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sexta-feira, outubro 31, 2008

Movimento Escola Pública: tomada de posição e apelo à manif 8/Nov

MOVIMENTO ESCOLA PÚBLICA
IGUALDADE E DEMOCRACIA
O Movimento Escola Pública congratula-se com o acordo alcançado entre a Fenprof e vários movimentos de professores.

Numa altura em que cresce a resistência nas escolas contra um modelo burocrático de avaliação de desempenho, desestabilizador da escola pública na sua função mais importante de garantir a aprendizagem dos alunos, tornava-se imperativo que os professores se mantivessem unidos no combate à política (des)educativa deste governo.

A tomada de posição frontal da plataforma de sindicatos pela suspensão imediata deste modelo de avaliação, entendendo a Fenprof que o actual memorando de entendimento está "praticamente esvaziado de conteúdo", foi um passo fundamental para que a unidade entre movimentos e sindicatos fosse possível.

Assim, o Movimento Escola Pública apela à participação de todos os professores e professoras na manifestação nacional de dia 8 de Novembro, na certeza de que ela constituirá um momento crucial para derrotar este modelo de avaliação e as políticas que atacam a escola pública, unindo os professores em torno do que mais importa.
O Movimento Escola Pública entende ainda que a semana seguinte ao 8 de Novembro também será decisiva para parar estas políticas enquanto é tempo. Professores, sindicatos e movimentos não podem ficar à espera: é preciso aproveitar a unidade e mobilização para acabar de vez com este pesadelo.

31 de Outubro de 2009

domingo, outubro 19, 2008

Manifestação de Portimão 21/Outubro

MANIFESTAÇÃO DA

REVOLTA DOCENTE

Temos de aniquilar o Monstro:

esta “Avaliação de Desempenho”

Antes que nos devore!

Concentração em Portimão

Frente à Câmara Municipal – dia 21 de Outubro

(3ª Feira), às 19.00 h

Contra a Indignidade!

Contra a Punição!

Contra a Afronta!

Contra a Injustiça!

Contra a destruição da Escola Pública!

Vamos reactivar as Lutas – agora começa pelo Sul!

Reenvia! Divulga! Aparece! Revolta-te! DIZ NÃO!

Movimento Escola Pública

Movimento Professores Indignados

quarta-feira, outubro 08, 2008

Movimento Escola Pública: Como bloquear o Processo de Avaliação?

Redirecciono o email que recebi...
Agradece-se a máxima divulgação e votação!

O Movimento Escola Pública considera que o modelo de avaliação de professores imposto pelo ME é politicamente perverso e tecnicamente incompetente e, por não servir a qualidade da escola pública, deve cair. Com o objectivo de bloquear este método de "avaliação" (até termos um modelo alternativo), pretendemos recolher a opinião de todos os professores do país sobre a forma mais eficaz de o fazer. Após esta fase, divulgaremos os resultados, a fim de tomarmos uma posição conjunta. PARTICIPA!

Assim...além da necessidade óbvia de os professores voltarem para a rua, fazendo ouvir a sua voz....Qual consideras ser a medida mais eficaz, dentro das escolas, para bloquear este sistema de avaliação?

a) tomar posições de grupo, departamento, escola, rejeitando o modelo de avaliação;
b) ultrapassar as quotas, solicitando Muito Bons e Excelentes, e bloqueando o processo interno de avaliação;d) tod@s @s avaliandos apontam objectivos iguais;
d) recusar, com fundamentação, @ avaliador/a proposto
e) recusar preencher o parâmetro referente aos resultados dos alunos na avaliação de desempenho
f) Outra. Diz qual comentando este post

Responde na sondagem que está no topo do blogue, à direita. Se consideras que há uma opção melhor do que qualquer destas, indica-a num comentário a este post.
--
Tenha em consideração as suas responsabilidades ambientais.
Antes de imprimir, verifique se precisa mesmo da cópia em papel.
Be aware of your environmental responsiblities.
Before printing ensure that a paper copy is really necessary.


