defesa imperiosa da Escola Pública pertencer a todos os trabalhadores, notemos que as medidas de avaliação contidas no novo Estatuto que os professores e educadores não aceitam não são mais do que a aplicação neste sector do SIADAP da Função Pública (Sistema Integrado de Avaliação Da Administração Pública) que os outros funcionários públicos também rejeitam. Notemos ainda que, a partir de próximo mês de Janeiro, todos os funcionários públicos serão abrangidos pela nova Lei dos vínculos e carreiras, que retira o vínculo ao Estado a quase toda a Função Pública. Serão uma excepção, apenas os lugares de topo dos sectores da Defesa, Segurança, Justiça e Diplomacia.

Então, não será de unir todos os trabalhadores destes sectores, para defender os seus vínculos e os serviços públicos? Não será de unir todos os funcionários públicos com os trabalhadores do sector privado, para defender a contratação colectiva e o horário de trabalho, profundamente atacados no novo Código laboral?

É neste sentido que fazemos um apelo à divulgação e subscrição do Apelo aos dirigentes da CGTP e da UGT, o qual pode ser acedido através do link:

http://www.PetitionOnline.com/CGTPUGT/petition.html

Todos em defesa dos professores e da Escola Pública.

Pel'A CDEP

Carmelinda Pereira

Apelo aos dirigentes da CGTP e da UGT


Centrais sindicais: assumam a defesa dos professores e da Escola Pública!

Os professores e educadores estão unidos com os seus sindicatos em torno das exigências contidas na Resolução apresentada por toda a Plataforma sindical, à manifestação de 120 mil, no passado dia 8 de Novembro, em Lisboa.


Nesta Resolução está contido:


- O apelo a todos os docentes para que suspendessem nas escolas o processo de avaliação do desempenho docente e exigissem a negociação de um novo modelo de avaliação – no âmbito de um processo mais geral de revisão do ECD, que garanta a eliminação da divisão dos docentes em categorias e elimine todos os constrangimentos administrativos a uma normal progressão na carreira (como é o caso das quotas), acabe com a prova de ingresso na profissão, estabeleça regras pedagogicamente relevantes para a organização dos horários, fixe regras excepcionais para a aposentação dos docentes (tendo em conta o elevado desgaste físico e psicológico decorrente do exercício da profissão);

- A exigência do restabelecimento da gestão democrática nas escolas;

- A rejeição da legislação para o novo concurso de colocação dos docentes nas escolas;

- A consideração de serem inaceitáveis as medidas do Governo para limitar a organização e o exercício da actividade sindical;

- A suspensão da participação da Plataforma sindical na Comissão Paritária de Acompanhamento do Regime de Avaliação do Pessoal Docente, até que o Governo suspenda o seu processo de avaliação de desempenho.

Os professores e educadores estão unidos com os seus sindicatos; provam-no as tomadas de posição de suspensão da avaliação do desempenho docente, as manifestações e a resposta massiva ao apelo de greve em todo o Ensino básico e secundário.

A nossa mobilização não “tem um mero objectivo corporativo”, como o Governo afirma. As nossas exigências constituem a base para a defesa de uma Escola Pública onde existam condições para ensinar e aprender, a começar pela existência de democracia, pelo relacionamento saudável entre pares e por uma avaliação do nosso trabalho destinada a melhorar a qualidade do ensino – em vez da avaliação que o Governo quer impor, destinada a lançar os docentes uns contra os outros, a dividir-nos em “categorias” (quando todos fazemos basicamente o mesmo tipo de trabalho), de modo a realizar o objectivo economicista de só um terço dos docentes poder atingir o topo da carreira.

Ao defender uma Escola Pública democrática, os professores estão a assumir uma luta que diz respeito a todos os sectores da sociedade, que hoje estão a ser fustigados – de forma particular – pelo mesmo Governo, procurando isolar cada sector e virá-lo contra os outros.