Saudações
António Pereira

terça-feira, julho 01, 2008

[Movimento Escola Pública:] NOVO MODELO DE GESTÃO E OS CONSELHOS GERAIS TRANSITÓRIOS

NOTA SOBRE O NOVO MODELO DE GESTÃO E OS CONSELHOS GERAIS TRANSITÓRIOS

1) O MEP solidariza-se e compromete-se na visibilidade de todas as escolas que continuam a resistir ao novo modelo de gestão e que, de entre as opções possíveis, não abriram até hoje processo eleitoral para os Conselhos Gerais;

2) Solidariza-se também com colegas de esquerda que se envolveram em equipas para aquele órgão, com projectos críticos e de intervenção, na consciência da luta possível contra a desfiguração da escola pública;

3) A responsabilidade é enorme: o novo modelo perpetuará tiranetes criados pela indiferença ou cansaço dos melhores professores e das melhores alternativas de poder, ou criará outros, com caciques locais, do Presidente da Junta ao vereador e ao dono da fábrica, que se sentam agora sem discussão nas cadeiras por onde passa também o futuro da escola pública em detrimento daqueles que no terreno lutam efectivamente contra a exclusão e as desigualdades sociais;

4) O MEP adverte para a selvejaria que se pode instalar no vazio legal do período de transição: é caso a constituição dos mega departamentos e seus coordenadores, competência de directores, e que, em algumas escolas, são antecipados pelos presidentes de conselho executivo para dar alas à cavalgada da avaliação;

5) O MEP apela e todos e a todas, e afirma a sua disponibilidade, para a denúncia de todos estes atropelos processuais e legais, incluindo as horribiles fichas de avaliação que têm sido penacho de escolas tão ou mais papistas que a ministra.

Publicada por Movimento Escola Pública

quinta-feira, junho 12, 2008

Que avaliação? Comunicado conjunto

MOVIMENTO ESCOLA PÚBLICA
Igualdade e Democracia



Nesta Newsletter, divulgamos o debate "Avaliação de professores: Esta Não! Mas qual?", e o comunicado conjunto de três movimentos empenhados na luta dos professores.


Avaliação de professores:
Esta não! Mas qual?

Sessão pública com:

Olga Pombo (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa)
Paulo Guinote (Professor do 2º CEB, autor do blog "A Educação do Meu Umbigo")
João Paulo Videira (Professor, Fenprof)
Manuel António Silva (Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho)


21 de Junho, 15h30, Associação 25 de Abril
(Rua da Misericórdia 95, Lisboa)


Sabemos que o Modelo de Avaliação de Desempenho que o Ministério da Educação está a impor nas escolas não serve nem professores nem alunos:

- é burocrático, assentando em papelada atrás de papelada
- absorve o tempo livre dos professores em sucessivas reuniões, em vez de os libertar para a preparação das aulas
-
coloca professores a vigiar professores em vez de contribuir para a melhoria pedagógica das aulas
-
assenta numa divisão artificial entre professores titulares e não titulares, sem garantir que os primeiros são os mais competentes
-
impede a atribuição a milhares de professores das notas de "excelente" e "muito bom", mesmo que as mereçam
Avaliar desta forma os professores em nada contribui para reduzir as taxas de insucesso e abandono escolares. Durante o próximo ano lectivo, este modelo estará aberto a críticas e alterações por parte de uma comissão paritária formada pelo ministério e por sindicatos. Mas o modelo de avaliação a aplicar no ano seguinte (2009/2010) vai depender da força da denúncia das injustiças da proposta do governo e, mais importante ainda, da capacidade dos professores e da sociedade civil em apresentar uma alternativa credível a este modelo, alternativa essa que possa contribuir para a melhoria das práticas pedagógicas e do sucesso escolar.

O Movimento Escola Pública convida todos e todas a participar neste desafio, em busca da alternativa.

Comunicado conjunto:


A APEDE - Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino, o Movimento Escola Pública, Igualdade e Democracia e o MUP - Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores, reunidos em 31 de Maio de 2008, depois de analisarem as políticas educativas empreendidas pelo actual Governo e a consequente resposta por parte dos professores, decidiram reiterar a sua oposição a essas políticas, designadamente as que estão patentes no Estatuto da Carreira Docente e nos decretos de Avaliação do Desempenho e de Gestão Escolar.

Apelam a todas as formas de resistência dos professores, individuais ou colectivas, que assumam uma dimensão de escola, agrupamento ou conjunto de escolas, exprimindo a rejeição destas política e declaram também, em consequência, o seu apoio activo e solidariedade a todos professores e a todas as escolas que decidam contrariar a sua aplicação.

Apelam, finalmente, a todos os professores, associações, sindicatos e outras entidades, para que dêem corpo a este esforço conjunto de contestação a estas gravosas medidas que, atentando contra a democracia na escola e perturbando o seu funcionamento, põem em causa a escola pública.


MUP - Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores
A APEDE - Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino
Movimento Escola Pública, Igualdade e Democracia

terça-feira, abril 15, 2008

Posição do Movimento Escola Pública (Setúbal)

(recebido por mail)

1) O Movimento Escola Pública considera que o entendimento recentemente alcançado entre sindicatos e Ministério da Educação representa um recuo efectivo do governo e é o resultado da capacidade de luta dos professores e da manifestação de 8 de Março. Destacamos como pontos positivos deste acordo:

a) a adopção de princípios simplificados e universais para as situações sobre as quais se exercia a chantagem e pressão do ME (renovação de contratos e casos de progressão), o que na prática significa que o governo adia a aplicação do seu modelo de avaliação.

b) A eliminação das consequências negativas de uma avaliação de "regular" ou "insuficiente" para os professores que forem avaliados até ao final do ano lectivo 2008/2009

c) A constituição de uma comissão paritária entre o Ministério e os sindicatos para acompanhamento e alteração do modelo de avaliação.

d) Definição de um mínimo de 9 horas para a componente individual, regulando os diferentes critérios de escolas, e integração da formação contínua no horário de trabalho dos professores.

2) Sendo estes os ganhos da luta, o Movimento Escola Pública entende ainda que os professores apenas ganharam uma batalha e não a guerra. O governo continua determinado a aplicar o seu modelo de avaliação de desempenho e o entendimento a que se chegou estabelece a sua aplicação já em 2008/2009.
A Comissão paritária para propor correcções ao modelo no final do próximo ano lectivo só terá força para fazer valer os seus pontos de vista se os professores continuarem a demonstrar determinação em lutar contra este modelo de avaliação burocrático, hierarquizado, injusto, e incapaz de melhorar as práticas pedagógicas.

3) Sobre o Estatuto da Carreira Docente, ensino especial e diploma de gestão das escolas o governo não recua e o entendimento nada garante sobre estes pontos (além da não aplicação este ano de procedimentos relativos ao novo modelo de gestão). Sobre a necessidade de vinculação dos contratados, professores mais precários e sobre os quais o ME exerceu uma pressão indigna, também nada de novo foi consagrado.

4) O Movimento Escola Pública considera que o recuo do governo só foi possível com a extraordinária capacidade de mobilização e de luta demonstrada por professores e professoras de todo o país. Professores e professoras que fizeram opinião, que fizeram as ruas, que se mobilizaram em cada escola, traçando novas formas de organização e de luta que os sindicatos só têm de respeitar. Por isso mesmo, defendemos a continuação de acções de protesto dos professores, agora e no arranque do próximo ano lectivo, se o ME não ceder no que mais importa. O governo tem de recuar nos aspectos que mais distorceram a profissão e a escola: a substância do modelo de avaliação, o diploma de gestão das escolas que impõe a figura do Director, e o Estatuto da Carreira Docente cuja divisão entre titulares e não titulares é artificial, injusta e promotora de desigualdades inaceitáveis, afectando gravemente o trabalho cooperativo e em equipa.