Assim, tratando-se de uma luta de conjunto, cabe aos dirigentes da CGTP e da UGT (às quais pertencem as duas maiores federações dos sindicatos dos professores) quebrar esta estratégia de divisão feita pelo Governo, organizando a mobilização nacional de todos os sectores da população trabalhadora, em defesa da Escola Pública, de todos os outros serviços públicos e dos trabalhadores do sector privado.

Convictos de que a unidade conseguida no sector do Ensino também poderá ser realizada nos outros sectores e em conjunto, os professores e educadores de 60 escolas reunidos em Leiria, a 6 de Dezembro, decidiram apelar aos responsáveis da CGTP e da UGT para que organizem a mobilização solidária de todos os sectores da população trabalhadora portuguesa, incluindo se necessário a greve geral nacional.


Apelo aos dirigentes da CGTP e da UGT

Centrais sindicais: assumam a defesa dos professores e da Escola Pública!


Subscrevo este apelo:


Nome Local de trabalho Organização Contacto


DIVULGUE E ASSINE... MESMO QUE NÃO SEJA PROFESSOR


AQUI



sábado, novembro 15, 2008

Apelo à participação na manifestação de 15/Novembro

[Envio este apelo para quem desejar publicar na blogosfera]

Colega e outros cidadãos interessados,

Mudar o modelo de ADD e o ECD: Não desista! Quem sabe que luta ao lado
da Razão não desiste!

Dia 15 o desgaste continua. A nossa luta é contra este ME.

Junte-se dia 15, em Lisboa, àqueles que iniciaram o processo de luta
contra políticas educativas de sinal contrário a que os professores e
a Escola Pública têm sido submetidos.

Junte-se aos bravos APEDE, MUP e PROmova, entre outros movimentos de
professores independentes que levaram a que, por duas vezes, mais de
100 000 professores se mobilizassem contra as injustas políticas
destruidoras da educação pública nacional. Junte-se a estes movimentos
VITORIOSOS!

Sejamos 500, 5000 ou 50000 em Lisboa, para a Sra. Ministra seremos
sempre poucos, mas para nós, a nossa presença física visível e
insistente, vai juntar-nos para definirmos a estratégia futura de
acção até que a Senhora Ministra, o Governo e o Primeiro Ministro
compreendam que com leis injustas o povo tem o direito e o dever de
adoptar uma postura de desobediência civil. Se assim não fosse hoje
não teríamos um Presidente negro nos EUA, a escravatura ainda não
tinha sido abolida e as mulheres não teriam, há bem pouco tempo, os
direitos iguais que têm. Não voltemos para trás...

Eu, por mim,vou levar uma bandeira nacional. E você, já deu o seu
contributo ou passa procuração aos outros?

Dia 15 de Novembro, 14:00 h: Marquês de Pombal.
Resistir é um direito constitucional.

Aceitemos o apelo do Senhor Presidente da República e manifestemo-nos,
com serenidade, em defesa da Escola Pública e dos Valores Democráticos
da República Portuguesa.

C. Félix

Mobilização para o dia 15 de Novembro, sábado

Caros colegas e amigos
Como é sabido, alguns movimentos convocaram uma manifestação em Lisboa no dia 15 (sábado). Apela-se à participação, por todas as razões que são conhecidas.
Para quem não puder ir à referida manifestação deverá comparecer no mesmo dia (15), pelas 15h. na Arcada - Braga e associar-se aos colegas que rumaram para Lisboa.
Apelamos à mobilização como mais uma forma de luta e constestação ao AUTISMO, à DITADURA, à PREPOTÊNCIA, À FALTA DE RESPEITO E DE DIÁLOGO que tem sido tónica da ministra e do seu ministério.
SOLIDARIEDADE NA LUTA.
MOBILIZA-TE E REENCAMINHA PARA OS TEUS COLEGAS, via mail, sms

MUP: 15 DE NOVEMBRO, UM MOMENTO CRUCIAL DA NOSSA LUTA


15 DE NOVEMBRO, UM MOMENTO CRUCIAL DA NOSSA LUTA

Colegas,

Estamos num momento crucial da nossa luta por uma escola pública de qualidade e pela requalificação da dignidade da nossa carreira.