Defendemos acções de protesto e reivindicação que envolvam todos os que querem defender e qualificar a escola pública. Para isso, fazemos todos falta, porque são urgentes verdadeiras políticas de combate ao insucesso escolar, através da redução do número de alunos por turma, da constituição de equipas multidisciplinares nas escolas com psicólogos e assistentes sociais, do apoio efectivo às escolas com maiores dificuldades, e do reforço do investimento em meios humanos e materiais.

Reafirmamos que o combate pela Escola Pública passa por políticas que promovam a igualdade e a democracia, contra a privatização e a degradação mercantil do ensino, contra os processos de exclusão e discriminação. Porque outra escola é possível e necessária, não baixamos os braços e juntamos forças em nome desse combate.
No Distrito de Setúbal, a Manif será dia 28 de Abril, a partir das 21 h. Praça do Bocage

quarta-feira, abril 02, 2008

Acção pela Escola Pública, Lrg.Camões 4/Abril 18h

Caros colegas:

Agradecíamos a vossa participação e divulgação da Acção pela Escola Pública, esta sexta-feira, das 18 às 20h, no Largo Camões em Lisboa. A Acção destina-se não só a professores, mas a todos os cidadãos solidários.
Serão lidos poemas a favor da escola pública e contra a política educativa deste governo.

Segue o panfleto da iniciativa

ACÇÃO

PELA ESCOLA PÚBLICA

LEITURA DE POEMAS

VOZES PELA SUSPENSÃO IMEDIATA

DESTE MODELO DE AVALIAÇÃO

PARTICIPA E PASSA PALAVRA

Sexta-feira, 4 de Abril,

às 18h no Largo Camões, em Lisboa


Podem também utilizar as imagens que estão em movescolapublica.net

Um grande obrigado

Pelo Movimento Escola Pública

Miguel Reis
PS: Pedimos também que nos informem das acções que estão a desenvolver para publicarmos no nosso blogue
JUNTOS TEMOS MAIS FORÇA!
(recebido por mail)

sexta-feira, março 28, 2008

Assembleia pela Escola Pública


clique na imagem para aumentar

Setúbal, 3 de Abril, 21.30

Assembleia Pela Escola Pública

Falar em presença, para variar da comunicação blogueira e em listas de emails

Em Setúbal, no Ateneu Setubalense - Rua em frente à Rodoviária, e à Papelaria Galo.
Aberto a quem quiser e puder.
4 já quiseram, e por isso estão no cartaz: Liseta Barbosa (SPGL), António Sota Martins (FNE), António Castela (FERLAP) e Cecília Honório (Movimento Escola Pública)

--
Maria José Vitorino
Professora. Bibliotecária
Vila Franca de Xira

domingo, março 16, 2008

Movimento Escola Pública

http://www.movimentoescolapublica.blogspot.com/

Quarta-feira, 12 de Março de 2008

Em cada rosto igualdade

Só descansaremos quando desistirem de nos cortarem em pedaços, e aceitarem que "carreira há só uma, a de professor e mais nenhuma".


A manifestação de 8 de Março surpreendeu muita gente. Afinal as escolas estão nas mãos daquela multidão! Quem pode apresentar melhores credenciais? Que outras, que melhores mãos poderia haver?

Como não haveremos de exigir tudo o que nos faz falta?

O governo e a sua máquina, os seus aliados, atreveram-se a chafurdar nas dificuldades sentidas nos nossos locais de trabalho, a explorar a nossa impossibilidade de fazer melhor com as regras e os preconceitos salazarentos que administrativamente nos impõem, a manipular as nossas angústias por ser tão difícil recuperar do atraso. Deliberadamente não nos querem ajudar, proporcionar-nos formação e avaliação à altura da crise.

Preferiram jogar no apodrecimento da situação e irresponsavelmente tentaram jogar o ódio contra os professores.

O sistema de ensino está sob escrutínio da população e ainda bem.

São dois milhões de pobres que nos confiam os seus filhos e filhas. Gerações sucessivas que foram excluídas da escolaridade básica e não podem, não conseguem dar toda a ajuda necessária. E depois? Quem são os responsáveis pela pobreza e exclusão escolar e cultural, pelo falhanço das políticas na educação?

Nós cumprimos com o nosso dever. Não enjeitamos o esforço, a formação, sabemos aprender com a camaradagem e o trabalho em equipa, com as críticas que nos fazem todos os dias.
Ainda bem que se começa a saber tudo.

Por isso só descansaremos quando formos tratados como os nossos colegas da Madeira e Açores, ou seja:
- não nos for exigido mais um (mais um!) "exame probatório" para ingressar na carreira
- quando desistirem de nos cortarem em pedaços, e aceitarem que "carreira há só uma, a de professor e mais nenhuma".
- quando abandonarem as quotas para o escalão máximo numa carreira, numa vida, de 40 anos de desempenho.

Para vencer o atraso que criaram e lançam sobre nós, todos e todas só podemos ser, cada dia, melhores profissionais. Bons profissionais. Só queremos ser bons. Porque para eles, excelente "só na Universidade Independente".

Jaime Pinho

Publicada por Movimento Escola Pública

Professores querem ser avaliados, mas não assim!


De acordo com a sondagem promovida pelo Movimento Escola Pública, a esmagadora maioria dos votantes não concorda com o modelo de avaliação proposto pelo Ministério (90%). Apenas 2% se mostraram plenamente de acordo com o modelo e 4% concorda com o modelo mas discorda da "forma apressada como foi imposto". Por outro lado, só 3% considera que os professores não devem ser avaliados. Votaram 249 pessoas.

Ora, a questão do timing, a questão do momento em que o modelo deve ser aplicado, não parece ser a questão mais importante para os professores. Se,ao que tudo indica, o governo se prepara para recuar nesta matéria, obrigando apenas ao início do processo no começo do próximo ano lectivo, então recua muito pouco ou quase nada. Ou, se quiserem, recua naquilo em que já quase ninguém acreditava.

E, obviamente, há muito mais vida, propostas e medidas para lá da avaliação. Sobre essas ainda não se ouviu um pio do governo. Ou seja, não querem mexer na divisão da carreira nem no novo diploma de gestão, que acaba com a democracia nas escolas.

Esta foi a segunda sondagem promovida pelo MEP - a primeira foi sobre o novo modelo de gestão das escolas, e as respostas demonstraram a discordância em relação à proposta do governo, considerada redutora da democracia. A terceira sondagem está agora em curso (coluna do lado direito). É importante assinalar o que é mais grave neste modelo de avaliação proposto pelo governo, para saber em que bases se deve construir uma alternativa, algo que faremos mais adiante. Entretanto, vários blogues já começaram essa discussão, podes ver aqui e aqui

Concorda com o modelo de desempenho dos professores proposto pelo Ministério?
Sim. É um modelo justo e que vem acabar com a balda a que muitos se habituaram. 4 (2%)
Sim. Apenas discordo da forma apressada como foi imposto. 10 (4%)
Não. Há outras formas mais justas e equilibradas de avaliar os professores 226 (90 %)
Não. Os professores não devem ser avaliados. 9 (3%)
Publicada por Movimento Escola Pública

http://www.fenprof.pt/

ATENÇÃO - NOVO

FENPROF apresentou ao ME exigências imediatas da Marcha da Indignação

Reunião na 5 de Outubro (11/03/2008)

O ME revelou, em reunião com a FENPROF (11/03/2008), alguma disponibilidade para, em conjunto com as organizações sindicais, encontrar respostas concretas para alguns dos problemas que, conjunturalmente, afectam a Educação e têm levado a uma grande contestação por parte dos professores e educadores.Ficou agendada nova reunião para sexta-feira, dia 14, pelas 15.00 horas, em que se aguardam novos desenvolvimentos desta posição de aparente abertura. [Ler mais]

Quarta-feira, 12 de Março de 2008

Vem aí a política do rebuçado...



Vem aí a política do rebuçado.


Os professores devem continuar atentos e mobilizados.


Não é só a avaliação de desempenho.


É também o ditatorial diploma da gestão escolar.

Foi o concurso de Titulares...


Vamos continuar vigilantes e unidos.

Publicada por Em defesa da Escola Publica