Por isso, é fundamental estar na Manifestação de Professores, no próximo sábado, dia 15, para "marchar" do Marquês de Pombal a S. Bento.


Depois do estrondoso protesto de dia 8, não podemos compactuar com a prepotência e o autismo revelados pelos responsáveis da 5 de Outubro, durante e após essa manifestação histórica. Temos de dar um sinal claro de que não baixamos os braços.

Estar em Lisboa será um sacrifício redobrado para muitos. Mas em causa estão valores que superam esse sacrifício. Ou lutamos definitivamente contra o MONSTRO, que inclui, entre outras aberrações, o ECD e a divisão da classe em duas categorias, ou o nosso calvário, dele decorrente, será, no futuro, muito mais espinhoso e muito mais prolongado.

Ainda vamos a tempo. Ou lutamos agora, ou muito do que ainda se pode conseguir ficará irremediavelmente perdido!



In http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/

quarta-feira, novembro 12, 2008

MANIFESTAÇÃO NACIONAL DE PROFESSORES - 15 DE NOVEMBRO - 14 HORAS - DO MARQUÊS DE POMBAL À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA - ORGANIZAÇÃO: APEDE E MUP



A manifestação do dia 15 de Novembro, iniciativa que surgiu no seio dos professores e à qual o MUP e a APEDE se associaram para a tornar possível, ganhou hoje uma legitimidade acrescida. Quando a Ministra da Educação reage ao enorme protesto que os professores fizeram hoje desfilar nas ruas de Lisboa como se 120 mil docentes em luta fosse um pormenor irrelevante, mostra que a nossa contestação não pode parar a 8 de Novembro. E fica também demonstrado que os movimentos independentes de professores têm razão quando exigem da Plataforma Sindical a denúncia do memorando de entendimento que assinaram com o Ministério da Educação, pois é esse documento que a Ministra continua a esgrimir para condicionar os sindicatos e a própria luta dos professores. A exigência de uma ruptura clara com tal acordo é outro motivo fortíssimo para os professores regressarem às ruas de Lisboa no próximo Sábado. A partir do momento em que os professores sentirem que os sindicatos cortaram amarras com um cenário em que a perspectiva de negociação rapidamente degenera numa situação pantanosa, estará aberto o caminho para a radicalização que esta luta vai necessariamente exigir.

Temos de ser claros: o combate dos professores, no momento político que hoje se vive em Portugal, já não é apenas uma luta centrada nos alvos já conhecidos: contra as duas carreiras impostas pelo ECD, contra o modelo de avaliação que dele decorre, contra as novas formas de administração escolar, contra todos os instrumentos que degradam e fragilizam a já precária situação dos professores contratados. Sem abandonar o objectivo de derrubar todas estas políticas, a luta dos professores é, hoje, também uma luta contra o autoritarismo que se apropriou das formas de governação, ao reduzir os cidadãos a executores passivos de políticas que eles mesmos não aceitam. É uma luta contra um poder governamental que constrói com os seus parceiros uma relação de completa assimetria, em virtude da qual a partilha de autoridade, indispensável aos espaços de negociação, é sistematicamente negada pela postura arrogante de quem pensa que a maioria absoluta dos votos tudo permite e tudo justifica. Ora, o exercício da democracia não se pode esgotar no gesto de colocar votos numa urna de quatro em quatro anos, demitindo-se depois o cidadão de intervir a propósito de quaisquer decisões legislativas que lhe digam respeito. Num país onde o “respeitinho”, o culto salazarento da autoridade, teimam em persistir, a luta dos professores vem dizer bem alto, a toda a sociedade civil portuguesa, que a democracia tem de ser inscrita em todas as dimensões e espaços da experiência social, a começar pelo próprio local de trabalho.

Por isso, no dia 15 de Novembro importa que todos participemos num acto cívico em que, a par das justas reivindicações dos professores, estaremos também a lutar pelo futuro da democracia em Portugal.

MAIS INFORMAÇÕES EM www.apede.blogspot.com